domingo, 11 de setembro de 2011

Lembranças do 11 de setembro

Me lembro bem do dia 11 de setembro de 2001. Estava trabalhando na home page do Departamento de Economia da UCB quando recebi a noticia. Imagens tristes de um ataque covarde. Mas, mais forte do que essas imagens, o que mais me surpreendeu foi a desprezível reação de alguns colegas a tão trágico evento.

Na semana seguinte ao ataque, era comum ver professores da UnB felizes com esse fato. Também tive a lastimável oportunidade de ver uma pessoa usando uma camisa com a foto estampada de Bin Laden. De maneira geral, tive a impressão de que muitas pessoas não entenderam que mais de 3.000 civis foram mortos nesse episódio.

No começo de outubro de 2001 estive nos EUA. Foi aí que notei algo que seria impensável em outro lugar do mundo: visitando a Universidade do Texas em Dallas me deparei com uma exposição sobre a beleza do islã. Isso mesmo, 3 semanas após o ataque, havia dentro da universidade um enorme movimento para mostrar que o islã é uma religião pacífica e, mais do que isso, ninguém se opunha a isso. Pelo contrário, os americanos demonstravam respeito. Alguém consegue imaginar outro lugar no mundo onde isso seja possível? Imaginem se um bando de argentinos malucos explodem covardemente 3.000 brasileiros. Seríamos magnânimos o bastante para ter a mesma atitude da Universidade do Texas?

É difícil entender o crescimento do antiamericanismo no mundo. De minha parte, digo apenas que temos que admirar um país que cresceu pelo trabalho de seus habitantes, e onde a norma máxima é: todos são capazes de realizar seus sonhos. Sim, é um pelo ideal. Sim, existem problemas nos EUA. Mas, acima de tudo, temos que respeitar um país cuja população acredita que um homem pode sempre se fazer sozinho.

50 comentários:

Anônimo disse...

Eu estava no Rio de Janeiro, precisamente na EPGE. Quando a noticia do primeiro avião chegou fiquei atordoado, como a maioria pensei que fosse um desastre. Quando chegou a notícia do segundo avião ficou claro que era um ataque terrorista.

Minha primeira reação foi de saber como estavam meus amigos que moravam por lá. Felizmente nenhum foi atingido. A medida que foi ficando claro o tamanho do desastre passei a ser tomado por indignação pelo tamanho da covardia, morei na Filadélfia, fui várias vezes a Nova Iorque, estive nas torres. Eu poderia estar lá, qualquer um poderia, Nova Iorque é uma cidade do mundo e as torres eram símbolo desta característica, não por acaso eram chamadas de Word Trade Center.

Quando voltei a Brasília, no início da outra semana, tomei contato com pessoas que acreditavam que existiam motivos para o terror. Este é um dos poucos tema que me recuso a debater com quem quer que seja. Nada pode justificar tamanha covardia.

Um mês depois passei em Nova Iorque, estava indo para Tóquio, ainda era possível ver as marcas do desastre. O aeroporto estava cheio de soldados, algumas pessoas na fila reclamavam da burocracia e de mostrar documentos, como se no Brasil a burocracia para transitar no aeroporto não fosse maior do que a que estávamos enfrentando. Fiquei triste pela cidade, Nova Iorque não merecia aquilo. Fiquei envergonhado pelos brasileiros, péssima hora para mostrar rancor e reclamar de filas. Que de todo modo eram bem menores que as do Brasil de então, melhor nem falar das do Brasil de hoje.

Eu fui bem tratado tanto pelos soldados, se limitaram a pedir documentos e orientar sobre para onde ir, quanto pelo funcionário da imigração (este lamentou que me meu visto estivesse vencido e eu não pudesse circular livremente pelo aeroporto até o novo embarque). Curiosamente nenhum dos japoneses estava reclamando de nada. A experiência reforçou minha impressão dos americanos como um povo extremamente amigável. O post já está longo e não vou comentar minhas outras experiências por lá, basta dizer que tinha mais direitos por lá (e eu não sou branco) do que tive quando precisei morar fora do estado onde fui criado, aqui mesmo no Brasil.

De todo modo hoje é um dia triste. Da minha parte não tenho nada a aprender com o 11/9. Nenhuma lição, nenhuma reflexão, nada. Se existe algo que este dia me lembra é quão gigantesca pode ser a maldade e a covardia de uma pessoa ou de um grupo de pessoas.

