A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara acertou e eu apóio essa medida importante para o crescimento saudável das crianças.
Não há sentido numa mãe, ou um pai, falarem mal do antigo parceiro para seus filhos. Infelizmente nem todos os casamentos dão certo, e separações já são duras demais para as crianças. Não há razão para tornar esse processo ainda mais dramático. Quando um conjuge tenta jogar os filhos, ou permite que alguém o faça, contra o antigo parceiro esse é um crime moral desprezível, que nada de bom pode trazer para a criança.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Tem o Estado o Direito de Dizer Quais Roupas Devemos Usar?
A liberdade individual é o maior bem da humanidade. Contudo, existem claras limitações a mesma. Geralmente, assume-se que você é livre para fazer o que quiser desde que seus atos não prejudiquem outras pessoas.
Para evitar que os atos de um indivíduo prejudiquem a outro, o Estado costuma manter um aparato legal que garante as liberdades individuais, mas ao mesmo tempo restringe uma série de comportamentos. Será que o Estado deveria restringir a maneira como as pessoas se vestem? Isto é, tem o Estado o direito de dizer quais roupas podemos, e quais não podemos, usar?
Não se apresse em responder. A questão acima é muito mais complicada do que parece a primeira vista. De maneira geral me parece absurdo que o Estado tente legislar sobre as vestimentas de uma pessoa. Não cabe ao Estado dizer com qual roupa devo trabalhar e com qual roupa devo ficar em casa. Contudo, existem situações cinzentas. Por exemplo: devemos permitir que gangues andem organizadas por roupas de cores iguais? O que dizer de mulheres muçulmanas obrigadas a andarem com o rosto coberto? Ou ainda, muitas vezes a vestimenta pode estimular a segregação numa sociedade, como é o caso de grupos religiosos que se identificam por vestimentas específicas.
A questão acima é bem complicada, e honestamente eu não sei a resposta. Mas acredito que esta é uma questão que valeria a pena pensarmos a respeito.
Para evitar que os atos de um indivíduo prejudiquem a outro, o Estado costuma manter um aparato legal que garante as liberdades individuais, mas ao mesmo tempo restringe uma série de comportamentos. Será que o Estado deveria restringir a maneira como as pessoas se vestem? Isto é, tem o Estado o direito de dizer quais roupas podemos, e quais não podemos, usar?
Não se apresse em responder. A questão acima é muito mais complicada do que parece a primeira vista. De maneira geral me parece absurdo que o Estado tente legislar sobre as vestimentas de uma pessoa. Não cabe ao Estado dizer com qual roupa devo trabalhar e com qual roupa devo ficar em casa. Contudo, existem situações cinzentas. Por exemplo: devemos permitir que gangues andem organizadas por roupas de cores iguais? O que dizer de mulheres muçulmanas obrigadas a andarem com o rosto coberto? Ou ainda, muitas vezes a vestimenta pode estimular a segregação numa sociedade, como é o caso de grupos religiosos que se identificam por vestimentas específicas.
A questão acima é bem complicada, e honestamente eu não sei a resposta. Mas acredito que esta é uma questão que valeria a pena pensarmos a respeito.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
O Efeito Pré Sal
Diz a lenda que "tem coisas que só acontecem no Botafogo...". Mas a cada dia que passa acredito que temos que mudar essa frase para "tem coisas que só acontecem no Brasil". De repente os marxistas estavam corretos... a teoria econômica que vale para os Estados Unidos talvez não tenha valor por aqui....
Vamos ao ponto: a Petrobras anuncia novas descobertas de petróleo. O governo anuncia que as reservas de petróleo no pré-sal são maiores do que se esperava. Os preços internacionais do petróleo não estão subindo. Resumindo: a disponibilidade (oferta) de petróleo aumentou, os preços internacionais estão estáveis, mas o preço da gasolina subiu.... alguém entende isso?
