quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal

Estava andando pelo Terraço Shopping em Brasília quando paro em frente à livraria Leitura. Para meu espanto, lá estava NA VITRINE E EM DESTAQUE o livro "Minha Luta" de Adolf Hitler.

Em "Minha Luta" Hitler destila todo seu ódio contra judeus e deixa claro seu caráter belicoso. Exatamente por que um livro desse estava em destaque na vitrine de uma livraria na época de Natal? Só existe uma resposta: existe grande demanda por esse livro. Em palavras, o mal ainda vive. O germe do autoritarismo e do ódio racial ainda está entre nós.

Existe uma grande diferença entre ler livros sobre Hitler e ler "Minha Luta". Estudar Hitler é uma maneira de nos anteciparmos e evitarmos desastres similares. Contudo, os interessados em "Minha Luta" dificilmente estão interessados em evitar um outro Hitler, é mais provável que queiram aprender com Hitler.

Essa é minha mensagem de Natal: o mal ronda nossa sociedade, e apenas a vigilância e o sacrifício são capazes de manter as conquistas da civilização. A liberdade não é um presente isento de custos, e sua manutenção nunca deve ser atribuída a terceiros. Defender a liberdade é um dever de todo homem e mulher que prezam a vida em sociedade.

Que neste Natal o espírito natalino ilumine todos os lares, e que o amor a nossa família e ao próximo nos de forças para nos opormos a todo atentado contra a liberdade individual.

FELIZ NATAL!!!

24 comentários:

Anônimo disse...

Off Topic:

Mencionaram seu comentário no Mão Visivel.

http://krugman.blogs.nytimes.com/2010/12/19/paleomonetarism/

Anônimo disse...

Os donos da Livraria Cultura não são judeus? E põem Hitler na vitrine porque há quem queira comprar? É... a realidade imita as piadas...

Leonardo Monasterio disse...

Adolfo,
Otimas festas para vc!
Abracos,
Leo

Blog do Adolfo disse...

Caro Anonimo,

A livraria em que o livro estava exposto era a livraria LEITURA (e nao cultura como voce cita).

Adolfo

Chutando a Lata disse...

Atualizando as pendengas:
Estaleiro do Açu o exemplo didático da pilhagem.
O esquema de pilhagem, no Brasil, é simples. Um empresário bem sucedido, financiador de campanhas presidenciais, tem uma idéia genial: vamos desenvolver o Brasil. Para isso escolhe um projeto qualquer, já que ele não é do ramo empresarial que manufatura, onde o aprendizado é necessariamente feito devagarzinho no contexto bem conhecido do tal do learning by doing. O esquema , não se pode esquecer, é o da rapinagem, ou melhor, da engenharia financeira. Decidido o projeto, na calada da noite, em reunião regada a uísque e prostitutas, os donos do Brasil começam os preparativos. Se é preciso lei, chamam os caciques dos partidos que determinam aos seus capangas, ou melhor, os políticos eleitos para que aprovem, a toque de caixa, porque aqui tudo é urgente, as leis que darão sustentação ao projeto. Geralmente tal iniciativa parlamentar é considerada urgente e pula a pauta, atrasando mais ainda propostas corriqueiras como as da saúde. Se tem gastos iniciais, autorizam o Governo a pegar empréstimos no exterior, geralmente sob a batuta do FMI ou do Banco Mundial; burocracia acomodativa da ralé burocrática que faz estágio de rapinagem, ou melhor, de economistas bem treinados a merecerem pós-doutoramento em economia sustentável. Se é preciso preparar a área física, com desapropriação ou qualquer outro investimento de caráter essencial para o projeto da rapinagem, rotulado de caráter público, estará a farsa sendo construída em bases reais, amparando legalmente a captação de recursos necessários para o cumprimento do acordo que pode até gerar corrupção transversa, se os empreiteiros entram na festa. Como todos sabemos, esses nossos empreiteiros são uns broncos.
Com a área limpa, começa, propriamente, a funcionar a engenharia financeira. O chute inicial é dado pelo BNDES que entra majestosamente em cena, emprestando um quilo de dinheiro a juros de 6% ao ano para pagamento daqui a dez ou quem sabe vinte anos, na modalidade balão: pagam, no final, juros e capital. Aí, para dar vida ao negócio, entra na festa de arromba, ou melhor, no empreendimento estratégico e vital, os economistas PHds (de m e r d a) , treinados em modelos sofisticados (que serve pra p o r r a nenhuma) dando asas ao bitbul. Aplicam os recursos a 12% ou 15%, geralmente em títulos públicos, contratando simultaneamente operações financeiras no mercado internacional na quantia necessária para tocar o projeto. Como tem o risco cambial, podem fazer algumas operações complicadas, com opções ou coisa parecida para fugir desse risco cambial. Os juros desses empréstimos internacionais, tirando o risco cambial, geralmente ficam abaixo dos juros do BNDES. Mesmo se o câmbio trouxer algum tipo de problema, o Banco Central já tem os swaps cambiais prontinho para passar o risco cambial pro mercado, ou melhor, para o tesouro (em outros tempos diria o povo, mas o povo daqui é bosta mesmo nem sabe que vive numa s u r u b a e já não digo entrando com o de cujus, porque as coisas hoje são diferentes do meu tempo). No final das contas, o canalha empresarial, ou melhor, o homem de negócios do ano, conseguiu fazer a custo zero o seu empreendimento maroto. Se as coisas funcionam bem ainda leva um troco para casa. Não é à-toa que esses bandidos conseguem estar no hit dos bilionários do planeta em revista de futilidades.
continua

