Eu não sei o que a presidente Dilma foi fazer em Cuba, mas sei o que ela não foi fazer:
1) Ela não foi à Cuba para condenar ditadores sanguinários;
2) Ela não foi à Cuba para condenar a existência de presos politicos;
3) Ela não foi à Cuba para ajudar presos políticos.
Dilma, o que você foi fazer em Cuba???
Eu tenho vergonha da presidente de meu país fazer uma visita de apoio à Cuba.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Por que o Facebook não foi inventado no Brasil?
“O brasileiro é um povo criativo”. “Brasileiro é cheio de imaginação”. São frases que ouvimos rotineiramente. Assumindo que essa frase esteja correta, então pergunto: por que o Facebook não foi inventado no Brasil? Aliás, por que o Orkut (ou o Windows, ou os computadores pessoais, ou qualquer coisa relacionada a tecnologia) não foi inventado no Brasil? Aliás, por que será que não existe um único prêmio nobel brasileiro?
Assumindo que somos um povo tão criativo, chama a atenção a completa falta de sucesso dos brasileiros em termos de invenções. Excetuando-se o futebol, as contribuições brasileiras para a humanidade podem ser contadas nos dedos. Acredito que esse resultado deve-se sobretudo ao ambiente institucional brasileiro. E quando me refiro a instituições, incluo também as regras de conduta. De maneira geral, o brasileiro da um peso grande à origem familiar. Tanto é que em nosso país o pior dos xingamentos é acusar alguém de ser filho de uma prostituta (contraste visível com os Estados Unidos, onde o pior xingamento é rotular alguém de perdedor). Assim, um inovador que vem de origem humilde acaba também se defrontando com a barreira do sobrenome.
O segundo problema é a escassez de crédito. Um inovador precisa de capital para investir. Num país onde o Estado retira grandes quantidades de recursos da economia, essa tarefa fica mais complicada (mostrando mais um lado negativo, e pouco comentado, tanto do déficit público como da alta carga tributária brasileira). Também deve-se ressaltar que as leis brasileiras são muito permissivas para devedores, o que torna o crédito escasso e caro. O terceiro problema é cultural. Para a grande maioria das famílias brasileiras, um funcionário público vale mais do que um empreendedor (mesmo que de relativo sucesso). Estudantes universitários, numa proporção alta, sonham com um emprego público. Um país que destina parcela considerável de sua elite intelectual para empregos públicos não pode esperar muito em termos de inovação.
Apesar dos problemas acima serem importantes, acredito que os dois maiores desafios para os empreendedores brasileiros estejam ligados diretamente ao Estado: a) alta burocracia; e b) política industrial. A gigante, e complexa, burocracia brasileira tanto para a abertura como para a manutenção (ou fechamento) de empresas é caso de livro texto. Acredito que uma reforma tributária, que reduza e simplifique os impostos, aliada a uma reforma nas leis sobre empresas, que reduzam drasticamente a burocracia, poderia gerar um significativo crescimento na economia brasileira. Outro vilão da falta de inovação é a política industrial brasileira. Quando o Estado transfere recursos dos setores mais produtivos da sociedade para os setores menos produtivos, evento esse chamado de política industrial, ele simplesmente pune os mais eficientes, premiando os menos competentes. Os incentivos gerados pela política industrial, além de retirar capital, também retira trabalhadores das empresas onde eles seriam mais produtivos (transferindo-os para empresas que o Estado acredita serem promissoras). Sendo assim, o Estado acaba dizendo ao empreendedor em qual setor investir. Com a política industrial, não é mais o mercado que determina onde investir mas sim o Estado. O exemplo maior desse absurdo é a indústria automobilística brasileira, que após 50 anos de estímulos governamentais só é capaz de gerar carros ruins e caros.
A política industrial brasileira é uma verdadeira mão de ferro contra a inovação. Enquanto não abrirmos nossa economia, aumentando a competição em nosso país, tal distorção permanecerá indefinidamente.
