quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma Homenagem a Paul Newman

Setembro completa 1 ano da morte de um dos maiores atores de todos os tempos: Paul Newman.

Paul Newman não era apenas um grande ator, era um homem que apoiava o mérito individual. Ele já era famoso quando contracenou com um jovem talentoso, Robert Redford, em Butch Cassidy and Sundance Kid. Nesse filme ocorreu um fato interessante: o agente de Paul Newman estava preocupado com os excessivos closes em Robert Redford e avisou ao diretor que a estrela era Newman, era Newman que deveria receber os closes. Nesse momento Newman intercedeu e disse que caberia ao diretor escolher o que seria melhor para o filme, e que ele confiava no talento dele. Se o diretor quissesse dar closes em Redford que assim o fizesse.

Esse era Paul Newman, grande ator e homem que respeitava o mérito individual.

Para finalizar, uma de suas grandes frases:

“I'm a supporter of gay rights. And not a closet supporter either. From the time I was a kid, I have never been able to understand attacks upon the gay community. There are so many qualities that make up a human being... by the time I get through with all the things that I really admire about people, what they do with their private parts is probably so low on the list that it is irrelevant.”

ou numa tradução livre:

"Eu defendo o direito dos gays. Não de maneira escondida. Desde que era criança, eu nunca fui capaz de entender os ataques contra a comunidade gay. Existem tantas qualidades presentes no ser humano... que quando vejo todas as coisas que eu realmente admiro nas pessoas, o que eles fazem com suas partes íntimas esta provavelmente la embaixo na lista das coisas irrelevantes".

terça-feira, 29 de setembro de 2009

TIM Celulares

O plano Infinity da TIM é realmente muito bom: toda vez que você liga para outro TIM você paga apenas o primeiro minuto. Só tem um detalhe: a quantidade enorme de vezes que a ligação cai ao redor de 1 minuto de conversa, obrigando você a ligar novamente e pagar novamente pelo primeiro minuto.

Não falo isso por ter ouvido dizer. Digo isso pois me filiei a esse plano e tenho minhas faturas telefônicas para mostrar a quantidade enorme de ligações finalizadas após o primeiro minuto. Não digo que haja má fé da TIM, talvez o que ocorra é que o grande aumento da demanda tenha comprometido a eficiência técnica do sistema.

O objetivo desse post é mostrar, mais uma vez, que a eficiência de uma empresa esta muito mais ligada a estrutura de mercado do que a quantidade de capital e tecnologia que ela possui. Mercados competitivos geram empresas mais prontas a atender o cliente do que estruturas oligopolistas de mercado (mesmo que em tais setores o nível de capital e tecnologia adotado sejam altos).

domingo, 27 de setembro de 2009

Deve o Governo Ajudar Profissões em vias de Extinção?

Com os recentes progressos tecnológicos, aliados a mudanças de padrões da sociedade, várias profissões deixaram de existir e outras enfrentaram grandes reduções de suas respectivas demandas. Por exemplo, a popularização do computador extinguiu a demanda por datilógrafos. De maneira similar, o apareceminento de restaurantes self-service reduziu a demanda por garçons. A mudança da moda deixou os trabalhadores de fábricas de chapéu em situação complicada. Será que o governo deveria evitar o desaparecimento de tais profissões?

Por mais absurdo que pareça, muitas pessoas acreditam que SIM. Sim, o governo deve salvar tais profissões. Por exemplo, TODA VEZ que o governo PROÍBE a adoção de novas tecnologias ele está DE FATO evitando que determinadas profissões tenham suas respectivas demandas reduzidas. Quando o governo proíbe o surgimento de postos de gasolina self-service, ele esta salvando o emprego dos frentistas (ao custo do bem estar do resto da sociedade). Por que tal benefício para os frentistas e não para os garçons? Quando o governo proíbe a importação de veículos usados de outros países, ele esta salvando o emprego das pessoas ligadas a essa indústria (ao custo do restante da população pagar mais caro por carros piores). Por que então não proibir o uso de computadores e salvar a pele dos datilógrafos? Ou então, por que não obrigar os homens a voltarem a usar chapéu? Afinal, ao pequeno custo de alguns reais para cada homem o governo poderia salvar milhares de empregos da indústria chapeleira.

Quando uma profissão defronta-se com sua extinção, isso ocorre pois as condições que propiciaram o surgimento de tal ofício não existem mais. Insistir em manter pessoas em tais ocupações serve apenas para reduzir a eficiência, e o bem estar da sociedade, apenas para o benefício de um pequeno grupo politicamente forte. O máximo que o governo deveria fazer é dar um treinamento e reciclar a mão de obra de setores que não são mais atrativos, para facilitar a inserção desses trabalhadores em novas ocupações.