Abraço,

Roberto

P.S. Naturalmente as pessoas que organizaram os ataques não representam nenhuma religião, etnia ou grupos mais amplos. Assassinos covardes existem em todas as etnias, nacionalidades e/ou religiões. Marca maior da covardia é pretender transferir a toda uma religião, nacionalidade e/ou etnia a própria maldade e covardia.

Lucas Dayrell de Almeida disse...

Nao tenho nada contra os americanos, as pessoas que nasceram lá, até porque ninguem escolhe onde nasce e eleas nào tem nada a ver com a história suja, imoral e podre que é dos PAÍS EUA, e isso sao fatos que estoa na história, ninguem pode negar, um país que enriqueçeu a base de guerras, a população tem competencia sim por saber manter o país, mas admnistrar o que já é rico é fácil, um país que já é a maior potencia a muito tempo, que possui melhor ensino, oportunidades, empregos, da toda a assistencia para a população, mas que na história do país existem fatos COVARDES, ANTIÉTICOS e INCONSEQUENTES, isso existe, a população nao tem culpa disso, nao odeio americano, odeio o país e suas políticas, como muito americano odeia, e lógico alguns governantes. Só um adendo, porque o EUA sempre está envolvido em uma guerra,será que é coincidencia, nao quero afirmar nada, mas nao sou bobo,tenho minhas dúvidas, querendo ou nao o país cresce com isso.

Anônimo disse...

EUA cresceu pelo trabalho dos habitantes? E as guerras, petróleo, explorações? E lógico que o povo americano tem envolvimento nisso, mas tao mais como ``administradores`` do que ``empreendedores``,e mesmo assim o país tá sofrendo o que tá, em um país totalmente livre e cheio de oportunidades, muitas pessoas preferem ficar em casa acompanhando a bolsa e só pensando no que vai comprar e no próximo investimento, tipico de cultura sem identidade e consumista, desculpa isso pra mim não é realizar sonhos, é o caminho pra tragédia.Meu sonho nunca foi ganhar dinheiro por ganhar dinheiro, meu sonho é trabalhar no que gosto e ser realizado naquilo.
Muitos americanos tem que rever seu conceito, parar de ser futil, de associar dinheiro e consumo com felicidade e bem-estar. Tem muitos países com muito mais identidade e cultura do que EUA, EUA ficou com o esteriótipo de povo consumista, e o próprio povo criou isso, acho sinceramente pobreza de espirito isso, acho errado, nao condeno e nem sou contra.Nem a favor.

Anônimo disse...

Antiamericanismo tá na moda, sempre teve, as vezes acho que é inveja, mas eu realmente nao me identifico com o país,nem por isso fico o escrachando.
Nao tem como negar que sao frios e materialista grande parte, mas foram criados assim, desde de cedo eles priorizam educação, emprego, casa e carro, é metódico, sistemático, limitado, nao queria ser assim, nao tenho inveja, mas é apenas uma opinião.

Anônimo disse...

Negar a história dos EUA ninguem pode, como a da igreja católica, como o da Alemanha, mas o povo de hoje nao tem nada com isso, acho errado xingar eles, mas não condeno quem o faz, eles fizeram por mereçer e carregam seus nomes associados a muitos fatos horrorosos, os EUA ainda faz uns absurdos, mas isso é por parte do governo, a população nao tem nada a ver. Mas a moral deles nao dexam de se sujar por causa disso. Os EUA nao adquiriram esse ódio atoa, nao acredito que seja inveja, acredito que seja desprezo. Só acho que as pessoas nao ganham nada com isso, tem que pensar na vida delas e seguir em frente. Os EUA serve de exemplo em muitos casos, tanto bom quanto ruim.

Anônimo disse...

Foda-se EUA, mas eu vivo minha vida ao invés de ficar pagando o antiamericanismo, sinceramente so indiferente em relação ao EUA, eles podem ser importante para o mundo, mas para mim nunca me fez bem ou mal, nunca fui.

Anônimo disse...

Sobre fatos e mitos:

Fatos:

Os EUA se tornam independente em 1776, conseguiram a independência após uma guerra com a Inglaterra, a opinião da época era ser impossível a vitória americana. Até hoje não é simples explicar como exército "mulambento" de Washington venceu os ingleses.

