quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Tem algo de estranho na CEF

Como quem não quer nada, de mansinho, o governo soltou uma noticia importante hoje: Aumento de capital autorizado à Caixa é de até R$ 1,5 bilhão

Quem anda lendo meu blog e assistindo meus seminários já está com a pulga atrás da orelha....

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A Assustadora Falta de Compreensão do Fenômeno Inflacionário por parte do Governo


Como são formados os preços? Os preços são formados no mercado, pela interação das curvas de oferta e demanda dos respectivos bens. Se os preços se alteram isso decorre de alguma alteração ocorrida no mercado, seja por mudanças nas condições de oferta ou de demanda ou ambas.

A alteração dos preços fornece informações importantes para os consumidores. Um aumento no preço da maçã faz com que os consumidores gastem menos dinheiro com esse bem, seja porque passam a substituí-lo por outro (laranjas por exemplo) ou porque sua renda agora não é suficiente para manter o mesmo padrão de consumo de antes. Da mesma forma, a alteração dos preços fornece importantes informações aos empresários. Informando-os a respeito da melhor maneira de alocar recursos tanto no processo produtivo como também na exploração de novos projetos.

De maneira bem objetiva: quando os preços são formados no mercado eles forrnecem informações sobre a escassez relativa dos bens. Sem tais informações é impossível ao empresário realizar o cálculo econômico, ou seja, fica impossível verificar a viabilidade econômica dos projetos. De maneira semelhante, torna-se impossível ao consumidor realizar a correta alocação de seu orçamento.

Qualquer aluno de introdução a economia é apresentado a essas idéias. Infelizmente o governo insiste em não entender algo tão óbvio. Digo isso pois usar política tributária para controlar preços é uma das idéias mais absurdas do mundo. Note que na imprensa, a rádio CBN em particular, não se cansa de dizer que o governo não aumenta o IPI dos automóveis para ajudar no combate a inflação. Isso é de um desconhecimento absurdo. O que o governo está fazendo é mascarar artificialmente um aumento de preços, impedindo que empresários e consumidores realizem os ajustes necessários em seus orçamentos.

Apenas para ilustrar meu ponto: imaginem que o governo duplique os impostos em dezembro. A inflação irá aumentar naquele mês, mas a partir daí o governo compense qualquer aumento de preços com redução nos impostos, de maneira que o preço final dos produtos permaneça o mesmo. Isso fará com que os índices de preços indiquem que não ocorreu inflação. Contudo, a inflação evidentemente ocorreu ela apenas foi mascarada pelo governo. Impedindo assim que consumidores e empresários consigam reagir a tal mudança de preços. Essa política torna a economia menos eficiente, menos produtiva, pois torna impossível que consumidores e empresários façam os ajustes necessários em seus respectivos orçamentos.

Controlar a inflação por meio de política tributária, ao melhor de meu conhecimento, é uma idéia original do Brasil. Essa idéia é tão ruim que vejam só a resposta de Irineu Carvalho a essa idéia: “Usar política tributária para conter inflação me parece uma das idéias mais estúpidas que podem ser concebidas em política econômica, portanto eu não acredito que o governo brasileiro esteja fazendo isso”.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Minha Contribuição ao Novo Presidente do IPEA


Marcelo Neri é o novo presidente do IPEA. Aqui seguem minhas sugestões de nomes para ocupar as diretorias. Quem sabe essa não é a chance que o IPEA tanto precisa para voltar aos seus melhores dias. De maneira direta, fosse eu o presidente do IPEA estes seriam os diretores e seus respectivos adjuntos:

Diretoria de Macroeconomia (DIMAC):
Diretor: Mario Jorge Cardoso de Mendonça (IPEA-RJ)
Adjunto: Marco Cavalcanti (IPEA-RJ)

Diretoria Regional (DIRUR):
Diretor: Roberto Ellery (UnB)
Adjunto: Rogério Boueri (IPEA-BSB)

Diretoria de Políticas Setorias (DISET):
Diretor: Mansueto Almeida (IPEA-BSB)
Adjunto: escolha do diretor.

