segunda-feira, 28 de março de 2011

Batalha de Los Angeles

Acabei de assistir "Batalha de Los Angeles", boa diversão. Agora entendo a revolta, e o despeito, dos intelectuais em relação a esse filme. O maior mito da intelectualidade é implodido nesse longa-metragem: o materialismo histórico.

O materialismo histórico é doutrina dominante nos intelectuais de esquerda: a idéia de que o indivíduo é refém da época e da sociedade em que vive. Para esses gênios, simplesmente não há espaço para um indivíduo fazer diferença nos rumos da história. "Batalha de Los Angeles" mostra o óbvio: um indivíduo, sempre, pode fazer a diferença.

Não bastasse chutar sem dó nem piedade o materialismo histórico, o filme ainda joga pra longe as idéias de Freud e Adler. Mostrando que mesmo quando o ambiente é inóspito, e sem esperança de sexo ou poder (ou qualquer outro tipo de recompensa), ainda assim muitos de nós não se comportam como animais. Mantemos, mesmo em situações extremas, nossa humanidade não por questões de recompensa, mas simplesmente porque é o certo a ser feito.

Um indivíduo, sempre e em qualquer sociedade, pode fazer a diferença. A história de nosso mundo já demonstrou isso.

14 comentários:

Anônimo disse...

É como diria o sábio professor George da UCB, se o homem fosse fruto do meio e se por acaso te jogassem em uma sauna gay, vc estaria lascado!

Sentilavras disse...

Será mesmo? Gostaria de acreditar nisso... É bom ter esperança no ser humano.

Anônimo disse...

A própria esquerda demonstra como um homem pode fazer diferença.
Por exemplo, Stálin fez diferença para os milhões que assinou. Fidel, faz diferença para o povo que ele condena a miséria.
O problema deles é que a diferença é sempre negativa, por isso abominam a idéia capitalita liberal, onde a diferença positiva é a que é recompensada.

Abs

José

Anônimo disse...

Assistirei ao filme para entender melhor, mas por enquanto não entendi isso:
"Mostrando que mesmo quando o ambiente é inóspito, e sem esperança de sexo ou poder, ainda assim muitos de nós não se comportam como animais. Mantemos, mesmo em situações extremas, nossa humanidade não por questões de recompensa, mas simplesmente porque é o certo a ser feito."
Como não vi o filme não entendi... mas quando não há recompensa não existe motivo para não sermos humanos. Quando há uma recompensa (sexo ou poder)aí sim é que o homem mostra a sua natureza, e se for preciso para alcança-lá ele deixa a humanidade de lado. E isso vale para a grande maioria. Mostrar humanidade é abrir mão de algo que possa beneficiar apenas nós mesmos.

Anônimo disse...

Marx fez a diferença nos rumos da História, e era materialista histórico. Sua visão da coisa está deturpada. É inegável que a visão de mundo predominante em qualquer época é extremamente influente nos rumos da história. Que o diga Galileu e tantos outros.

Anônimo disse...

Certamente nao anonimo, agora se pegassem todos os gays do mundo e apenas um hetero e o colocassem para viverem juntos, certamente o hetero seria o estranho, mal visto, louco ow algo do tipo, o homem sempre condena o que está fora da regra ow dos padroes, realmente tem q ser um genio para se submeter a tal pressao

Anônimo disse...

Anônimo de 28 de março de 2011 23:23
Então você está afirmando que se o mundo todo fosse gay você não iria resistir! Que coisa eim!!

Anônimo disse...

Então, anônimo das 19:26,

Como disse antes, a diferença (influencia) e sempre negativa.

José

Anônimo disse...

Então, anônimo das 19:26,

Como disse antes, a diferença (influencia) e sempre negativa.

José

Anônimo disse...

Pessoas, vou repetir o que o anônimo disse, talvez lendo novamente vcs entendam: "se o homem fosse fruto do meio e se por acaso te jogassem em uma sauna gay, vc estaria lascado!"
sério que vcs não entenderam??
Ele está dizendo que se o homem fosse fruto do meio ele viraria gay!! mas é o contrário o homem não é fruto do meio.
caramba que difícil!!

Anônimo disse...

Anônimo anta:

se todo mundo fosse gay menos você, quem você acha que estaria errado?

Anônimo disse...

se todo mundo fosse gay menos você, quem você acha que estaria errado?

Todo mundo, é claro.

Anônimo disse...

Professor,

A algum tempo falavamos da questão do comportamento passado de pai para filho. Em outras palavras,o carregamento genetico das frustações, decepções, angustias, traumas, ambiçoes, sonhos, esperanças, etc... Quer seja consciente ou inconsciente

Acredito que o Brasil tem um pouco disso. Ou seja, os pais desta patria, foram, em sua grande maioria, Xenófilos o que fez desta nação ser o que é.

Precisamos de REDENÇÃO! É justamente isso que eu acredito ser a grande mensagem do filme.

Talvez algo parecido com o acontecido no filme E o Vento Levou faria muito bem ao Brasil...

Cedric disse...

Adolfo, vc tem que assistir é o FUGA de Los Angeles.

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