Interessante que o argumento acima também se aplica tanto a política regional como a política industrial. Quando uma região, ou indústria, deixa de ser atrativa isso não ocorre por acaso. Ocorre porque é o momento de se deixar aquela região, ou indústria, e se mover para outro local onde a produção possa ser realizada de maneira mais eficiente. Aumentando assim a produção, a riqueza e o bem estar da sociedade.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Encontro Interestadual de Economia em Pirenópolis – Goiás

Encontro Interestadual de Economia em Pirenópolis – Goiás*

Dias 10, 11 e 12 de outubro.

Programação:

Dia 10 – Sábado.

14:30 - Chegada à Pirenópolis

15:30 – Palestra “Impacto da Crise no Turismo Alcoólico Goiano ” – Romenique Barbosa

Local: Camping do Théo.

19:00 – Apresentação de tese – “ Relação entre o Consumo de Álcool e as Interações Sociais” – Aline Maria

Local: Camping do Théo.

21:00 – Palestra - “Impacto das Taxas de Importação no Preço e no Consumo de Bebidas Importadas” – Felipe Alves.

Local: Rua dos Bares

23:00 – Confraternização entre os participantes até as 6:00 da manhã.

Dia 11 – Domingo.

11:00 – Mesa redonda – “Alcolismo Como Fator de Desenvolvimento da Sociedade” – Diego Cézar

Local: Camping do Théo

15:00 – Debate – “Geração de Empregos Relacionados ao Consumo Exagerado de Bebidas Alcoólicas” – Fábio Santana

Local: Prainha do rio

21:00 – Mini-curso – “Investindo em Ações da Ambev” – Nilo de Souza

Local: Rua dos Bares

24:00 – Confraternização entre os participantes até as 6:00 da manhã.

Dia 12 – Segunda-feira.

11:00 – Palestra – “Impacto no Preço das Bebidas com as Fusões de Empresas Produtoras de Bebidas Alcoólicas” – José Carneiro

Local: Camping do Théo

13:00 – Encerramento – Almoço ao som de Cássia Eller cover.

Local: Barraca do Galego no centro

15:00 – Retorno à Brasília



Informações: Fábio Santana – 8512-9688

Uma realização – Santana Produções e José Carneiro

*: infelizmente eu não poderei participar de tão importante Encontro, mas deixo aqui o apoio do meu blog a realização de tão nobre evento.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Brasil x Honduras

Exatamente o que o governo Brasileiro esta aprontando em Honduras? O Itamaraty deve esclarecimentos a população brasileira. Como é que Zelaya apareceu na Embaixada Brasileira em Honduras? O que outras 40 pessoas que apóiam Zelaya estão fazendo dentro da Embaixada do Brasil?

Por que Zelaya esta tão agradecido ao governo Brasileiro? O governo brasileiro forneceu logistica para a volta de Zelaya? Essas questões devem ficar claras.

Por fim, o que aconteceria se os militares de Honduras invadissem a Embaixada Brasileira? Que força tem o Brasil para evitar isso? Tudo leva a crer que estamos prontos para passarmos por mais um vexame internacional.

domingo, 20 de setembro de 2009

Quem era quem na II Guerra Mundial

Somos ensinados que durante a II Guerra Mundial existiam dois lados: os Aliados que eram compostos na sua maioria pelos Estados Unidos, Inglaterra, União Soviética e França que lutavam contra o Eixo que tinha a seu lado a Alemanha, a Itália e o Japão. Mas a rigor as coisas foram bem mais confusas. Por exemplo, a maior derrota naval francesa durante a guerra foi causada pela marinha inglesa. Também devemos destacar que a defesa de algumas posições do Eixo chegou a ser realizada por tropas francesas. Papel dúbio também coube a Itália que começou do lado do Eixo e terminou do lado Aliado.

A II Guerra Mundial começou com a invasão da Polônia, quem invadiu a Polônia? Resposta: Alemanha E União Soviética, que começaram a guerra como aliados mas terminaram como inimigos. Aliás a II Guerra começou com o objetivo de libertar a Polônia, mas no final a Polônia continuou ocupada (só que agora exclusivamente por tropas soviéticas). A União Soviética tentou também invadir a Finlândia, a Finlândia contava com a simpatia dos franceses e ingleses. Mas quando entrou na guerra a Finlândia entrou do lado alemão. A própria União Soviética é um caso curioso, quando os alemães invadiram a URSS parte da população local apoiou o exército invasor. Na famosa batalha de Stalingrado, parte significativa do 6º exército alemão era composta por cidadãos soviéticos contrários ao regime Stalinista.

sábado, 19 de setembro de 2009

Quem julga os críticos?

"O Senhor das Moscas" escrito por William Golding é um dos livros mais importantes escrito no século passado. Acabo de ver um documentário sobre o livro e me espantei em saber que ANTES de ser aceito para publicação o livro foi REJEITADO por 22 editoras.