Durante o século XIX os EUA tiveram guerras locais (a maior parte contra tribos indígenas). Conseguiram anexar território do México (aparentemente as populações dos territórios anexados não estão arrependidas, não vi nada como uma fuga de descendentes de mexicanos saindo da Califórnia e do Texas para o México) e tomaram algumas colônias da Espanha. O episódio mais marcante do século XIX foi a Guerra Civil, terrível, mas dificilmente uma guerra para roubar recursos de outros povos.

A entrada do século XX não viu os EUA como novo império. Até a I Guerra os EUA eram um país coadjuvante no concerto das nações. Os jogadores eram Inglaterra, França, Russia e a recém formada Alemanha. A Austria ainda tinha influência, mais fama do que fato. O Oriente Médio era domínio Turco e passou para Inglaterra após a I Guerra (lembram do Lawrence das Arábias?). Até aí fica difícil ver a potencia enriquecendo por meio da exploração de outros povos...

Final da I Guerra chega a Grande Depressão. Não conheço uma única explicação onde os EUA saem da Grande Depressão graças as expropriação de colônias, até porque, tirando algumas ilhas no pacífico herdadas das guerras com a Espanha, não as tinham.

Na II Guerra os EUA emergem como a grande potência do ocidente, passa a ser ator principal no cenário internacional. Seu único oponente é a União Soviética, sucessora da antiga Russia. Só a partir deste momento os EUA começam a se aventurar de forma mais constante em outros países. Notem que ele já era uma potência. Vale notar que a invasão do Egito organizada por Inglaterra e França (anos 50, se não me falha a memória) não contou com apoio americano. A jovem potência ainda era ingênua e pensava poder ignorar o Oriente Médio.

Desde que se conhece a história todas as grandes potências participaram de guerras no Oriente Médio, antes mesmo de se saber que petróleo tinha alguma utilidade. Persas, Alexandre e os gregos, Roma, O Império Romano do Oriente, Gengis Khan chegou lá perto Otomanos, Inglaterra, Estados Unidos... Aparentemente é mais fácil concluir que participar de guerras no Oriente Médio é uma característica de qualquer potência do que uma forma de virar potência (alguém avisa isto para nosso Itamaraty).

Mitos:

Os EUA viraram potência tomando o petróleo do Oriente Médio. Impossível, basta olhar a cronologia histórica.

Os EUA viraram potência porque mataram os índios. Se matar índio transformasse um país em potência a América Latina seria dona do mundo.

Os EUA só ficaram ricos porque exploraram a América Latina. Absurdo, a grande presença americana na América Latina, se ocorreu, foi depois da II Guerra, quando os EUA já eram uma potência. Antes que alguém grite aviso que a Doutrina Monroe era muito mais para manter a Europa longe (lembram da guerra com a Espanha?) do que para entrar na América Latina. Até a II Guerra a presença Inglesa e/ou Francesa era muito maior que a americana... apesar disto os EUA ficaram mais ricos que ambos.

Anônimo disse...

"Nao tem como negar que sao frios e materialista grande parte..."

Não são frios, apenas não são dados a demonstrações forçadas de sentimentalismo. Frios somos nós brasileiros, vemos criança abandonada na rua, não ajudamos e ainda temos medo de perder o relógio.

Muitos menos são materialistas, provavelmente é o povo que mais leva a sério o Cristianismo, para alguns levam a sério demais. Naturalmente a interpretação deles do Cristianismo é diferente da interpretação feita pela pastoral da terra, mas isto não os torna materialistas.

daniel disse...

Caro Adolfo,

Na tarde do 11 de setembro de 2001, no colégio (eu fazia o ensino médio), também me deparei com indescritível felicidade de professores e alunos com o ocorrido em NY.

Na verdade, preconceito contra os EUA e contra os estadunidenses ainda é um dos poucos que os bem pensantes aceitam e propagam. Triste.

Abs.

Anônimo disse...

Lucas Dayrell,

Se você ler o livro 'Nômade', que conta a trajetória pessoal da queniana Ayaan Hirsi Ali, você concluirá que, ao contrário do que pensa a respeito de si próprio, você é um TOLO.