Diretoria de Políticas Sociais (DISOC):
Diretor: Serguei Soares (IPEA-BSB)
Adjunto: escolha do diretor.

Diretoria de Desenvolvimento Institucional (DIDES):
Diretor: Consulta aos técnicos da casa.
Adjunto: escolha do diretor.

Diretoria de Políticas do Estado (DIEST):
Diretor: Marcelo Caetano (IPEA-BSB)
Adjunto: escolha do diretor

Diretoria Internacional (DINTE):
Diretor: Marcelo Medeiros (IPEA-BSB)
Adjunto: escolha do diretor.

OBS: todos os coordenadores seriam escolha direta do Diretor.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

IPI e Inflação

Do ponto de vista de estímulo à demanda faz pouco sentido prorrogar a isenção do IPI para automóveis. Afinal, da maneira como foi anunciada, a redução era temporária. Sendo assim, os consumidores anteciparam suas compras para tomar vantagem de uma redução temporária de impostos (algo que qualquer estudante é capaz de entender).

Resumindo, prorrogar a isenção do IPI provavelmente terá pouco impacto nas vendas de automóveis. Isso é tão óbvio que até o governo já entendeu isso. O problema é que se a alíquota do IPI for aumentada isso terá impacto direto na inflação (que já dá sinais de querer subir). Este é mais um exemplo do governo usando política tributária para controlar a inflação. Alguém duvida que isso está errado???

Vale a pena gastar dinheiro público preparando atletas de elite?


Abaixo segue meu artigo publicado hoje no Ordem Livre.

De acordo com números levantados pelo jornal O Globo o governo brasileiro gastou aproximadamente R$ 1,2 bi de reais no ciclo olímpico (2009-2012). Em outras palavras, mais de 1 bilhão de reais foram gastos na preparação dos atletas brasileiros para as olimpíadas de Londres. Vale a pena? Quais são os benefícios sociais trazidos por essa política? Não existe destinação melhor para esse dinheiro?

Claro que ver nosso país num lugar de destaque no quadro de medalhas nos enche de orgulho. Contudo, devemos lembrar que isso tem um custo. Mais do que isso, o valor gasto na preparação dos atletas olímpicos parece desproporcionalmente alto em relação ao número de medalhas obtido. Em resumo, mesmo que faça sentido gastar dinheiro na preparação de atletas olímpicos, tal dinheiro está sendo extremamente mal gasto. Pergunto: quem irá perder seu emprego por causa desse fracasso? Ou iremos insistir na mesma fórmula e esperarmos por resultados diferentes?

Em vez de escolher atletas, em vez de escolher modalidades olímpicas, é muito mais eficiente do ponto de vista social destinar recursos para toda a comunidade, e não apenas para um seleto grupo. Todos os exemplos de externalidades positivas ligadas à prática esportiva estão associadas ao esporte como um todo; e não à políticas de apoio a atletas e modalidades específicas.

O que um país ganha ao se destacar nas olímpiadas é um marketing político. Sem dúvida que países socialistas precisam disso para se autoafirmar no cenário externo. Mas sofre o Brasil do mesmo problema? Será que precisamos mesmo gastar bilhões de reais com um número reduzido de atletas? Não seria muito melhor destinar todos esses recursos para o esporte de base? Não seria melhor usarmos esse dinheiro para melhorarmos as quadras poliesportivas das escolas? Ou então para incrementar a estrutura dos ginásios de esporte, melhorando assim a estrutura esportiva para toda a população?

Atletas de alta performance devem procurar financiamento do setor privado. Lá existe uma simbiose entre marketing positivo para a empresa e benefício para o atleta. Os recursos públicos devem ser usados para beneficiar toda a população. Na análise custo-benefício parece fazer mais sentido apoiar a prática esportiva para toda a população, e não somente para um grupo seleto de atletas.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A Pior Equipe Econômica de Todos os Tempos

Eu cunhei a expressão “A pior equipe econômica de todos os tempos”. Desde então, tenho recebido muitos e-mails solicitando esclarecimentos. Então vamos a eles. Quando me refiro a equipe econômica refiro-me aos dois cabeças da equipe. Isto é, ao camisa 10 e ao camisa 9 do time: Guido Mantega (Ministro da Fazenda) e Miriam Belchior (Ministra do Planejamento). Em toda a história de nosso país não consigo pensar numa dupla pior do que essa. Alguém consegue?