Há algum tempo atrás um pesquisador enviou uma cópia do roteiro original de "Casabranca" (o famoso filme com Humprey Bogart e Ingrid Bergman) para 200 editoras, a maioria esmagadora rejeitou o livro como sendo de baixa qualidade. Uma parcela mínima foi capaz de identificar que o livro se referia ao consagrado filme.

Em economia são vários os casos de artigos clássicos que foram rejeitados, entre eles dois (sobre assimetria de informações e neutralidade da moeda) que dariam a seus respectivos autores prestígio internacional.

Até quando seremos reféns dos críticos e dos pareceristas? Interessante notar que esse pessoal passa impune por seus absurdos e pelo atraso monumental que trazem para a sociedade.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A Força das Instituições Brasileiras

As instituições brasileiras são frágeis, isso não é novidade. Mas, é SIMPLESMENTE ABSURDO que um MESMO presidente da República possa indicar 8 MINISTROS da MAIS ALTA CORTE JUDICIAL DO PAÍS. Isso mesmo, Lula indicou nada menos que 8 dos 11 Ministros do Supremo Tribunal Federal.

Soaria irônico, caso não fosse trágico, que no Brasil nós discutimos mais quem George Bush indicava para o Supremo Americano do que discutimos quem o nosso presidente indica para nosso Supremo.

Nunca antes neste país um presidente teve tanto poder assim no STF. Aliás, indicar o advogado que por várias vezes defendeu o PT para ser ministro do STF é motivo para crise institucional. Mas por aqui tudo parece normal.... já já estaremos escalando advogados de traficantes para o STF.

Esta sendo criado no STF um núcleo de defesa quase eterna do PT, é inadmissível que um presidente da república possa indicar para o STF uma pessoa com quem já teve relações claras e diretas de interesse.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A Megasena e a Eficiência dos Mercados

Nenhum economista pode prever quando a megasena irá acumular ou quais números serão sorteados. Como acertar na loteria deve ser o sonho de muitos economistas, e como os economistas são incapazes disso, este é um indício da incapacidade dos modelos econômicos realizarem previsões confiáveis.

Por mais absurdo que o parágrafo acima pareça é exatamente este o argumento que está sendo usado contra os economistas. Os números da megasena são sorteados, logo se alguém fosse capaz de prevê-los esse seria um indício de fraude. É justamente o fato de que ninguém é capaz de prever os números sorteados que torna o sistema da megasena eficiente.

Quando um economista é incapaz de prever os movimentos do mercado o mesmo argumento acima se aplica. Se alguém fosse capaz de prever os movimentos futuros do mercado, então os mercados não seriam eficientes. É justamente a incapacidade de se prever movimentos futuros o que caracteriza um mercado como sendo eficiente. Ao dizer que os economistas são incapazes de prever crises, os detratores, querem salientar que nossos modelos não servem para nada. Contudo, um dos principais resultados dos modelos econômicos é justamente afirmar que em mercados eficientes não é possível se prever o movimento futuro dos preços, isto é, num mercado eficiente é impossível prever com antecedência uma crise.

A rigor muitos analistas identificaram problemas no mercado imobiliário americano muito antes da crise sub-prime ocorrer. Este fato mostra justamente que o mercado imobiliário americano não era eficiente. E uma das principais razões para tal ineficiência reside nas abundantes regulamentações governamentais existentes nesse mercado. Assim, diminuir a regulação e não aumentá-la é o caminho mais seguro para melhorar a eficiência do mercado imobiliário. Contudo, tornar o mercado imobiliário americano mais eficiente irá diminuir a habilidade dos especialistas em realizarem previsões nesse mercado. Ou seja, quanto mais próximo um mercado estiver da eficiência, menor é a habilidade de se prever mudanças nos preços.

domingo, 13 de setembro de 2009

A Escolha Brasileira pelos Aviões Franceses

Não deixa de ser irônico que o governo brasileiro tenha escolhido comprar aviões de combate de um país que, desde o advento da aviação de guerra, nunca venceu um conflito armado. Mas dos males o menor, melhor comprar caças franceses do que tentar produzí-los internamente. Aliás, esse é o ponto do acordo que mais me preocupa: transferência de tecnologia. Na ausência de transferência de tecnologia o Brasil seria obrigado a continuar comprando caças de outros países. Isto é, estaríamos comprando caças melhores por um preço mais baixo. Já com transferência de tecnologia é bem capaz do Brasil, em alguns anos, tentar produzir esses aviões aqui mesmo. Ou seja, prejuízo e insegurança nacional na certa.