Assumindo que somos um povo tão criativo, chama a atenção a completa falta de sucesso dos brasileiros em termos de invenções. Excetuando-se o futebol, as contribuições brasileiras para a humanidade podem ser contadas nos dedos. Acredito que esse resultado deve-se sobretudo ao ambiente institucional brasileiro. E quando me refiro a instituições, incluo também as regras de conduta. De maneira geral, o brasileiro da um peso grande à origem familiar. Tanto é que em nosso país o pior dos xingamentos é acusar alguém de ser filho de uma prostituta (contraste visível com os Estados Unidos, onde o pior xingamento é rotular alguém de perdedor). Assim, um inovador que vem de origem humilde acaba também se defrontando com a barreira do sobrenome.
O segundo problema é a escassez de crédito. Um inovador precisa de capital para investir. Num país onde o Estado retira grandes quantidades de recursos da economia, essa tarefa fica mais complicada (mostrando mais um lado negativo, e pouco comentado, tanto do déficit público como da alta carga tributária brasileira). Também deve-se ressaltar que as leis brasileiras são muito permissivas para devedores, o que torna o crédito escasso e caro. O terceiro problema é cultural. Para a grande maioria das famílias brasileiras, um funcionário público vale mais do que um empreendedor (mesmo que de relativo sucesso). Estudantes universitários, numa proporção alta, sonham com um emprego público. Um país que destina parcela considerável de sua elite intelectual para empregos públicos não pode esperar muito em termos de inovação.
Apesar dos problemas acima serem importantes, acredito que os dois maiores desafios para os empreendedores brasileiros estejam ligados diretamente ao Estado: a) alta burocracia; e b) política industrial. A gigante, e complexa, burocracia brasileira tanto para a abertura como para a manutenção (ou fechamento) de empresas é caso de livro texto. Acredito que uma reforma tributária, que reduza e simplifique os impostos, aliada a uma reforma nas leis sobre empresas, que reduzam drasticamente a burocracia, poderia gerar um significativo crescimento na economia brasileira. Outro vilão da falta de inovação é a política industrial brasileira. Quando o Estado transfere recursos dos setores mais produtivos da sociedade para os setores menos produtivos, evento esse chamado de política industrial, ele simplesmente pune os mais eficientes, premiando os menos competentes. Os incentivos gerados pela política industrial, além de retirar capital, também retira trabalhadores das empresas onde eles seriam mais produtivos (transferindo-os para empresas que o Estado acredita serem promissoras). Sendo assim, o Estado acaba dizendo ao empreendedor em qual setor investir. Com a política industrial, não é mais o mercado que determina onde investir mas sim o Estado. O exemplo maior desse absurdo é a indústria automobilística brasileira, que após 50 anos de estímulos governamentais só é capaz de gerar carros ruins e caros.
A política industrial brasileira é uma verdadeira mão de ferro contra a inovação. Enquanto não abrirmos nossa economia, aumentando a competição em nosso país, tal distorção permanecerá indefinidamente.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Considerações sobre a Meritocracia no Serviço Público Federal
Nesta semana a questão dos cargos DAS (Direção e Assessoramento Superiores) ganhou espaço na imprensa. A idéia original dos cargos DAS no setor público federal é de destiná-los a pessoas competentes, capazes de liderar equipes, e assim aumentar a eficiência do setor público como um todo. O DAS varia numa escala de 1 a 6, sendo que os DAS 5 e 6 são as posições (e as gratificações) mais altas. Tais cargos podem ser destinados a qualquer pessoa, independentemente da mesma ter sido aprovada em concurso público. Assim, a notícia de que hoje existem 22.000 destes cargos lança dúvidas sobre os critérios de nomeação adotados para seu provimento.
O governo diz que não usa politicamente estes cargos, e como evidência disso mostra que a maioria dos cargos DAS é prenchida com funcionários de carreira. Tal argumento esconde um sofisma. Assume-se que preencher os quadros de DAS com funcionários de carreira elimina a possibilidade de uso político dos mesmos. Tal hipótese não se sustenta. Afinal, sempre é possivel dar os DAS a funcionários de carreira que são ligados a determinado partido político.
Eu ingressei no serviço público federal em 1997, e já naquela época os cargos DAS não eram preenchidos por critérios de meritocracia. Eu diria que 6 a cada 10 DAS eram preenchidos por critério de senhoridade (isto é, eram dados as pessoas com mais tempo de serviço público) e por afinidades pessoais (amizade, parentes, ou puxa-sacos). Os demais eram preenchidos por outros critérios (incluídos aí critérios de mérito, indicações políticas, etc.). Em resumo, não foi o PT que acabou com o critério de mérito no provimento de cargos DAS. A meritocracia nunca foi o principal instrumento para provimento de cargos DAS.