Este é o efeito pré-sal: aumenta-se a oferta de um bem e o preço dele aumenta!!! Esta é a contribuição genuinamente brasileira para a teoria econômica. A teoria econômica já tinha o famoso bem de Giffen (bem que tem sua demanda aumentada quando seu preço sobe). Agora o Brasil criou o Efeito Pré-Sal: quando ocorre um choque positivo de oferta de um bem (deslocamento a curva de oferta para a direita) o seu preço sobe.
Não meus amigos, a teoria econômica não parece estar errada. O que parece estar errado é o governo e a Petrobras. Uma vez alguém perguntou: qual é a proposta liberal para o pré-sal? Meu amigo José Carneiro deu então uma excelente resposta: "a proposta liberal eu não sei, mas a proposta de viabilidade econômica é clara: não cave".
Vamos ao ponto: a Petrobras anuncia novas descobertas de petróleo. O governo anuncia que as reservas de petróleo no pré-sal são maiores do que se esperava. Os preços internacionais do petróleo não estão subindo. Resumindo: a disponibilidade (oferta) de petróleo aumentou, os preços internacionais estão estáveis, mas o preço da gasolina subiu.... alguém entende isso?
Este é o efeito pré-sal: aumenta-se a oferta de um bem e o preço dele aumenta!!! Esta é a contribuição genuinamente brasileira para a teoria econômica. A teoria econômica já tinha o famoso bem de Giffen (bem que tem sua demanda aumentada quando seu preço sobe). Agora o Brasil criou o Efeito Pré-Sal: quando ocorre um choque positivo de oferta de um bem (deslocamento a curva de oferta para a direita) o seu preço sobe.
Não meus amigos, a teoria econômica não parece estar errada. O que parece estar errado é o governo e a Petrobras. Uma vez alguém perguntou: qual é a proposta liberal para o pré-sal? Meu amigo José Carneiro deu então uma excelente resposta: "a proposta liberal eu não sei, mas a proposta de viabilidade econômica é clara: não cave".
domingo, 15 de novembro de 2009
A Loira do Banheiro
Quando eu era criança, circulava pela escola a lenda da "Loira do Banheiro"... um espírito que assombrava a escola e perseguia os desavisados enquanto estes usavam o banheiro da escola. Isso deve ter ocorrido há uns 30 anos atrás.
Hoje, por pura coincidência, descobri que as crianças de 7 anos de várias escolas também já ouviram a história da "Loira do Banheiro".... me inteirando com as crianças notei que a lenda é exatamente a mesma.
Resumindo, no Brasil, nem lenda evolui....
Hoje, por pura coincidência, descobri que as crianças de 7 anos de várias escolas também já ouviram a história da "Loira do Banheiro".... me inteirando com as crianças notei que a lenda é exatamente a mesma.
Resumindo, no Brasil, nem lenda evolui....
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O Custo da Covardia
Setembro de 1938: tudo estava preparado para o golpe. Os arquitetos: Marechal de Campo Erwin von Witzleben e General de Infantaria Karl-Heinrich von Stulpnagel. O chefe do Estado-Maior do Exército, Coronel General Franz Halder, apoiava o golpe.
A idéia era simples: Hitler queria invadir a Tchecoslováquia, a Tchecoslováquia possuia acordos de proteção com a Grã-Bretanha e a França. Segundo o cálculo dos conspiradores, tão logo a invasão alemã começasse as potências aliadas interviriam e invadiriam a Alemanha (que nessa época ainda não era páreo para seus adversários ocidentais). Assim, para evitar a guerra e a destruição da Alemanha, os conspiradores prenderiam (e se necessário fuzilariam) Hitler. Aliás, fuzilar ou prender Hitler era a única dúvida dos conspiradores. As tropas em Berlim já estavam em prontidão, sob o comando de Witzleben, para tomar o poder.