Anônimo disse...

Ver tanto odio em alguns comentarios só me faz ver o tamanho da massa de manobra que é o Brasil. Ainda hoje as pessoas acreditam na historia contada por professores irresponsáveis de que até a amazonia nos livros americanos é deles. Brasileiro é burro mesmo. Não sabe criticar com coerencia, só reclama. Não verifica todos os lados da historia, só o que lhe convem.

Cambada de burros somos nós...

Deus nos ajude...

Um dia daremos valor em quem trabalha e não em quem se faz de coitado.

Lucas Dayrell de Almeida disse...

Anônimo de 12 de setembro de 2011 16:29, primeiro eu me identifico não fico no anonimato, ou seja, voçe supõe o que eu penso a respeito de mim mesmo, e ainda diz que eu sou um tolo. Voçe um covarde, nao muito diferente dos assassinos que atacaram as torres, não se identifica e ainda acha certo e no direito de me atacar assim, pregando algo que está escrito em um livro, isso não te lembra nada?
Não vo te chamar de tolo porque nao te conheço, mas pela sua atitude dá pra usar a mesma atribuição que o Adolfo deu aos terroristas. COVARDE!

Anônimo disse...

Beleza os EUA não podem ser criticados mais, o terrorismo que eles sofreram ninguêm mereçe, mas os EUA podem fazer o que quiserem, atacar quem quiser, matar quem quiser, invadir que quiser e mesmo assim tao super certos? Os EUA não ;e diferente de ninguem não, abusa do seu poder e impunidade, mas mesmo assim é endeusado por muita gente. Uma pena

Lucas Dayrell de Almeida disse...

Ah a propósito, vou ler o livro, mudar minha opinião sobre mim, e depois deixar de ser um tolo, depois te falo beleza?

Anônimo disse...

``Mitos:

Os EUA viraram potência tomando o petróleo do Oriente Médio. Impossível, basta olhar a cronologia histórica.```

Eles podem até não ter virado potência por conta disso, mas ficaram mais pobres?

Anônimo disse...

`` Só duas coisas no mundo são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas tenho minhas dúvidas sobre o universo`` Albert Einstein.

Só não sei quem é mais estúpido, guerra do bandido contra bandido, assim como aconteçe nas favelas do rio, entre PM e traficante, aconteçe no mundo todo, ninguêm está certo. Nem os invejosos e covardes, quanto menos os que abusam de seu poder.

ns disse...

Eu nunca consegui achar a morte de pessoas inocentes uma coisa boa, acho q pode ser pela criação q tive. Me lembro muito bem desse dia, ainda estava no ensino médio e me lembro também o quanto fiquei chocado e o quanto as pessoas na minha antiga escola também ficaram. Me lembro até de uma professora q chorou na sala de aula. Para mim essa tristeza é o normal e para mim também, a satisfação pelo ocorrido é o reflexo da crueldade de algumas pessoas (que pelo q li em alguns comentários frequentam este blog)

Breno Lima disse...

Eu estava chegando ao trabalho quando um amigo me ligou contando o acontecido. Também fiquei triste e até hoje fico, quando que algumas pessoas reagem dessa forma sobre os fatos acontecidos.

Anônimo disse...

"Voçe um covarde, nao muito diferente dos assassinos que atacaram as torres, não se identifica e ainda acha certo e no direito de me atacar assim, pregando algo que está escrito em um livro, isso não te lembra nada?"

Nada mais a ser dito. Comparar escritos, por pior que sejam, com assassinatos mostra o tipo de ética e moral que embasa seus argumentos.

Chesterton disse...

A inveja é uma merda...

Anônimo disse...

Esse mundo tá todo errado, no fundo eu sabia, mas só quando vi o filme a árvore da vida que percebi. Guerra, morte, covardia, inveja, excesso de poder, vaidade e dinheiro, dinheiro, dinheiro, quem foi o maluco que disse que dinheiro move o mundo? O que move o mundo pode pareçer viadagem mas é o amor, parem e reflitam nas situações mais triviais e cotidianas do seu dia, ve quantas o amor está presente?

Anônimo disse...