Chutando a Lata disse...

Esqueci do mais importante:quem produzirá o aço? Como o empresário tupiniquim é em tudo canalha, obviamente não sabe produzir patavina. Nem precisa, o sócio majoritário é o alemão que, percebendo a zona que é o país, sabe que as máquinas e os engenheiros terão que vir de sua terra. Recentemente, em mesma estrepolia siderúrgica com parceiro chinês, até trabalhador considerado de baixa qualificação trouxeram das estranjas. Não importa, a parte tecnológica só os gringos dominam, pois é fato notório e até internacional que o brasileiro é analfabeto funcional. Se o nosso empresário tupiniquim fizer o dever de casa direitinho, talvez ganhe uma boa participação acionária.
Bom, vão chamar isso de investimento estratégico. Eu vou chamar de pilhagem e já começo a ter saudades do tempo da escravidão. O ser humano valia muito mais, pois era tratado como capital e não como otário anímico.

Anônimo disse...

Não sei se o mercado editorial funciona assim: a demanda gerando sua própria oferta. Talvez até haja demanda para tal tipo de literatura. Afinal, na internet há, de sobra, download grátis do material. Apesar disso, mesmo que funcione dessa forma, defendo o direito de quem quer ler Mein Kampf. Qual será o problema de lê-lo? Já li boa parte dele e, o máximo que consegui, foi ter mais informação sobre o canhalha. A propósito, uma maneira de conhecer bem a trajetória desse boçal, é ler Hitler, de Joachim Fest. É bem esctrito e bem fiel, no que interessa e até onde li, ao Minha Luta.

Luciana disse...

Não podemos nos esquecer de Karl Marx, que está sempre em destaque nas livrarias.Quer coisa mais abominável do que o manifesto comunista? Não consigo entender tanta idolatria a esses sujeitos.Isso se aplica tbm ao Luiz Inácio Lula da Silva.
bj

José Carneiro da Cunha disse...

