segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O Brasil que queremos

A oposição tem se vangloriado que recebeu 44 milhões de votos. Acredito ser essa uma versão equivocada dos fatos.

O PSDB não recebeu 44 milhões de votos. Serra não recebeu 44 milhões de votos. 44 milhões foram os brasileiros que votaram contra Lula, que votaram contra esse modelo de governo.

É o momento da mudança. Os partidos políticos que querem se dizer oposição devem entender que o Brasil é um país conservador. Nossa população é conservadora. Não queremos esmola, queremos menos impostos. Queremos proteção a propriedade privada, proteção dos direitos individuais e liberdade de mercado. Será que algum partido político pode nos oferecer isso?

Talvez falte ao nosso país algo como o Tea Party nos EUA. O que fazer?

5 comentários:

Minimega disse...

Prá mim este entendimento é correto.
Atuei intensamente nestas eleições e verifiquei que a oposição está, digamos, 70% desarticulada. 20% ficam por conta da mídia e os 10 restantes, aos mandatos e respectivas influências.

Chutando a Lata disse...

Dica do blog betocritica.blogspot.com/

Agora é oficial: Dilma planeja o fim da propriedade privada e registra no TSE
Consta do Plano de Governo de Dilma Rousseff (PT), registrado hoje, no TSE, uma meta que, na prática, acaba com a propriedade urbana ou rural. O dono do imóvel não poderá pedir reintegração de posse, caso ela seja invadida. Pelo Plano de Governo de Dilma Rousseff o proprietário terá que enfrentar uma audiência pública, da qual participarão os movimentos sociais para analisar os "direitos humanos" envolvidos.

O juiz ficará sujeito à decisão dessa audiência. É fácil imaginar como crescerão o número de invasões e a desordem no campo e nas cidades!

Por exemplo: se você tem um apartamento e ele estiver desocupado, pois está em processo de aluguel, e o mesmo sendo invadido você não terá mais direito a ele, se os "movimentos sociais" assim decidirem.

É o fim da propriedade privada no Brasil. É a "cubanização" do País!

Anônimo disse...

Olha, convém, também, não cair em certos exageros. Clamar por um "tea party jaboticaba", nem pensar. Ou "coffee party", "sugar party", "pão de queijo party" ou "rapadura party". Basta uma oposição consistente para dar conta do recado. Desde que entenda, de uma vez por todas, que é oposição. E que não pode deixar na orfandade mais de 40 milhões de cidadãos que votaram contra as propostas do governo. Agora, o novo governo vai tentar, digamos, cooptar essa oposição, avançando sob suas bases e/ou locais onde foi mais votada. Por isso há necessidade de a oposição ser oposição. Sem adjetivos.
Dawran Numida
Dawran Numida

Anônimo disse...

Algo a fazer desde já. Cobrar a saída do Ministro da Educação e lutar para que o Enem retorne às proposições pelas quais foi criado: avaliação das escolas. Para avaliação de alunos há o Enade, criado na gestão Cristovam Buarque. Se um ou ambos passam ser utilizados em algum momento ou de alguma foram para compro notas ou pontos para o ensino superior, é parte das discussões que as oposições deveriam desde já capitanear. Já seria uma luta e tanto. Pode também avaliar o pré-sal e o novo marco regulatório do petróleo. Há muita mística neste assunto. Seria outra luta e tanto.
Dawran Numida.

Anônimo disse...

Esse item do plano é algo que só terá chances de passar caso as oposições estejam dormindo ou cooptadas de forma irremediável. Pode não passar de um blefe. Ou ser um teste de resistência. Estressar o ambiente político com várias proposições polêmicas e avançar em outras áreas menos vigiadas. As oposições não devem cair nessa.

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