Aconteceu então o momento decisivo: Hitler ordenou a invasão da Tchecoslováquia, e o exército alemão marchou para os sudetos tchecos. Bastava que a Grã-Bretanha e a França declarassem guerra contra a Alemanha que o golpe seria posto em prática. Hitler seria deposto e preso (ou assassinado) no mesmo dia. Mas então aconteceu o inesperado: o primeiro ministro do Reino Unido, Arthur Neville Chamberlain, cedeu às exigências de Hitler e na Conferência de Munique aceitou a maioria das exigências nazistas. Ele acreditava que assim procedendo evitaria a guerra. O que Chamberlain fez foi evitar o golpe e salvar a vida de Hitler. O medo de ir à guerra, por ironia do destino, foi exatamente o que causou a guerra. Tomando o caso Tcheco como base, e acreditando na falta de empenho e de fibra dos Aliados, em setembro de 1939, Hitler ordenou a invasão da Polônia dando início a Segunda Guerra Mundial.
A decisão covarde dos aliados em setembro de 1938 não evitou a guerra, apenas adiou o seu início dando tempo para que seu inimigo se tornasse mais forte. Aproximadamente 50 milhões de pessoas morreram em decorrência da covardia aliada em não respeitar o acordo de proteção com a Tchecoslovaquia. Bastava uma simples declaração de guerra à Alemanha em setembro de 1938, e Hitler teria sido apagado das páginas da história. A covardia tem um preço, e cedo ou tarde todos são obrigados a pagarem suas contas.
Permitir que o Irã e que a Coréia do Norte tenham acesso a armas nucleares é um erro. Evitar a guerra com esses paises acreditando que os mesmos irão se conscientizar da importância da paz é cometer o mesmo erro que Chamberlain cometeu em setembro de 1938.
De maneira mais localizada, está na hora de darmos um basta no MST, está na hora de darmos um basta na corrupção e no bando de selvagens, inimigos da liberdade individual, que estão destruindo o Brasil. Acreditar que ceder aos inimigos da liberdade evitará o conflito é incorrer no erro de Chamberlain. Ditadores só entendem uma linguagem: força física.
A idéia era simples: Hitler queria invadir a Tchecoslováquia, a Tchecoslováquia possuia acordos de proteção com a Grã-Bretanha e a França. Segundo o cálculo dos conspiradores, tão logo a invasão alemã começasse as potências aliadas interviriam e invadiriam a Alemanha (que nessa época ainda não era páreo para seus adversários ocidentais). Assim, para evitar a guerra e a destruição da Alemanha, os conspiradores prenderiam (e se necessário fuzilariam) Hitler. Aliás, fuzilar ou prender Hitler era a única dúvida dos conspiradores. As tropas em Berlim já estavam em prontidão, sob o comando de Witzleben, para tomar o poder.
Aconteceu então o momento decisivo: Hitler ordenou a invasão da Tchecoslováquia, e o exército alemão marchou para os sudetos tchecos. Bastava que a Grã-Bretanha e a França declarassem guerra contra a Alemanha que o golpe seria posto em prática. Hitler seria deposto e preso (ou assassinado) no mesmo dia. Mas então aconteceu o inesperado: o primeiro ministro do Reino Unido, Arthur Neville Chamberlain, cedeu às exigências de Hitler e na Conferência de Munique aceitou a maioria das exigências nazistas. Ele acreditava que assim procedendo evitaria a guerra. O que Chamberlain fez foi evitar o golpe e salvar a vida de Hitler. O medo de ir à guerra, por ironia do destino, foi exatamente o que causou a guerra. Tomando o caso Tcheco como base, e acreditando na falta de empenho e de fibra dos Aliados, em setembro de 1939, Hitler ordenou a invasão da Polônia dando início a Segunda Guerra Mundial.
A decisão covarde dos aliados em setembro de 1938 não evitou a guerra, apenas adiou o seu início dando tempo para que seu inimigo se tornasse mais forte. Aproximadamente 50 milhões de pessoas morreram em decorrência da covardia aliada em não respeitar o acordo de proteção com a Tchecoslovaquia. Bastava uma simples declaração de guerra à Alemanha em setembro de 1938, e Hitler teria sido apagado das páginas da história. A covardia tem um preço, e cedo ou tarde todos são obrigados a pagarem suas contas.
