sábado, 18 de agosto de 2012

10 Fantasmas que Assolam uma Nação

"10 Fantasmas que Assolam uma Nação" é o título do livro que estou escrevendo.

Os capítulos 1 e 2 estão finalizados e disponíveis a todos. Caso queira receber uma cópia basta me enviar um e-mail: sachsida@hotmail.com

Espero que gostem.

12 comentários:

Anônimo disse...

Envia para mim, Adolfo.

jmatos@ufc.br

J. Coelho

Edinailton Silva Rodrigues disse...

Prezado Adolfo,
Muito obrigado pelos capítulos.
Em resumo, você defende duas ideias no capítulo 2:
a) Concentrar a carga horária das escolas nas disciplinas de português, matemática e ciências; b) Estimular o surgimento de escolas privadas com dependência pública (escolas sob administração privada, mas mantidas com recursos públicos).

A primeira delas é promissora, mas a segunda é discutível. Afinal, se é verdade que a administração privada das escolas é mais eficaz, efetiva e eficiente do que a administração pública, então por que diabos o ensino superior privado (altamente subsidiado pelo governo, além do prouni, fies, etc.) é tão precário e tão inferior ao ensino superior público? O ensino básico não seguiria a mesmo caminho?

Dawran Numida disse...

Por favor Adolfo Sachsida.

dawrannumida@bol.com.br

Grato

Guilherme C. disse...

Adolfo,

Se puder me enviar agradeço.

E-mail: guilherme_italia@hotmail.com

Obrigado.

Irineu de Carvalho Filho disse...

Manda para mim tambem.

Irineu de Carvalho Filho disse...

"então por que diabos o ensino superior privado (altamente subsidiado pelo governo, além do prouni, fies, etc.) é tão precário e tão inferior ao ensino superior público?"

Inacreditavel essa pergunta.
E quanto voce acha que eh o custo social de cada vaga em universidade publica?

Edinailton Silva Rodrigues disse...

Irineu de Carvalho Filho ,
Obrigado pelo comentário.
Você é um Economista dos bons.
O custo social de cada vaga é muito alto, eu nunca duvidei disso.
Mas o que eu quero saber é o seguinte: no que se refere a qualidade da educação superior(salvo raras exceções), por que o setor público é superior ao setor privado? Há algum motivo pra crê que escolas sob administração privada, mas mantidas com recursos públicos, são capazes de melhorar a qualidade da educação?

Anônimo disse...

Edinailton,

eu entendi seu ponto. Tenho um palpite. Para mim, o fundamental é o aluno, alunos bons tornam uma universidade boa. Estudei produção na UFRJ e posso dizer que a maioria dos professores é ruim. Seu nome se sustenta apenas pelas conquistas dos alunos, que já eram bons estudantes antes de entrarem lá.

As escolas particulares consideradas boas (PUC, FGV, IBMEC) são bastante caras, bem mais do que as consideradas ruins. Elas são a única alternativa razoável às públicas, para os melhores alunos.

Então, pensando nos melhores estudantes, a escolha que os vestibulandos e seus pais veem é a seguinte: pagar caro por uma particular ou cursar de graça uma das públicas? A maioria acaba optando por ir para as públicas.

Ao perderem essa disputa, pois é impossível concorrer em preço com o governo, sobram os alunos menos preparados para as privadas. E quanto menos nome tiver a faculdade privada, piores serão os alunos que vai atrair.

Tenho um palpite que, no médio prazo, as cotas vão derrubar o nível das faculdades públicas e diminuir o número de vagas, empurrando melhores alunos para as privadas.

Edinailton Silva Rodrigues disse...

Obrigado Anônimo por levar minha pergunta à sério.
Honestamente, acredito que a resposta não é trivial. De qualquer forma, obrigado pelo palpite. Em relação as cotas, isso nunca funcionou em nenhum lugar do mundo. A vocação para a desgraça do Brasil parece inesgotável!

"O" Anonimo disse...

Eu discordo de sua afirmação, Ednailton.
Nos EUA as políticas de ação afirmativa foram um grande sucesso. Sem elas, nunca teríamos a ascensão à elite americana de um Obama, Colin Powell ou Condoleezza Rice.

Edinailton Silva Rodrigues disse...

Sorry “O”,
A política de cotas/compensatórias/reparação/promoção de igualdade/anti racista/engajamento/diversidade/multiculturalismo nunca deu certo em nenhum lugar do mundo.
Nem nos EUA, nem nos países da Europa Ocidental, nem na Índia, nem na Malásia, nem no Sri Lanka, nem na Nigéria, nem em Israel, nem na Austrália, nem no Peru, nem na Argentina, nem no México e nem China!
A política de cotas (principalmente à brasileira) é um autêntico papo furado contemporâneo.
Estou sentido uma falta dos seus comentários lá no blog do Alex...

Edinailton Silva Rodrigues disse...

"O" Anônimo = Irineu de Carvalho Filho. Vc cometeu um erro Inacreditáááááááável!!!

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