A inovação petista foi substituir os critérios de senhoridade, e amizade, pelo critério de afinidade política. Hoje acredito que 8 em cada 10 cargos DAS sejam providos exclusivamente por critérios políticos, sendo os restantes preenchidos por outros critérios (meritocracia, senhoridade, etc.). Claro que sob o comando do PT o mérito individual perdeu valor, mas tal queda foi muito facilitada pelo fato de que antes a meritocracia também não era muito levada a sério. A facilidade com que o PT conseguiu lotar os cargos DAS com pessoas ligadas a ele deve-se imensamente ao histórico de baixo respeito ao mérito que ocorria no passado. No final das contas, boa parte das pessoas que perderam seus DAS para petistas não estavam lá por mérito, mas sim por outros critérios.
Em primeira mão, revelo a meus leitores quais são os principais critérios adotados hoje para o provimento de cargos DAS: 1) ter passado em algum momento pela UNICAMP, ou pela UFRJ, ou pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), ou alguma equivalente; 2) ser militante, ou ter contatos políticos, com partidos de esquerda. Não é a toa que vários de meus colegas se filiaram ao PT tão logo ingressaram no serviço público. Não é a toa que existem tantas pessoas da Unicamp, UFRJ e da UFU em postos altos no governo federal. Não é a toa que existem tantas pessoas com um CV insignificante ocupando posições de destaque no governo. Claro que ainda existem ocupantes de cargos DAS que estão lá por causa de seu mérito, mas esse montante só tende a diminuir.
O governo diz que não usa politicamente estes cargos, e como evidência disso mostra que a maioria dos cargos DAS é prenchida com funcionários de carreira. Tal argumento esconde um sofisma. Assume-se que preencher os quadros de DAS com funcionários de carreira elimina a possibilidade de uso político dos mesmos. Tal hipótese não se sustenta. Afinal, sempre é possivel dar os DAS a funcionários de carreira que são ligados a determinado partido político.
Eu ingressei no serviço público federal em 1997, e já naquela época os cargos DAS não eram preenchidos por critérios de meritocracia. Eu diria que 6 a cada 10 DAS eram preenchidos por critério de senhoridade (isto é, eram dados as pessoas com mais tempo de serviço público) e por afinidades pessoais (amizade, parentes, ou puxa-sacos). Os demais eram preenchidos por outros critérios (incluídos aí critérios de mérito, indicações políticas, etc.). Em resumo, não foi o PT que acabou com o critério de mérito no provimento de cargos DAS. A meritocracia nunca foi o principal instrumento para provimento de cargos DAS.
A inovação petista foi substituir os critérios de senhoridade, e amizade, pelo critério de afinidade política. Hoje acredito que 8 em cada 10 cargos DAS sejam providos exclusivamente por critérios políticos, sendo os restantes preenchidos por outros critérios (meritocracia, senhoridade, etc.). Claro que sob o comando do PT o mérito individual perdeu valor, mas tal queda foi muito facilitada pelo fato de que antes a meritocracia também não era muito levada a sério. A facilidade com que o PT conseguiu lotar os cargos DAS com pessoas ligadas a ele deve-se imensamente ao histórico de baixo respeito ao mérito que ocorria no passado. No final das contas, boa parte das pessoas que perderam seus DAS para petistas não estavam lá por mérito, mas sim por outros critérios.
Em primeira mão, revelo a meus leitores quais são os principais critérios adotados hoje para o provimento de cargos DAS: 1) ter passado em algum momento pela UNICAMP, ou pela UFRJ, ou pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), ou alguma equivalente; 2) ser militante, ou ter contatos políticos, com partidos de esquerda. Não é a toa que vários de meus colegas se filiaram ao PT tão logo ingressaram no serviço público. Não é a toa que existem tantas pessoas da Unicamp, UFRJ e da UFU em postos altos no governo federal. Não é a toa que existem tantas pessoas com um CV insignificante ocupando posições de destaque no governo. Claro que ainda existem ocupantes de cargos DAS que estão lá por causa de seu mérito, mas esse montante só tende a diminuir.