Talvez o único páreo em ruindade para a equipe atual seja a primeira equipe econômica do Governo Collor: Zelia Cardoso de Melo e Antônio Kandir. Sem dúvida são nomes de peso. Contudo, devemos lembrar que, por pior que tenham sido, a dupla Zelia-Kandir foi responsável por privatizações de empresas públicas e abertura da economia. Além disso, foram responsáveis pela extinção de verdadeiros elefantes brancos estatais tais como o Instituto Brasileiro do Café (IBC), e o Instituto do Álcool e Açúcar (IAA). Também tiveram que enfrentar um ambiente inflacionário, e sindicalistas e congressistas pouco amigáveis. Ou seja, nos critérios de desempate, me parece que o prêmio de pior equipe econômica de todos os tempos fica mesmo com Mantega-Belchior.

Esse post não tem como objetivo ofender ninguém. O objetivo aqui é simples: justificar aos leitores a frase que cunhei no passado. Acho que no Brasil existem nomes melhores para ocuparem Ministérios tão importantes. Se você discorda de mim, então dê sua opinião e a mesma será publicada.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

21 + 27 = 48!!!

Caros Amigos,

Com grande prazer anuncio que meu artigo "THE DYNAMICS OF LAND-USE IN THE BRAZILIAN AMAZON", em conjunto com Paulo R.A. Loureiro e Mario Jorge C. de Mendonça acaba de ser aceito para publicação na Ecological Economics.

Dessa maneira, passo a ter 48 artigos aceitos/publicados em revistas acadêmicas (21 por revistas internacionais e outros 27 em revistas nacionais). O que na área de economia é uma marca respeitável.

Como de praxe, a cerveja hoje é por minha conta!!!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O Problema Metodológico Petista

Que existe uma diferença de qualidade enorme entre a equipe econômica do primeiro governo Lula e a equipe econômica atual não restam dúvidas. Contudo, existe um segundo problema, tão grave quanto, que é pouco lembrado: a questão microeconômica.

Na equipe econômica do primeiro governo Lula haviam economistas treinados na tradição novo clássica / novo keynesiana. Independente de afinidades ideológicas, é inegável que tais economistas compreendiam a importância dos incentivos microeconômicos para a performance macroeconômica. Já a equipe atual de Dilma é treinada numa tradição distinta, que já deu mostras de não se preocupar muito com questões microeconômicas no gerenciamento da política macroeconômica. O resultado disso são os absurdos pacotes anunciados no governo Dilma. Pacotes sem coerência alguma, e que desprezam totalmente questões de incentivo microeconômico. Por exemplo, o governo anunciou mais um pacote. Dessa vez, para fortalecer o seguimento de Tecnologia da Informação. Nenhuma palavra sobre reduzir a burocracia, nenhuma palavra sobre reduzir impostos, mas um amontoado de palavras que ficam bonita na imprensa, mas não funcionam na prática.

O recente projeto-fantasia do governo petista de investir 133 bilhões de reais em infra-estrutura é outro exemplo de um plano macro sem a preocupação de consistência microeconômica. Exemplo disso: o governo planeja assinar os contratos em setembro do ano que vem.... puro papo furado. Alguém sabe quanto tempo leva entre uma licitação e a assinatura de um contrato no caso de novas rodovias? Então vou lhes dar o número: em média esse intervalo de tempo é de 4 anos!!! Isso mesmo. Em vez de anunciar mega pacotes fantasiosos, o governo deveria se perguntar: por que leva-se tanto tempo para se licitar novas rodovias? E então usar política microeconômica para reduzir esse tempo, facilitando assim a realização do investimento.

Parte significativa dos problemas brasileiros refere-se ao gerenciamento microeconômico. Problemas esses que a atual equipe econômica não tem o menor preparo para enfrentar.

sábado, 18 de agosto de 2012

10 Fantasmas que Assolam uma Nação

"10 Fantasmas que Assolam uma Nação" é o título do livro que estou escrevendo.