Voltemos aos velhos tempos...
Não concordo com a idéia de que a defesa da liberdade exija sacrifícios. Vigilância sim, sacrifício não.
Defino sacrifício como uma ação que reduz a utilidade do indivíduo. É mais do que simplesmente custo. Nesse sentido, a defesa da liberdade envolve custos, mas os benefícios de sua existência superam e muito os custos associados a sua defesa. Logo, não há sacrifício, não há nenhum custo de oportunidade superior.
Aqueles que aceitam uma vida sem liberdade renunciam a própria vida. Assumem a forma de um ser inanimado, nada mais que uma chave de fenda.
Aposto que logo logo vem um boçal falar... mas não há liberdade no capitalismo blá blá blá blá. o dinheiro e o salário de substência blá blá blá blá... a obrigação de trabalhar e ser explorado pelo capital blá blá blá blá... a imposição do consumo excessivo para honra do capital especulativo bláblá blá... Vou aguardar, será um prazer mostrar que não passará de mais um imbecil analfabeto.

Abs

José Carneiro

Anônimo disse...

Quando vi esse post a primeira coisa que pensei foi: vamos ver qtos comentários surgiram te apoiando. Na última postagem sobre um livro de Ayn Rand muitos te criticaram por dizer que se tratava de uma obra indispensável... então pensei; veremos quantas pessoas se mostrarão indignadas da mesma forma por um livro de Hitler está na vitrine de uma livraria, e como vc bem falou, só pode estar lá por haver demanda por ele. Discordo de vc em um ponto, assim como o anônimo, acredito que nem todos que lêem são a favor do que Hitler pregava. Mas pode haver o desejo de “conhecer” o canalha e para, até mesmo, comparar com os argumentos de estudiosos. Sejamos sinceros, é bastante preocupante o livro está na vitrine. Nenhum livro é posto em uma vitrine se não há uma demanda grande por ele. E com certeza se há essa demanda a grande maioria é de pessoas que o tomaram como uma bíblia e não o contrário, e esse fato tem que deixar (como vc bem falou) de vigília todos que são contra o nazismo. Incrível como um livro sobre liberdade individual despertou tanta fúria e um que prega justamente o oposto não há a mesma fúria em criticá-lo.
Fica meu apoio. Amanhã ligarei para o gerente e farei umas perguntas sobre o livro estar na vitrine.

Zé Carneiro, entendo sacrifício com outro sentido. Sempre sacrificamos uma coisa em favor de outra maior, tbm não creio que a utilidade do indivíduo seja diminuída mesmo ele fazendo sacrifícios, pois há um objetivo maior que só é alcançado se fizer uma escolha em prol de outra.

A comparação com Marx foi a mais inusitada que eu li (para não dizer outra coisa). Um autor que pregou o contrário do que Hitler pregou. Kkk... E com lula então!! Kkkk... Esse é o grande problema do povo, ele não tem foco, em vez da preocupação ser: TEM UM LIVRO NAZISTA SENDO DEMANDADO O QUE FAREMOS PARA IMPEDIR ISSO, O FOCO É DESVIADO.

Anônimo disse...

De pessoas como o José Carneiro que este sistema falho sobrevive. Uma pessoa que não aceita ser confrontada e somente está disposta a atacar e criticar pessoas que tem idéias contrarias as do grupinho do blog.

Anônimo disse...

continuando...
não sei o porque de tanta vontade de aparecer com postagens tão grandes e elaboradas. Não creio que o sr. Carneiro tenha tanta qualificação assim para ser o ditador das regras.
Desculpe-me se não gostou do meu comentário, mas acredito que possamos emitir nossas opiniões.

Ângelo disse...