Estacionamento de graça em Shoppings! Texto escrito por Sergio Aquino de Souza
Abaixo segue o texto do Professor Sergio Aquino de Souza.
Não irá demorar a chegar a outras cidades brasileiras as leis municipais, já em vigor em Salvador e Recife, que proíbem shoppings de cobrar estacionamento. À primeira vista, o consumidor parece se beneficiar às expensas dos lojistas e proprietários dos shoppings. Será? Exemplos são fartos de leis com conseqüências indesejadas que acabam por prejudicar os pretensos beneficiados. Este caso não é muito diferente. Preços existem para regular demanda e oferta. Com preço tabelado (zero), há excesso de demanda, especialmente por parte de consumidores oportunistas que estacionam no shopping para freqüentar outro lugar, ocupando vaga daquele cliente que deseja freqüentar o centro de compras. Portanto, nos horários ou datas de pico, não será surpresa o consumidor, que ficou feliz com a aprovação da lei em seu município, não conseguir encontrar vaga disponível. É possível fazer um esforço para chegar mais cedo e pegar seu lugarzinho, mas nesta situação haveria um custo: deixar de ir ao shopping em seu horário/dia preferido. A avaliação deste custo com o benefício de não pagar pelo estacionamento não deve ser homogênea entre os indivíduos. Alguns, se não muitos, certamente preferirão pagar 4 ou 8 reais para fazer suas compras com relativa tranqüilidade em seu horário/ dia preferido. Portanto, mesmo na ausência de outros efeitos a serem discutidos adiante, não é claro o benefício para todos os consumidores.
Existe também uma análise dinâmica. No médio prazo, os shoppings repassarão (em parte) este prejuízo ao lojista, através de aluguel e condomínios mais caros, que por sua vez aumentará os preços de seus produtos. O repasse pode não ser total, como discutido neste blog anteriormente, mas algo irá sobrar para o consumidor. Em suma, não apenas empresários perdem com a lei, consumidores menos dispostos a enfrentar fila, chegar mais cedo ou escolher outro dia para suas compras também perdem bem-estar. Por outro lado, alguns consumidores ganham conforme discutido anteriormente, mas o grande vencedor é aquele freqüentador oportunista que vai poder estacionar de graça em zona nobre da cidade para trabalhar ou usufruir de serviços em prédios vizinhos aos shoppings. Existe a possibilidade de evitar o comportamento oportunista ao exigir compra para não pagar estacionamento, mas a lei, pelo menos a válida em Recife, nem mesmo isto permite. Como não gosto de deixar indecisão em análises deste Blog, sou contra esta lei, assim como tantas outras de caráter populista que agridem o princípio da livre iniciativa e prejudicam parte significativa dos consumidores.
Não irá demorar a chegar a outras cidades brasileiras as leis municipais, já em vigor em Salvador e Recife, que proíbem shoppings de cobrar estacionamento. À primeira vista, o consumidor parece se beneficiar às expensas dos lojistas e proprietários dos shoppings. Será? Exemplos são fartos de leis com conseqüências indesejadas que acabam por prejudicar os pretensos beneficiados. Este caso não é muito diferente. Preços existem para regular demanda e oferta. Com preço tabelado (zero), há excesso de demanda, especialmente por parte de consumidores oportunistas que estacionam no shopping para freqüentar outro lugar, ocupando vaga daquele cliente que deseja freqüentar o centro de compras. Portanto, nos horários ou datas de pico, não será surpresa o consumidor, que ficou feliz com a aprovação da lei em seu município, não conseguir encontrar vaga disponível. É possível fazer um esforço para chegar mais cedo e pegar seu lugarzinho, mas nesta situação haveria um custo: deixar de ir ao shopping em seu horário/dia preferido. A avaliação deste custo com o benefício de não pagar pelo estacionamento não deve ser homogênea entre os indivíduos. Alguns, se não muitos, certamente preferirão pagar 4 ou 8 reais para fazer suas compras com relativa tranqüilidade em seu horário/ dia preferido. Portanto, mesmo na ausência de outros efeitos a serem discutidos adiante, não é claro o benefício para todos os consumidores.
