terça-feira, 12 de março de 2013

Entrevista para a Escola Austria de Negócios

Aqui está o link para minha entrevista na Escola Austria de Negócios.

Dou destaque para a seguinte passagem:

Quais reformas o governo deveria fazer para alcançar um desenvolvimento tal como China, Coréia do Sul e outros países que crescem bastante?

Eu tiro a China da análise. Ela não é modelo para ninguém. O Brasil precisa de 6 grandes reformas: 1) nas leis trabalhistas; 2) tributária; 3) previdenciária; 4) diminuir a burocracia; 5) abrir a economia; e 6) diminuir o tamanho do Estado. Além disso, precisamos de um Banco Central que combata a inflação. A estabilidade econômica é fundamental para qualquer ambiente de negócios.

Acima esta uma agenda de reformas que o Brasil deveria perseguir. Quantas dessas vão ser feitas nos próximos 10 anos? Depois não adianta reclamar....


5 comentários:

Lucas Dayrell de Almeida disse...

Felixbilizar as leis trabalhistas eu vejo como a menos importante e urgente, todas as outras eu concordo, se o funcionalismo público diminuir muita gente vai se ver obrigado a ir para a iniciativa privada, e se diminuir as leis trabalhistas pode sim haver uma exploração pois haverão muitos funcionários no mercado despreparado, e pode acabar por gerar uma população estressada como ocorre no Japão, o que diminuiria drasticamente a qualidade de vida, na minha opinião a flexiblização das leis trabalhistas tem que ocorrer aos poucos, já a diminuição dos impostos,reforma previdenciária, diminuição da burocracia são mais urgentes e imprescindíveis, quanto à abrir a economia, tem que ser cauteloso nisso também, pois com a diminuição dos impostos e da burocracia a iniciativa privada no Brasil vai começar a crescer e a se desenvolver tanto pelo menor custo quanto pelas facilidades, e abrir a economia de uma vez para concorrer com as empresas estrangeiras poderia que ja estão mais preparadas que as nossas poderia dificultar muito isso, acho que o momento certo de abrir a economia para aumentar a concorrência seria quando já tivessemos uma estrutura aqui.

samuel disse...

Sua luta é universal. É a luta da Civilização Ocidental. A começar pelos EUA:
http://www.humanevents.com/2013/03/15/rand-paul-at-cpac-2013-for-liberty-to-expand-government-must-shrink/

samuel disse...

Para o Lucas Dayrell que não sabe o que é JUSTIÇA DO TRABALHO repito comentário meu feito para o Rodrigo Constantino.
"É patético como as civilizações repetem seus erros ad infinito. A mesma mentalidade que criou a INQUISIÇÃO criou também a JUSTIÇA DO TRABALHO.
A inquisição atrasou os países católicos (especialmente os ibéricos). A inveja e a cupidez eram ao final a força propulsora dos processos inquisitoriais.
Tomavam as propriedades e os negócios prósperos dos inquisicionados. Uma vez tomados eram abandonados e deixados à decadência e inutilidade social.
Num processo acumulativo foi segurando a economia como um todo e criando um desestimulo para o empreendimento e a inovação.
Um processo trabalhista. Se houve débito, tudo o que o empregador possua é penhorado e bloqueado em benefício do... ”explorado”. Uma vez penhorado, fica ali apodrecendo para ser recuperado a 14,44% a.a. (mais correção monetária). Uma vez isso pago e mais despesas e mais TUDO que o “explorado” solicitou, ainda assim dificilmente a burocracia judiciária liberará sem que o “explorador” incorra em mais gasto ou leve anos e mais anos para conseguir a liberação dos bens penhorados.
Num processo acumulativo vai segurando a economia como um todo e criando um desestimulo para o empreendimento e a inovação."

Lucas Dayrell de Almeida disse...

Samuel hora alguma eu disse que estava certa o nosso atual cenário trabalhista, eu só disse que as outras questões eram mais urgentes, e nenhuma medida ou decisão radical vai ser benéfica, ela tem que ser flexibilizada aos poucos, voce por acaso vai a academia e ja começa pelo treino mais pesado? Ou então o primeiro livro que da pro seu filho ler é Machado de Assis. Do mesmo jeito que seu corpo precisa de estruura para aguentar isso, o país também precisa de estrutura, e isso não vai se dar do dia pra noite.

Anônimo disse...

Só discordo de: " precisamos de um Banco Central", o restante aprovo.

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