Olá Adolfo; coincidentemente, Adolf e Adolfo, embora, personalidades bem distintas.
O motivo de se colocar, na época de pico de venda anual, um livro cujo autor é Hitler é porque vende e, se não vender, é um chamariz.
E, porque vende?
Porque desperta o interesse em saber. Saber o que?
Antes de responder a isto, creio que:
- primeiro, as pessoas tem tendência à religiosidade e a serem conduzidas; Hitler conduziu e foi cultuado.
- segundo, as pessoas gostam do que é mal, da tragédia de outrem. O homem tem tendência má. Compare as vendas de revistas, jornais quando estão estampadas boas ou más notícias. Com péssimas notícias, se vende muito mais.
O saber, que as pessoas querem, é conhecer o que é mal.
Perceba que os consumidores de livros estão na elite econômica e intelectual. Não são os miseráveis (materialmente)!
Não que eu seja bom, mas já li sobre a vida do ditador nazista, dos seus principais colaboradores, a forma do regime (ideologia e instituições) e o desenrolar do conflito; para entender múltiplas coisas, repito, não que eu seja bom.
A mídia foi uma das principais responsáveis pela ascenção do praça a líder germânico e ainda o é por sua celebridade atual.
Ninguém se lembra dos exércitos e instituições aliadas, mas, dos nomes Goebels, Himller, Rommel, SS, Gestapo, SA, Panzer, blitzkrieg, Anscluss, Wermacht, Mengele, Eichmann (outro Adolf), Reich, etc, estão bem presentes na memória de muitos.
Os milhões de heróis anônimos aliados que perderam a vida pela liberdade e as incontáveis vítimas de tão destrutiva guerra e genocídio, poucos se lembram,...
Um abraço.

Anônimo disse...

Caro,

Por pior que seja o livro, é melhor ter o livro na vitrine do que o livro proibido. Se alguém quer ler Minha Luta, que leia; se alguém quer ler Mussoline, Lenin, Mao ou Stálin, leia. Se gostar do que leu, triste, mas nada a ser feito. Se colocar em prática o que leu, cadeia, ou o que a lei mandar. Não gosto da idéia de crime de opinião. Que cada um pense e fale o que quer, mas faça apenas o que a lei permite, este é um princípio que me agrada mais.

Quanto a misturar Comunismo com Nazismo, não tem problema, é tudo a mesma coisa, variações do socialismo com discursos diferentes e práticas semelhantes. Sempre vale lembrar que o partido de Hitler cahamava-se Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nazista era apelido), ou seja era um partido socialista, trabalhista e nacionalista.

Quanto a capitalismo e liberdade, podemos até discutir o tema (principalmente quando existem monopólios), o que não dá mais para discutir é liberdade fora do capitalismo. Uma discussão interessante na primeira metade do século XX, excêntrica de meados do século XX até 1989, sem sentido a partir daí.

Abraço,

Roberto.

P.S. Feliz Natal e excelente Ano Novo.

Blog do Adolfo disse...

Grande Roberto,

Evidentemente concordo contigo. Tanto é que em momento algum critico a disponibilidade do livro. O que me espanta é o destaque dado ao mesmo, o que na minha leitura mostra que existe muita demanda pelas ideias assassinas de Hitler.

Grande abraco,
Adolfo

Anônimo disse...

Essa ideia de opressao que eu nao entendo. O blog fala as vezes de liberdade e nao aceita que o livro seja vendido. Quanto ao Jose Carneiro, nao concordo com esse tom provocativo e opressor que ele coloca em seus comentarios.

Blog do Adolfo disse...

Caro Anonimo das 15:21,

Faca um favor a voce mesmo e comece a ler os textos com mais atencao. Voce vera como sua vida ira melhorar.

O meu texto em momento algum sugere a censura de livros (ate porque eu sou contra isso). O meu ponto nao eh a venda do livro, mas apenas a observacao de que se um livro desses recebe tal destaque (ser exposto numa vitrine), entao isso parece suerir que existe alta demanda por ele.

Adolfo

Nilo disse...

Que cambada de palhaços, não interessa que o livro esteja sendo vendido, e sim o destaque que está sendo dado a ele.
O pessoal tem o direito de ler, mas como o Roberto bem disse, se quiserem praticar oq está escrito, cadeia neles.
E quem não entende tantos ataques desses anônimos aos simpatizantes do blog sou eu, se tem algum problema conosco, sejam homens (ou mulheres) e resolvam, não fiquem se escondendo com esse anonimato seus covardes imbecis.
Esse pessoal não entende que este é um blog que divulga idéias liberais, se não concordam, digam pq e esponham seus pontos de divergência e parem de tentar nos agredir inutilmente.
Cambada de canalhas!!!
Apoio total ao blog e ao Zé!!! E não venham me encher o saco que não vou discutir com covardes!!!