Existe também uma análise dinâmica. No médio prazo, os shoppings repassarão (em parte) este prejuízo ao lojista, através de aluguel e condomínios mais caros, que por sua vez aumentará os preços de seus produtos. O repasse pode não ser total, como discutido neste blog anteriormente, mas algo irá sobrar para o consumidor. Em suma, não apenas empresários perdem com a lei, consumidores menos dispostos a enfrentar fila, chegar mais cedo ou escolher outro dia para suas compras também perdem bem-estar. Por outro lado, alguns consumidores ganham conforme discutido anteriormente, mas o grande vencedor é aquele freqüentador oportunista que vai poder estacionar de graça em zona nobre da cidade para trabalhar ou usufruir de serviços em prédios vizinhos aos shoppings. Existe a possibilidade de evitar o comportamento oportunista ao exigir compra para não pagar estacionamento, mas a lei, pelo menos a válida em Recife, nem mesmo isto permite. Como não gosto de deixar indecisão em análises deste Blog, sou contra esta lei, assim como tantas outras de caráter populista que agridem o princípio da livre iniciativa e prejudicam parte significativa dos consumidores.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Quantos são necessários para causar sua indignação?
Abaixo segue meu texto publicado no Amalgama.
A morte na semana passada, por greve de fome, de mais um preso político cubano, trouxe de volta a indignação contra a política externa do governo petista que comanda o Brasil. Wilman Villar Mendoza, preso político do governo ditatorial cubano, foi a mais recente vítima da ilha onde o sonho socialista se converteu em realidade.
Por mais triste que pareça essa tragédia, ela não foi forte o bastante para cancelar a viagem da presidente Dilma à Cuba. A presidenta, tão rigorosa quando o assunto é a Comissão da Verdade, parece relapsa quando a ditadura a ser criticada é de caráter socialista.
Por mais triste que pareça essa tragédia, ela não foi forte o bastante para ser estampada na capa dos principais veículos de comunicação brasileiros. Também não foi forte o bastante para provocar protestos de várias ONG’s que defendem os direitos humanos no Brasil. Também não foi forte o bastante para se espalhar na internet. Mas foi forte o bastante para mobilizar a tropa de choque da desinformação. Esses valentes, sempre no anonimato, espalham que 1) Wilman Villar Mendoza não era preso político; e 2) nem teria morrido de greve de fome. Mais alguns dias e eles dirão que Wilman Villar Mendoza nem preso estava....
A morte do preso político cubano Wilman Villar Mendoza é mais uma das inúmeras tragédias à qual a ditatura cubana submete sua população. Mas vamos, por um momento, nos abster dessa última tragédia: será que todas as violações aos Direitos Humanos que ocorrem diariamente em Cuba já não são suficientes para que o governo Brasileiro rompa relações diplomáticas com essa ditadura? O que mais falta para causar indignação aos nossos diplomatas? O que mais falta para causar indignação no governo Brasileiro? Qual é o número de vítimas necessário para que o governo brasileiro tome alguma atitude diplomática contra Cuba?
Eu NÃO apóio a política externa brasileira. Tenho vergonha de ver a presidente de meu país indo visitar, cheia de cortesias, uma ditadura sanguinária. Quantos mais terão que morrer, ou sofrer nas prisões cubanas, para que o Brasil finalmente condene Cuba por violações dos Direitos Humanos?
A morte na semana passada, por greve de fome, de mais um preso político cubano, trouxe de volta a indignação contra a política externa do governo petista que comanda o Brasil. Wilman Villar Mendoza, preso político do governo ditatorial cubano, foi a mais recente vítima da ilha onde o sonho socialista se converteu em realidade.
Por mais triste que pareça essa tragédia, ela não foi forte o bastante para cancelar a viagem da presidente Dilma à Cuba. A presidenta, tão rigorosa quando o assunto é a Comissão da Verdade, parece relapsa quando a ditadura a ser criticada é de caráter socialista.