Não sou grande especialista em aeronaves de combate, mas gosto de assistir ao Discovery Channel. Lá o F-18 é figurinha carimbada, basta falar em aviões de combate e sempre aparece o F-18. A melhor e mais forte força aérea do mundo, a americana, usa os F-18. Em compensação nunca vi nem ouvi sinal do caça francês. O F-18 americano tem a maior vantagem possível: eles não transferem a tecnologia para o Brasil. Isso nos dá duas certezas: a) a tecnologia deve ser boa (só o governo brasileiro para acreditar que algum país do mundo transfere tecnologia militar que funcione para um país que apóia Chaves e diz que o Irã é um país democrático); e b) sem transferência de tecnologia não iremos gastar para desenvolver caças internamente.

Por fim, digno de nota é a aparente infindável paciência de determinado segmento das forças armadas brasileiras que é continuamente humilhada pelo governo Brasileiro. O governo pede um relatório para as forças armadas e toma sua decisão ANTES do relatório dos militares ficar pronto. Isso é uma afronta aos militares que trabalharam e gastaram tempo e recursos para decidir sobre a melhor opção, e sequer foram consultados na hora da decisão. Se era para escolher o caça francês, então por que pedir relatórios e humilhar as pessoas que trabalharam para dar o melhor de si ao país?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Barrichello, o cara de pau

Rubens Barrichello critica Nelsinho Piquet por este ter batido de propósito numa corrida (para favorecer seu companheiro de equipe).

Barrichello esta certo, o comportamente de Nelsinho foi anti-esportivo e merece ser punido. CONTUDO, Barrichello também já entregou corridas para favorecer seu companheiro de equipe. Esse comportamente TAMBÉM é anti-esportivo e também merece ser punido. Não devemos esquecer que o próprio Senna também já recorreu a expediente parecido... não me lembro de Barrichello ter se posicionado contra.

Só não entendi porque Barrichello foi tão duro com Nelsinho mas não disse uma única palavra contra os mentores do acidente.... Bom de qualquer maneira, quem entrega corridas não tem muita moral para cobrar espírito esportivo dos outros.

Dinheiro, Casamento e Felicidade

Dinheiro traz felicidade? Pergunta difícil de responder, mas tudo indica que independentemente de trazer felicidade, dinheiro certamente parece NÃO trazer casamento.

Estou conduzindo uma pesquisa sobre o impacto de grandes choques positivos de renda sobre a probabilidade de continuação de um casamento. Resultados preliminares parecem sugerir que existe relação entre grandes incrementos repentinos de renda e fim de um casamento.

Enquanto a pesquisa não fica pronta, segue um vídeo/documentário que vale a pena ver. E ai, voce concorda com a motivação básica do vídeo?
video

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O Retorno do Ativo SEM Risco e o Estado Brasileiro

Em finanças é muito comum o uso de modelos ao estilo CAPM. Nesta tradição de modelos é adotado um ativo SEM risco para fazer parte da análise. De maneira geral esse ativo SEM risco não existe, mas adotam-se os títulos do governo como uma proxy razoável. Na prática os experts em finanças costumam assumir que os títulos do governo indexados a taxa selic não tem risco.

Olhando o comportamento de longo prazo do governo Brasileiro fico intrigado com essa questão. Afinal, calote do governo não é propriamente uma novidade por aqui. O exemplo mais óbvio são as infinitas mudanças unilaterais de contrato que o governo fez uso nos últimos anos no mercado de previdência pública. Outro exemplo recente foi o calote dado pelo Presidente Collor.

Vendo as notícias da semana noto que o governo acaba de se superar: agora ele quebra também contratos salariais. Sim, isso mesmo, o governo Brasileiro agora reduz unilateralmente contratos salariais de funcionários regularmente em atividade e aprovados em concurso público. Refiro-me ao intrigante caso da Universidade de Brasília. Os professores aprovados em concurso público visualizaram a oferta de salário, oferecida pelo Estado, no Diário Oficial da União. De posse dessa informação, muitos aceitaram a oferta de emprego e assumiram postos na UnB. Receberam seus salários de acordo com o que estava fixado, mas agora o Tribunal de Contas da União identificou um erro e o salário dos professores da UnB foi reduzido. Ou seja, o Estado ofereceu o salário X aos professores, estes concordaram com o salário X, o contrato foi assinado, determinando que os professores receberiam o salário X, os professores receberam o salário X por um período e agora, de maneira unilateral, o Estado rompeu esse contrato.

Muitas vezes argumenta-se que a taxa de juros no Brasil é alta demais. Alguns culpam a baixa elasticidade juros da inflação, outros culpam erros de política econômica. Na minha lista de culpados o principal deles é o Estado Brasileiro. De tantos calotes e quebras unilaterais de contrato geradas pelo governo, o mercado acaba exigindo um prêmio de risco que em nada se assemelha a um ativo SEM risco. Afinal, no Brasil, fazer negócios com o Estado costuma ser bem arriscado.

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