Anônimo disse...

As pessoas quando nao tem argumentos partem para ignorancia! Sr. Nilo procure se acalmar.

José Carneiro da Cunha disse...

Prezado anônimo das 17:36, parece que você desconhece a noção de custo, sacrifício e utilidade. Em uma visão microeconomica,, sacrifício deve implicar em redução na utilidade. Esse argumento não e meu, mas concordo com ele. Essa visão foi bem definida em um livro chamado Custo e Escolha, escrito por um prêmio Nobel em Economia.

Abs

José Carneiro

José Carneiro da Cunha disse...

Prezado anônimo das 19:50,

Tanto aceito o confronto que fui eu mesmo quem o propôs. Porém, você com toda sua aparente formação (a minha e publica, basta clicar em minha assinatura) que ninguém sabe qual e "roeu corda".

Comece definido "sistema falho". O que defendo tem falhas sim, mas funciona muito melhor que a alternativa.

Sobre a "complexidade" dos meus escritos, qualquer pessoa semialfabetizada descorda de você. Eles são ate bastante simples.

O problema e que gente como você não esta acostumada com o debate. Afirma não haver espaço para desacordo quando a própria publicação do comentário contrária a afirmação.

Que tal você se identificar, como qualquer pessoa honrada faria, expor suas idéias e então nos debatermos? Tem coragem de dar a cara a tapa?

Ah... Não precisa se desculpar por postagens dirigidas a minha pessoa, o que precisa e preenche-las com opiniões e idéias, dessa forma não terá do que se desculpar, como eu não me decuplo pelas minhas.
Abs

José Carneiro

José Carneiro da Cunha disse...

Prezado anônimo das 15:21,

Opressor pq? Alias, se minha simples ameaça de desmascara com argumentos algum trapaceiro intelectual e tão eficaz, lhe digo que fico muito, mas muito FELIZ com essa informação.

Opressor e quem precisa de armas, a mim bastam palavras, a história e a lógica.

Abs e feliz ano novo.

José Carneiro

Anônimo disse...

Concordo com vc, Angelo, o homem tem tendências más, na verdade acredito que essa tendência é a necessidade de se sentir melhor que os outros, por isso Hitler teve o apoio que teve.
Li um comentário que me agradou bastante, “Que cada um pense e fale o que quer, mas faça apenas o que a lei permite” Mas ninguém estava julgando a disponibilidade do livro. Que fique claro isso! Como eu sempre digo ninguém combate aquilo que não conhece então a leitura é ‘necessária’ até mesmo para saber comparar com possíveis ‘iguais’ a ele. Essa possível igualdade é difícil de perceber, pois como o Roberto falou, seria contra a lei, então a pessoa age de forma sutil.

Também não concordo com a comparação a Marx, ele pregava outra forma de igualdade e não apenas de uma ‘raça’(nacional socialista apenas para arianos) Práticas semelhantes, provavelmente vc se refere,Roberto, qdo Marx mandou matar todos os burgueses capitalistas, né? Mas essa parte da historia deve estar só na cabeça de uns... Até onde sei, provavelmente sei pouco, Hitler era anti-marxistas, então só por esse fato não se pode compará-los.

Quanto ao ataque ao ‘grupinho’ do blog. São todos ridículos! Desde o primeiro que começa a provocar e os outros que aceitam a provocação. Discutam o assunto em pauta não as provocações de despeito. Mostrem-se mais inteligentes!

Ângelo disse...

Colega, anônimo das 06:05 h, o apoio a Hitler partiu principalmente da elite germânica devido às circunstâncias da época. Houveram vários motivos que favoreceram à ascensão do ditador ao poder e a modificação do pretendido. Daria um grande volume escrever sobre isto; e acredito em outras coisas que não convém explicitar.
PS: sei que escrevi alguns nomes e palavras estrangeiras incorretamente; as conheço, porém, não redijo o que escrevo.
Um abraço a todos.

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