Nao basta ser negro, tem que se sentir discriminado...
A decisao da UFSM beira o estimulo a conflitos raciais: para entrar na cota de negros, o negro tem que se sentir discrimiando.
A politica de cotas eh um erro, mas exigir que o candidato diga que se sente discriminado eh estimular os conflitos raciais.
terça-feira, 14 de abril de 2009
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3 comentários:
O imbe666cil do reitor ou pro qualquer coisa não entende da lógica mais tacanha: ele mesmo forneceu a prova da discriminação. A defesa é simples: não a deixam ser parda. Com quase certeza, o fato importante seria que os dois não mereceriam estar numa universidade. Mas será que esse é o retrato das nossa universidades: um reitor tantã e uma aluna esperta? Obs.: Não me lembro do nome do filme em que os oficiais da SS faziam o teste racial. Com certeza deve ter alguma ligação sanguínea (ou será sentimental) com o nosso reitor de olhos azuis que faz teste racial ou , na certeza de que raça é pra cachorro, teste de negritude. Adianto logo para todos os fins que sou pardo e estou constrangido com esse fato inusitado.
Adolfo, desde que ouvi falar em cotas, sou contrário. Existem maneiras de obter melhor resultado sem esse tipo de discriminação. Essa política que o Nosso Guia estimula, pode anotar, prejudicará as próximas gerações.
Abraço,
João Melo, direto da selva
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