Os capítulos 1 e 2 estão finalizados e disponíveis a todos. Caso queira receber uma cópia basta me enviar um e-mail: sachsida@hotmail.com

Espero que gostem.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Há algo de podre no reino da Dinamarca (Hamlet)

Há algo de obscuro no STF... vamos ser honestos: os advogados de defesa dos réus do mensalão (ou processo 470 como querem os petistas) foram HORROROSOS. É simplesmente inacreditável que advogados tão bem conceituados, e tão regiamente remunerados, façam defesas tão pobres.

De maneira geral, os advogados de defesa contratados a peso de ouro se limitavam a dizer: “meu cliente é inocente”, “o mensalão não existiu”, e um deles chegou a afirmar “Estou profissionalmente e pessoalmente convencido que o mensalão nunca existiu”. Cá entre nós, nenhum advogado cobra R$ 1 milhão para fazer uma defesa dessas.

Logo, a conclusão óbvia é que a verdadeira defesa dos réus está sendo feita nos bastidores do poder, longe do conhecimento do público, em festas particulares ou recintos fechados. Há algo de podre no reino da Dinamarca....

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O Eterno Conto de Fadas Petista

Reza a lenda que quando alguém sem credibilidade precisa contar uma mentira, então que seja uma mentira de dimensões gigantescas.... afinal, como a credibilidade é próxima de zero, a única maneira da mentira ter efeito é se sugerir uma magnitude enorme. Esse é o mais novo truque petista: 133 bilhões de reais!!! Esse é o valor que o governo petista promete... como esse dinheiro não existe, está na cara que essa é outra mentira. Só faço uma pergunta ao governo: de onde vem essa dinheirama?

Impressiona a ruindade dessa equipe de governo. Em vez de anunciar pacotes imaginários (que necessitam de regulação adicional que não tem previsão para ser feita), o governo faria melhor aprovando uma legislação mais ágil para a emissão de licenças ambientais. De nada adiantam grandes programas de investimento se o IBAMA não emitir tais licenças (um verdadeiro empecilho ao desenvolvimento do Brasil).

Impressiona também a ruindade da oposição e da imprensa. Esse é o momento de chamar o PT pelo seu nome real: MENTIROSO. O PT é um partido mentiroso, quando na oposição diz uma coisa, quando no governo faz outra. O PT era aquele partido que metia o pau nas privatizações, e agora no governo passou a adotar esse modelo. É claro que eu sou favorável às privatizações. Contudo, eu sou a favor de TODAS as privatizações ANTES e DEPOIS das eleições. Já o PT, que é um partido que mente para a população, critica as privatizações antes das eleições, mas misteriosamente após as eleições (e se estiver no poder) passa a ser favoráveis a elas.

Em resumo, o governo anuncia mais um mega-pacote que só sairá do papel se receber generosos subsídios do BNDES. Afinal, quem é louco de investir num projeto de longo prazo que depende de aprovações de licenças ambientais do IBAMA???

domingo, 12 de agosto de 2012

O Fracasso Olímpico Brasileiro

Se o Brasil quer ter sucesso em olimpíadas, o primeiro passo é admitir o óbvio: as olimpíadas de Londres foram um fracasso para o Brasil. Pela terceira vez consecutiva o Brasil perdeu de Michel Phelps. Cazaquistão, Irã e Coréia do Norte são exemplos de países que ficaram na frente do Brasil no quadro de medalhas. Ganhamos o mesmo número de medalhas de ouro do que a Etiópia. Amargando o 22º lugar no quadro geral de medalhas, não existem desculpas: o Brasil fracassou em Londres.

De maneira alguma critico os atletas olímpicos brasileiros. Estes são verdadeiros heróis, lutando contra tudo e contra todos. Enfretam dificuldades dignas do Olimpo diariamente: falta de dinheiro, falta de estrutura, falta de apoio, falta de materiais, entre outros problemas. Não parece que a distribuição de talentos seja pior no Brasil do que em outros locais do mundo. O mais provável é que a estrutura de incentivos aqui seja mais inadequada do que no resto do mundo.