Por mais triste que pareça essa tragédia, ela não foi forte o bastante para ser estampada na capa dos principais veículos de comunicação brasileiros. Também não foi forte o bastante para provocar protestos de várias ONG’s que defendem os direitos humanos no Brasil. Também não foi forte o bastante para se espalhar na internet. Mas foi forte o bastante para mobilizar a tropa de choque da desinformação. Esses valentes, sempre no anonimato, espalham que 1) Wilman Villar Mendoza não era preso político; e 2) nem teria morrido de greve de fome. Mais alguns dias e eles dirão que Wilman Villar Mendoza nem preso estava....
A morte do preso político cubano Wilman Villar Mendoza é mais uma das inúmeras tragédias à qual a ditatura cubana submete sua população. Mas vamos, por um momento, nos abster dessa última tragédia: será que todas as violações aos Direitos Humanos que ocorrem diariamente em Cuba já não são suficientes para que o governo Brasileiro rompa relações diplomáticas com essa ditadura? O que mais falta para causar indignação aos nossos diplomatas? O que mais falta para causar indignação no governo Brasileiro? Qual é o número de vítimas necessário para que o governo brasileiro tome alguma atitude diplomática contra Cuba?
Eu NÃO apóio a política externa brasileira. Tenho vergonha de ver a presidente de meu país indo visitar, cheia de cortesias, uma ditadura sanguinária. Quantos mais terão que morrer, ou sofrer nas prisões cubanas, para que o Brasil finalmente condene Cuba por violações dos Direitos Humanos?
Não adianta que não vão ter espaço
Um bando de picaretas invadiu meu blog postando comentários do tipo:
1) "Ele não era preso político"
2) "Ele não morreu de greve de fome"
3) etc e tal...
Wilman Villar Mendoza, PRESO POLÍTICO, foi vítima do governo ditatorial cubano. Ele morreu de greve de fome semana passada. Os picaretas invadiram meu blog com comentários absurdos.... na versao deles a noticia correta eh:
"O não preso político da não ditadura cubana não morreu nas prisões de Cuba...."
Aqui não!!! Se você é incapaz de condenar o regime ditatorial de Cuba; se você é incapaz de ser honesto; se você é daqueles que notícia falsa é melhor do que a verdade; então procure outro blog.
Novamente, este blog presta as devidas condolências a família de Wilman Villar Mendoza, mais uma vítima da ditadura cubana.
1) "Ele não era preso político"
2) "Ele não morreu de greve de fome"
3) etc e tal...
Wilman Villar Mendoza, PRESO POLÍTICO, foi vítima do governo ditatorial cubano. Ele morreu de greve de fome semana passada. Os picaretas invadiram meu blog com comentários absurdos.... na versao deles a noticia correta eh:
"O não preso político da não ditadura cubana não morreu nas prisões de Cuba...."
Aqui não!!! Se você é incapaz de condenar o regime ditatorial de Cuba; se você é incapaz de ser honesto; se você é daqueles que notícia falsa é melhor do que a verdade; então procure outro blog.
Novamente, este blog presta as devidas condolências a família de Wilman Villar Mendoza, mais uma vítima da ditadura cubana.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Pelo fim imediato das relações diplomáticas com Cuba
Amigos, morreu mais um preso político em Cuba.
É INACEITÁVEL a posição do governo brasileiro, de fingir que nada acontece na ilha dos sonhos socialistas.
Está na hora do governo brasileiros FECHAR sua representação em Cuba. Não faz sentido apoiar um movimento assassino como o que impera em Cuba.
Eu tenho VERGONHA da política internacional seguida pelo governo petista do Brasil. Onde estão os grandes do Itamaraty, onde estão os Souza Dantas do Itamaraty???
Este blog presta aqui sua homenagem a coragem de Wilman Villar Mendoza, vítima do governo ditatorial cubano, e envia suas sinceras condolências a sua família.
É INACEITÁVEL a posição do governo brasileiro, de fingir que nada acontece na ilha dos sonhos socialistas.
Está na hora do governo brasileiros FECHAR sua representação em Cuba. Não faz sentido apoiar um movimento assassino como o que impera em Cuba.
Eu tenho VERGONHA da política internacional seguida pelo governo petista do Brasil. Onde estão os grandes do Itamaraty, onde estão os Souza Dantas do Itamaraty???
Este blog presta aqui sua homenagem a coragem de Wilman Villar Mendoza, vítima do governo ditatorial cubano, e envia suas sinceras condolências a sua família.
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