quinta-feira, 29 de novembro de 2012

BACEN continua trabalhando duro para destruir sua credibilidade

BACEN continua trabalhando duro para destruir sua credibilidade....

A inflação não converge para a meta. Outro ano com a inflação acima da meta. Ano que vem as expectativas se situam acima da meta de inflação. Contudo, o Banco Central insiste em manter a taxa de juros no seu patamar mínimo histórico de 7,25% ao ano.

O governo usa política tributária para combater a inflação. Usa concessões para combater a inflação. Pelo visto o único que não usa nada para combater a inflação é o Banco Central.

Só por curiosidade, para quando o BACEN espera que a inflação convirja para a meta???

5 comentários:

Celso Costa disse...

Adolfo,
Sigo discutindo com colegas que ainda acreditam que o Bacen segue metas de inflação. Contudo, se o Bacen não é independente, se suas metas não são claras - pois não sabemos se segue alguma outra meta como câmbio, produto etc. Essa administração está inovando em relação de política monetária, já que hoje inflação é combatida com medidas fiscais.
A única certeza que tenho é que destruíram anos de credibilidade conquistada.

Arthur disse...

Note que o problema do governo combater a inflação com impostos e coisas do genero é um problema com a nossa meta.

Resolvemos usar o BC para controlar a demanda agregada atravez de uma meta de inflação, mesmo a inflação sendo afetada por efeitos no lado da oferta.

Ai o BC fica levando em conta coisas idiotas como clima, imposto, etc. na sua condução da politica monetária. Isso é um problema de todos os países que adotam meta de inflação.

Chutando a Lata disse...

Você está conferindo os agregados monetários?

lgn disse...

É um autêntico paradoxo científico o fato de termos a ciência como senhora digna de credibilidade e no entanto a ideologia ignorá-la. Nossos governantes possivelmente se inspiram nos livros de contos de fada para tomarem decisões. Inevitavelmente a realidade continuará a ditar as regras e será a única oposição à insanidade humana.

Anônimo disse...

O ministro da Fazenda disse algo como "...que os brasileiros conhecem a crise mais pelos meios de comunicação do que pelos efeitos em sua própria vida e que a retomada do crescimento já começou...".

O interessante é que falou isso exatamente para que a imprensa repercutisse.

O que ele deveria explicar, mesmo, é como as pessoas não conseguem perceber PIB a menos de 1% e inflação acima de 5%.

Mas, talvez, ele não tivesse a audácia de falar que é porque o País é formado por um bando de crédulos ignorantes.

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