Eu estava saindo do colégio, tinha 12 anos, e logo virou assunto pro mês inteiro, num mundo normal todo mundo ficaria barbarizado, mas no mundo de hj pareçeu que muita gente achou normal ou nada de mais, foi espantoso! Ninguem parou pra refletir o porque? não digo as causas óbvias, digo a raíz mesmo, só aconteçe merda no mundo mas todo mundo já acostumou, tá tudo certo no mundo.

Anônimo disse...

Esse mundo está escrevendo sua história para um fim trágico, inevitável e pior de tudo a muito tempo previsível, a gente não desespera porque acha que vai apareçer alguém e resolver tudo, ou a própria tecnologia, e principalmente porque provavelmente não vamos estar presentes, ou seja, problema dos nossos descedentes, tambem nossos filhos, netos, subrinhos...
A crise nada mais é que um crise!...e tudo que tem crises frequentes tá perto do final.
Mas o importante é ter dinheiro na conta, um bom emprego e a bolsa está em alta, quando a coisa ficar feia a gente age, ou não.

Anônimo disse...

Do mesmo modo que muita gente acha que o homem nao foi a lua em 69, e só tempos depois as teorias foram ficando relevantes e fazer sentido, muita gente acha que os ataques não aconteçeram como vimos na tv, e as teorias aos pouco tão ficando plausíveis, com total sentido, uns até falaram que foi armação dos EUA, e realmente a forma como os EUA se aproveitou disso tambem covarde, foi ruim para o país?

Anônimo disse...

Nunca vi um blog de economia tao manso quanto esse, sem discussão e concordância, só os membros trocando farpas, e quando ha discussão é de modo ignorante.

Anônimo disse...

Só tenho pena dos inocentes que morreram e não tinham nada a ver com isso, como tambêm tenho pena dos inocentes da bomba de hiroshima, e ninguêm fala nada, só que ao invés de 2 torres forma duas cidades, sinceramente se tivessem na torre só as pessoas que estavam envolvidas ao ataque no japão, não sentiria pena nenhuma. Pobre de nós cidadão que pagamos o preço pelas ações de nossos países.

Anônimo disse...

Adolfo e as bombas no japão em 45 na segunda guerra, foram covardes não? que que os residentes daquelas duas cidades tinham a ver com a briga de EUA e Japão?

Anônimo disse...

os EUA podem fazer o que quiserem, ser um país livre, maravilhoso. pessoas exemplares, mas impossível esqueçer sua história que envolve tanta guerra e morte é impossível pra mim.

Anônimo disse...

os professores de 1° e 2´ grau só falam mal dos EUA porque tem muita coisa ruim pra falar, ou eles inventam?

Anônimo disse...

Adolfo se diz fã do capitão nascimento, até o próprio Wagner Moura diz que o capitão nascimento lembra muito os clássicos gregos onde o personagem faz tudo para ir para o buraco. Obsessão em excesso

Anônimo disse...

Adolfo,

Lembro-me de, logo após ver as cenas de destruição do 11 de Setembro, ouvir um certo professor do ECO-UnB vibrar com o fato. E, pior que isso, foi ver um colega nosso dizer "os americanos se f***ram".

J. Coelho

Anônimo disse...

Quanto paga-pau nesse blog fico impressionado, os EUA NUNCA FIZERAM MAL A NIGUÉM E NADA DE ERRADO, SE SÃO ATACADOS SÃO VÍTIMAS, SE ATACAM NINGUÊM FALA NADA, e em um post anterior o Adolfo ainda disse que os islãs precisam se desculpar com o mundo, FICO ESPANTADO COM TANTA HIPOCRISIA!

Anônimo disse...

Jamais seria doido de concordar com a satisfação das pessoas e professores com esse fato, mas condena-los é muito fácil, não vai chegar a lugar nenhum.

Anônimo disse...

Um dia o Adolfo chegou na aula e do modo egoísta dele disse que não se importava com a demissão em massa de muitas pessoas que essas mesmas pessoas não se importam com ele, e não me importo com os EUA porque nunca vi o Adolfo se importar com as vitimas quando é os EUA que atacam.

Lucas Dayrell de Almeida disse...

``Nada mais a ser dito. Comparar escritos, por pior que sejam, com assassinatos mostra o tipo de ética e moral que embasa seus argumentos.