Vamos aos números: de acordo com os dados de OGLOBO o governo federal gastou R$ 1,76 bilões de reais no ciclo olímpico (2009 a 2012). O número de finais olímpicas disputadas caiu em relação a olimpíada passada (Pequim). O número de medalhas de ouro caiu de 5 para 3 em relação há oito anos atrás em Atenas (apesar do número total de medalhas ter aumentado). Em resumo: o Brasil gastou muito e mal.

Qual é a receita para melhorarmos nosso desempenho? Eu não sei qual a resposta certa, mas sei a resposta errada. A resposta errada é manter Carlos Arthur Nuzman a frente do Comite Olímpico Brasileiro (COB). Há 20 anos no comando do COB e acumulando péssimos resultados, é difícil entender o porque de mantê-lo. De maneira semelhante, deve-se fazer o mesmo com boa parte dos dirigentes de Federações.

Seja no judo, quando Aurélio Miguel (talvez o maior judoca Brasileiro de todos os tempos) teve problemas com a Federação, seja no boxe quando a brasileira que conquistou o bronze inédito criticou os dirigentes, toda vez que vemos algum atleta comentando sobre os dirigentes da federação, são em geral críticas negativas.

O fracasso olímpico brasileiro tem nome: os burocratas das Federações, entre eles, o presidente do COB. O primeiro passo para nos prepararmos para o Rio-2016 é fazermos uma faxina nos burocratas das federações esportivas brasileiras. Ninguém tem a receita do sucesso. Mas a receita do fracasso o COB já descobriu, manter os burocratas das federações é manter a estrutura de incentivos atual, que já deu várias mostras de sua ineficiência.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Ranking do Sachsida dos Melhores Filmes para o Dia dos Pais

Domingo é dia dos pais, e o Sachsida apresenta aqui seu ranking dos 5 melhores filmes para curtir esse dia tão especial.

5) O Pai da Noiva
4) Um Ato de Coragem
3) Em Busca da Felicidade
2) O Campeão
1) Kramer x Kramer

PS1: eu não assisti, então não posso recomendar. Contudo, uma Menção Honrosa deve ser feita ao filme "A Vida é Bela"

PS2: filme que provavelmente os críticos elegeriam como o melhor: "To Kill a Mockingbird (O Sol é para Todos)"

PS3: filme sobre o pai mais marcante segundo meu amigo Roberto Ellery: "Rambo".

FELIZ DIA DOS PAIS!!!. Um grande abraço do Sachsida a todos os pais que, todos os dias, buscam um futuro melhor para seus filhos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Uma nota de Protesto contra a Johnson & Johnson

Impressiona o pouco caso com que a Johnson & Johnson trata a figura do pai. Você vai ao cinema e lá está a Johnson & Johnson fazendo sua tradicional propaganda: várias mães cuidando de seus filhos. Você liga a televisão e lá está outra propaganda com o mesmo tema. No dia das mães então nem se fala. Neste domingo é dia dos pais, e nem uma única palavra da Johnson & Johnson sobre a importância do pai. Nas propagandas dessa empresa é virtualmente impossível ver um pai cuidando dos filhos. Pois bem, entrei hoje no site desta empresa, e nem uma única menção ao dia dos pais está lá. Pelo contrário!!! No site da empresa nem uma pífia foto de um pai cuidando do filho (a foto que está lá é da mãe cuidando da criança).

Por que a Johnson & Johnson odeia tanto a figura paterna? Por que nos odeia tanto a sequer ser capaz de dizer o óbvio: toda criança tem um pai. Eu tenho uma sugestão para a próxima campanha da Johnson & Johnson: “Toda MÃE também teve um PAI”.

Sempre que possível eu evito comprar produtos da Johnson & Johnson. É o que posso fazer para mostrar meu descontentamento com essa companhia. A figura materna é importantíssima para a criança, mas por acaso é diferente com o pai? Sou pai, me orgulho disso e repudio empresas que desprezam a importância do pai. Toda MÃE também teve um PAI.

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