Permitir que o Irã e que a Coréia do Norte tenham acesso a armas nucleares é um erro. Evitar a guerra com esses paises acreditando que os mesmos irão se conscientizar da importância da paz é cometer o mesmo erro que Chamberlain cometeu em setembro de 1938.
De maneira mais localizada, está na hora de darmos um basta no MST, está na hora de darmos um basta na corrupção e no bando de selvagens, inimigos da liberdade individual, que estão destruindo o Brasil. Acreditar que ceder aos inimigos da liberdade evitará o conflito é incorrer no erro de Chamberlain. Ditadores só entendem uma linguagem: força física.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães
Abaixo seguem algumas diretrizes do Programa do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (o programa original contém 25 pontos):
11. Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.
13. Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.
14. Nós exigimos participação dos lucros em grandes indústrias.
15. Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada.
16. Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários aos Estaso, às províncias e municipalidades.
17. Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.
19. Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.
20. A fim de tornar possível para todos os alemães capazes e industriosos obter educação mais elevada, e assim a oportunidade de alcançar posições de liderança, o Estado deve assumir a responsabilidade de organizar completamente todo o sistema cultural do povo. Os currículos de todos os estabelecimentos educacionais serão adaptados para a vida prática. A concepção da idéia do Estado (ciência de cidadania) deve ser ensinada nas escolas desde o início. Nós exigimos que crianças especialmente talentosas de pais pobres, quaisquer que sejam suas classes sociais ou ocupações, sejam educadas às custas do Estado.
21. O Estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão de saúde nacional fornecendo centros de bem-estar maternal, proibindo trabalho infantil, aumentando aptidão física através da introdução de jogos compulsórios e ginástica, e pelo maior encorajamento possível de associações relacionadas com a educação física do jovem.
23. Nós exigimos que haja uma capanha legal contra aqueles que propaguem mentiras políticas deliberadas e disseminem-nas através da imprensa. A fim de tornar possível a criação de uma imprensa alemã, nós exigimos:
(a) Todos os editores e seus assistente em jornais publicados na língua alemã deverão ser cidadãos alemães.
(b) Jornais não-alemães deverão somente ser publicados com a permissão expressa do Estado. Eles não deverão ser publicado na língua alemã.
(c) Todos os interesses financeiros em, ou de qualquer forma afetando jornais alemães serão proibidos a não-alemães por lei, e nós exigimos que a punição por transgredir esta lei seja a imediata supressão do jornal e a expulsão dos não-alemães do Reich.
25. A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.
A formação de comitês profissionais e de comitês representando os vários estados do país, para assegurar que as leis promulgadas pela autoridade central sejam executadas pelos estados federais.
Os líderes do partido assumem a responsabilidade de promover a execução dos pontos agora mencionados a todo custo, se necessário com o sacrifício de suas próprias vidas.
Este era o projeto de governo do PARTIDO NAZISTA, alguma semelhança com fatos que conhecemos?
11. Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.
13. Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.
14. Nós exigimos participação dos lucros em grandes indústrias.
15. Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada.
16. Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários aos Estaso, às províncias e municipalidades.
17. Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.
19. Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.
20. A fim de tornar possível para todos os alemães capazes e industriosos obter educação mais elevada, e assim a oportunidade de alcançar posições de liderança, o Estado deve assumir a responsabilidade de organizar completamente todo o sistema cultural do povo. Os currículos de todos os estabelecimentos educacionais serão adaptados para a vida prática. A concepção da idéia do Estado (ciência de cidadania) deve ser ensinada nas escolas desde o início. Nós exigimos que crianças especialmente talentosas de pais pobres, quaisquer que sejam suas classes sociais ou ocupações, sejam educadas às custas do Estado.
21. O Estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão de saúde nacional fornecendo centros de bem-estar maternal, proibindo trabalho infantil, aumentando aptidão física através da introdução de jogos compulsórios e ginástica, e pelo maior encorajamento possível de associações relacionadas com a educação física do jovem.
23. Nós exigimos que haja uma capanha legal contra aqueles que propaguem mentiras políticas deliberadas e disseminem-nas através da imprensa. A fim de tornar possível a criação de uma imprensa alemã, nós exigimos:
(a) Todos os editores e seus assistente em jornais publicados na língua alemã deverão ser cidadãos alemães.