13 de setembro de 2011 18:30``

Só me defendi, vocé não me conheçe para usar uma afirmação dessa, e se voçe não sabe usei isso como um METÁFORA, não sou loco de taxá-lo de assassino, não o conheço, e ao contrário do que ele fez, não vou tirar conclusões sobre ele.

Anônimo disse...

Adolfo vi um entrevista sua onde voçe desmereçe técnicos de futebol, e o profissional de finanças, porque muitos economistas acham que entendem tudo e mais que todo mundo? As conclusões que voçe faz sobre futebol são rídiculas e sobre as outras áreas então nem se fala. Uma vez conheçi um físico que disse: ``Poxa se na física os agentes são prevísiveis e mensuráveis precisa-se de um computador para fazer os cálculos, imagina na economia onde os agentes possuem livre arbitrio e sào totalmente imprevísiveis?`` E quando fui mostrar para ele não era bem assim...Economia nem de ciência pode ser chamada, tem muitoe a evoluir...além de ser muito abstrata não possui leis exatas como a física e química e é impossível se fazer experimentos, ao contrário das outras.

j.a.mellow disse...

Caro Adolfo:
Todo o antiamericanista é um incompetente que tenta cul
par alguém pelo próprio fracasso. Você poderá olhar para todos os lados e irá encontrá-los sempre: e principalmente onde?Logo onde ? nas republiquetas latrino-americanas que apenas é um pouco mascarada como grande economia, o Brasil, por dádivas do destino que assim o fêz rico de berço.
De resto a gente nem precisa falar por que está aí prá todo o mundo ver:
Onde os estados unidos puderam entrar com a sua cultura as nações todas se desenvolveram, o que não ocorreu com as demais que sempre viviam batendo naquela tecla velha e desusada de 'IMPERIALISMO AMERICANO". Imperialismo este que eu nunca soube que tenha comprado e não tenha pago, principalmente aqui pertinho de nós, um tal de CHAVEZ que vive do que vende aos Americanos e ainda reclama. É pura demagogia barata que êles todos vivem usando contra seu próprio povo, que ignorantes e alguns esquerdistas de oportunidade usam para tirar proveito politico.
Agora vejam se esses brasileirinhos de merda estão falando do possivel "imperialismo chinês" que êles passivamente estão promovendo?
Visitem-me no meu BLOG, que faço parte de uma "RAÇA" de liberais que espero ver sempre crescente em nosso País:
blogdojamellow.blogspot.com

Anônimo disse...

Em 1945 o Japão estava em guerra declarada contra os EUA. Guerra que começou com um ataque surpresa contra os EUA. Quando dois países declaram guerra eles costumam atacar um ao outro, não é tão complicado de entender. Comparar ataques ocorridos no decorrer de uma guerra (na realidade os ataques evitaram uma eventual invasão russa, e poupou o Japão de décadas de miséria) com ataques terroristas é absurdo. Se professores de segundo grau fazem isto começo a entender o desempenho ridículo dos nossos estudantes em avaliações internacionais.
Os EUA não ganharam nada com os ataques terroristas, perderam. Parte da atual crise fiscal é devida aos gastos de guerra, gastos muito maiores do que toda a riqueza existente no Afeganistão.

Anônimo disse...

Eu penso que o atentado de 11 de setembro foi um evento desses em que "tudo estava escrito". Ou seja, por motivações desconhecidas por nós, um ato terrorista foi muito além da intenção dos seus autores. Penso que ele atingiu os EEUU mas também a todo o modo ocidental de ser. Pois aquilo que os EEUU fazem é em nome de um modo de vida que é o nosso também. Por exemplo, quando os combustíveis sobem nós vociferamos contra os políticos. Isso autoriza os EEUU a invadirem o Iraque e o Afeganistão, matando civis inocentes, incluido aí cranças.
Penso que daqui há 100 anos poderemos entender o que de real existe por traz do 11 de setembro, em toda a sua extensão, mas não é apenas uma coisa deste mundo. Por mais que isso possa parecer "maluquice", o ser humano se acha livre mas não é. Ele é governado por impulsos e "acidentes" que não sabe dizer exatamente qual é a intençao por tras, e de quem. Só saberemos quando admitirmos isso, em primeiro lugar, e fizermos algo, coletivamente, para descobrir.
Saudações.
João

Anônimo disse...

