quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Diga NÃO à Licença Maternidade de 6 Meses

Tudo indica que o governo irá sancionar a licença maternidade de 6 meses. Isto é um erro. Quem vai pagar por esse erro são TODAS as mulheres do país. O motivo é simples: quem vai se arriscar a promover uma mulher? As empresas simplesmente não vão se arriscar a promover mulheres. Afinal, caso elas engravidem a empresa terá que ficar 6 meses com o cargo vago (ou ocupado de maneira provisória).

Essa nova medida do governo TAMBÉM irá DIMINUIR a empregabilidade das mulheres pelo mesmo motivo exposto no parágrafo acima. Resumindo, a licença maternidade de 6 meses irá diminuir tanto o salário como as oportunidades de emprego das mulheres.

Da próxima vez que você ver uma pesquisa dizendo que as mulheres ganham um salário inferior ao dos homens, NÃO culpe a discriminação ou o machismo do mercado, CULPE o governo.

12 comentários:

Anônimo disse...

VOCÊ É UM TREMENDO IGNORANTE!!!!

Anônimo disse...

E CERTAMENTE NÃO FOI FEITO NENHUM COMENTÁRIO, POIS VC MESMO NÃO DÁ O DIREITO DE LIBERDADE DAS PESSOAS COMENTAREM SOBRE ESSE ASSUNTO.

William dos Reis disse...

Caro Adolfo,
É lamentável a postura de algumas pessoas, onde num ambiente em que podemos expressar opiniões diferentes e aprender com elas, agem de uma maneira que nada tem a contribuir. Pena que poucas pessoas tem a capacidade de compreender além dos fatos.
Entendo sua preocupação e acho ela muito relevante. As mulheres podem sim perder espaço num ambiente que já é desfavorável para ela por vários fatores.
Nosso nobre professor Loureiro, inclusive, já publicou trabalho em que, se utilizando de algumas variáveis, mostra essa discriminação profissional por mulheres. Quem sabe que se com a aprovação dessa lei uma nova variável possa estar surgindo para afetar ainda mais negativamente este modelo.
É claro que se trata de uma discussão que vai além de aspectos econômicos. Inclua-se aí os assuntos sociais. É indiscutível o benefício que a presença da mãe trás à criança nos primeiros meses do seu nascimento.
Entretanto, se tratando de questões econômicas vale a frase que um professor um dia me disse: "Um prêmio que um economista nunca vai ganhar é de miss simpatia".
William dos Reis

Richard disse...

concordo plenamente,essa nova lei irá sim interferir na demanda por mão-de-obra das mulheres.

Badger disse...

Interessante ver exemplificado nas respostas acima o típico comportamento asinino cujo único argumento em defesa da própria ignorância é chamar os outros de ignorantes.
O Adolfo usou *ARGUMENTOS* para mostrar como a licença maternidade prejudica a mulher. De fato, *NÃO EXISTE* licença maternidade no país mais avançado do mundo, os EUA.
Em vez de se comportarem como energúmenos, *TENTEM EXPLICAR* por que é que o governo deveria tomar recursos de contribuintes e dos consumidores (grupos que incluem uma maioria de pobres) e entregá-los às progenitoras empregadas (dado que as desempregadas não recebem o benefício, o que por si só já é uma injustiça). Para agravar o quadro, além de tirar do pobre os recursos para licença maternidade, o governo *BENEFICIA PRINCIPALMENTE* os ricos, pois quanto mais rica a progenitora maior será o benefício financeiro.
É por motivos óbvios como estes que *NÃO EXISTE* licença maternidade nos EUA.
O Adolfo está *100% CORRETO*. E acrescento: *TODO DEFENSOR AD HOC* da licença maternidade é um *IGNORANTE* por definição.

Lucas Ferreira UNB disse...

Eu apoio você adolfo. O governo ao fazer isso, além de dificultar o ingresso das mulheres no mercado (o que já não é muito fácil), diminui o número de pessoas que gerarão riquezas para o país. Logo o governo ataca as mulheres, mas também atac indiretamente o mercado e a si próprio

Anônimo disse...

Interessante...
Observem que quem concorda com a opinião do Adolfo são homens...vejam a sensibilidade masculina...lamentável...em momento algum pensam nos benefícios(comprovados) da convivência da mãe com o bebê.

Anônimo disse...

É, Adolfo, a petralhada descobriu seu blog.
Agora, aguente ou faça a moderação, rapidinho...

Bruno disse...

Para acabar com o problema tornem todos iguais. Aumentem a licença paternidade para 6 meses também. Pronto! Assim anulam-se os efeitos negativos apontados pelo Adolfo.

Rachel disse...

Infelizmente existe esse problema, eu trabalho numa multinacional num cargo de certa "estatura" no entanto para ocupar meu cargo fui a primeira escolha da diretoria, apesar de ser mulher, jovem e ter deixado claro que minhas inspirações eram puramente familiares, que sempre colocaria minha familia em primeiro lugar e que gostaria de ter um filho em breve, o grande erro da maioria é enxergar só o lado negativo de algo, eu estou tranquila quanto ao meu cargo e os diretores tambem, pois sabem que ao fim da minha licensa eu voltarei inteira ao trabalho, sem precisar de desculpas pra ficar em casa com a minha filha...

Antes de criticarem tanto e falarem com tanta veemencia para que a lei não seja aprovada pensem que as mulheres beneficiadas tambem contribuem para a economia, e tb têm direitos...

MARCUS AURÉLIO ALVES CARNEIRO disse...

GOSTARIA QUE VC FIZESSE UM POST DIZENDO SOBRE ASSUNTO PARECIDO COM ESTE DO ARTIGO, MAS MAIS ABRANGENTE, INCLUINDO NEGROS, HOMOSSEXUAIS, MULHERES E IDOSOS, NA QUESTÃO DO MERCADO DE TRABALHO, UMA VEZ QUE AS PESQUISAS QUE DIZEM QUE ESTES GANHAM MENOS DO QUE OS HOMENS BRANCOS ADULTOS DÃO EXPLICAÇÕES ERRÔNEAS PARA O FATO DOS PRIMEIROS RECEBEREM SALÁRIOS MÉDIOS INFERIORES AOS ÚLTIMOS.

xavier disse...

Concordo com 6 mesem, mas tem que ter regras tipo assim, a cada 3 anos, quem tiver mais de um filho a cada tres anos não tera direito, ficando com apenas 4 meses.

Google+ Followers

Ocorreu um erro neste gadget

Follow by Email