(b) Jornais não-alemães deverão somente ser publicados com a permissão expressa do Estado. Eles não deverão ser publicado na língua alemã.
(c) Todos os interesses financeiros em, ou de qualquer forma afetando jornais alemães serão proibidos a não-alemães por lei, e nós exigimos que a punição por transgredir esta lei seja a imediata supressão do jornal e a expulsão dos não-alemães do Reich.
25. A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.
A formação de comitês profissionais e de comitês representando os vários estados do país, para assegurar que as leis promulgadas pela autoridade central sejam executadas pelos estados federais.
Os líderes do partido assumem a responsabilidade de promover a execução dos pontos agora mencionados a todo custo, se necessário com o sacrifício de suas próprias vidas.
Este era o projeto de governo do PARTIDO NAZISTA, alguma semelhança com fatos que conhecemos?
Prova do Enade 2009 ou Ardil 22
A prova do Enade 2009 (que substitui o antigo Provão) tem como objetivo verificar o nível dos alunos e das Universidades/Faculdades brasileiras.
Vale a pena ler a prova. No começo tem até questão de quadrinhos!!!! Parece gibi. Esse é o nível que o Ministério da Educação (MEC) espera dos universitários brasileiros.... ler gibi.
Na parte geral a festa é generalizada. A questão 2 coloca uma charge com um garoto armado, tem uma enigmática questão 3 dizendo "Saco é um saco"... a questão 4 vai direto ao ponto: "o movimento antiglobalização apresenta-se..." O Sertão viaja a Veneza (seja lá o que isso signifique) também está na prova... a questão 8 é senasacional: "Qual das seguintes ações não contribui para a formação de uma sociedade leitora".
Uma das questões discursivas da parte de conhecimentos gerais perguntava sobre: "Qual direito social você destacaria para diminuir as desigualdades de renda familiares no Brasil?" O que é direito social. Que maluquice é essa? Eu conheço direito administrativo, penal comercial, etc., mas NÃO EXISTE uma matéria chamada direito social. O que é isso? Alguma vertente do direito bolivariano?
As questões de economia começam na pergunta 11, com questões de contabilidade social, mas não tarda a aparecer uma pergunta sobre Marx. Mas verdade seja dita, a prova de economia está bem feita.
Ardil 22 é a solução para ensinarmos os alunos a responderem as questões gerais do ENADE: Se ensinarmos os alunos de maneira correta, eles erram a prova. Se ensinarmos errado eles acertam.
Vale a pena ler a prova. No começo tem até questão de quadrinhos!!!! Parece gibi. Esse é o nível que o Ministério da Educação (MEC) espera dos universitários brasileiros.... ler gibi.
Na parte geral a festa é generalizada. A questão 2 coloca uma charge com um garoto armado, tem uma enigmática questão 3 dizendo "Saco é um saco"... a questão 4 vai direto ao ponto: "o movimento antiglobalização apresenta-se..." O Sertão viaja a Veneza (seja lá o que isso signifique) também está na prova... a questão 8 é senasacional: "Qual das seguintes ações não contribui para a formação de uma sociedade leitora".
Uma das questões discursivas da parte de conhecimentos gerais perguntava sobre: "Qual direito social você destacaria para diminuir as desigualdades de renda familiares no Brasil?" O que é direito social. Que maluquice é essa? Eu conheço direito administrativo, penal comercial, etc., mas NÃO EXISTE uma matéria chamada direito social. O que é isso? Alguma vertente do direito bolivariano?
As questões de economia começam na pergunta 11, com questões de contabilidade social, mas não tarda a aparecer uma pergunta sobre Marx. Mas verdade seja dita, a prova de economia está bem feita.
Ardil 22 é a solução para ensinarmos os alunos a responderem as questões gerais do ENADE: Se ensinarmos os alunos de maneira correta, eles erram a prova. Se ensinarmos errado eles acertam.
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