Pra todo mundo aí que acha que as mortes se justificaram, um dia quando um filho de vocês levar um tiro na cabeça, a morte dele será justificada pelos erros que vocês cometeram, pensem nisso.

Anônimo disse...

"Economia nem de ciência pode ser chamada, tem muitoe a evoluir...além de ser muito abstrata não possui leis exatas como a física e química e é impossível se fazer experimentos, ao contrário das outras."

Anônimo,

Pelo seu raciocínio, nem física é ciência. Alguém já viu um buraco negro? Ou uma estrela anã vermelha? Claro que não. Mas tais fenômenos são necessários às conclusões gerais da astrofísica moderna. Como em economia, onde as hipóteses comportamentais são necessárias à conclusão de que as variáveis têm trajetórias previsíveis.

J. Coelho

Lucas Dayrell de Almeida disse...

Física também tem muito a evoluir, mas pelo menos possui leis exatas que ninguém discuti, como as de Newton,ou seja, em alguns ramos a física é ciência exata, em economia nenhuma afirmação ou lei é unânime ou comprovadamente aceita, a física das ciências naturais de fato é a que tem mais a evoluir, a menos exata e a mais polemica, e outra buracos negros nunca foram vistos a olho não, mas já produziram buracos negros microscópicos em laboratórios e em telescópios já se viram vários sinais e provas de que ele existe. Economia eu chamaria de ciência com leis tendenciosas, mas não exatas, oferta e demanda mesmo não vale para todos os casos, além de não ser perfeitamente proporcional como os gráficos mostram, em vários panoramas ela simplesmente não se aplica, sendo lei mais básica da economia.

André disse...

Adolfo,

O sr. está equivocado com relação ao sentimento americano. Eu morei 6 anos em NJ e presenciei o atentado de 9/11. O sentimento anti-islamico foi muito forte.
Eu lembro de ter lido um post no blog do Krugman a respeito disso, infelizmente não consegui achá-lo novamente. No entando encontrei em uma rápida pesquisa na internet uma notícia dizendo que o aumento de ataques contra os muçulmanos pós 9/11 subiram 1600%.
Segue o link - http://www.indianasnewscenter.com/news/local/911-Anti-Muslim-Discrimination-Roundtable-129550513.html

Um abraço

André disse...

Adolfo,

O sr. está equivocado com relação ao sentimento americano. Eu morei 6 anos em NJ e presenciei o atentado de 9/11. O sentimento anti-islamico foi muito forte.
Eu lembro de ter lido um post no blog do Krugman a respeito disso, infelizmente não consegui achá-lo novamente. No entando encontrei em uma rápida pesquisa na internet uma notícia dizendo que o aumento de ataques contra os muçulmanos pós 9/11 subiram 1600%.
Segue o link - http://www.indianasnewscenter.com/news/local/911-Anti-Muslim-Discrimination-Roundtable-129550513.html

Um abraço

Anônimo disse...

Os EUA é como qualquer outro país, tem pessoas vingativas e preconceituosas e pessoas exemplares e do bem, não mereçem serem generalizados, nem para o lado de intocáveis e nem pelo lado de não prestam.

Anônimo disse...

Lucas,

Exemplos ruins. A mecânica clássica de Newton é questionada pela Lei da Relatividade e pela física quântica. Por outro lado não conheço nenhum economista que não concorde com a Lei da Oferta.

Anônimo disse...

A lei da relatividade é de Einstein, Newton possui as lei de ação e reação que é unânime, e a de inércia, que tambêm nunca vi ninguêm questioná-la, já a lei da oferta é limitada, não funciona em todos os cenários nem com todos os tipos de produtos, além de funcionar em ceteris paribus.

Anônimo disse...

As leis da física foram experimentadas e comprovadas muitas delas, física é uma Ciência onde é possível fazer o experimento múltiplas vezes, economia não, e várias teorias já se mostraram ineficientes na prática, isso é fato.

Anônimo disse...

Galera antes de falarem que tal coisa é ciência e tal coisa não é, vamos olhar a definição de ciência. Valeu?
Abs,
Lucas

Anônimo disse...

Lucas a ciência basicamente consiste em observar, lançar as hipoteses, analisar os fatos,fazer experimentos e concluir. Economia é quase impossível fazer experimentos, consequentemente a conclusão.

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