quinta-feira, 7 de março de 2013

O que o Banco Central está esperando???

Absolutamente todos concordam: a inflação preocupa. Então, pergunto: o que o Banco Central está esperando para agir???

Até quando o BACEN continuará culpando o feijão? A culpa da inflação é exclusiva do PÉSSIMO gerenciamento da política monetária recente.

As expectativas de inflação já estão acima do centro da meta. O que o BACEN está esperando para agir??? O BACEN se reuniu e mais uma vez fechou os olhos, mantendo inalterada a taxa de juros selic em 7,25% ao ano.

Quando Tombini deixar o comando do BACEN haverá instabilidade na taxa de câmbio, motivo: as expectativas não estão mais ancoradas. No passado, acreditava-se no tripé macroeconômico. Hoje o BACEN destruiu dois dos pilares: acabou informalmente com o regime de metas de inflação e tornou a política cambial mais exótica.

4 comentários:

Anônimo disse...

A último indicador divulgado, IPCA 15 se não me engano, veio abaixo da mediana esperada pelo mercado.

A inflação mostra sinais de queda.

O juros e o cambio devem sim se manter.

Cadê o embassamento? Fontes? Alternativas inteligentes?

E se fosse você lá?

As vezes me pergunto se tens mesmo um doutorado ou se deixa um reacionário qualquer escrever neste blog em seu nome.

Anônimo disse...

O ruim que ninguém vê é que a taxa de juros baixa prejudica enormemente os poupadores, principalmente os mais probres que utilizam a poupança. O governo não se importa com isso, apenas com as próximas eleições. Os pequenos poupadores que se danem.

Anônimo disse...

Inflação: Só não vê que não quer. Quem faz compras sente a pressão dos preços, de forma disseminada. No mínimo 30%. A fatura dos últimos governo está chegando.

Anônimo disse...

E agora sabidão? A inflação de fevereiro ficou em 0,6. Acima das expectativas de mercado e acima da de fevereiro do ano passado. Cadê o embasamento? Fontes? Alternativas inteligentes?
Se no governo tivesse alguém que trabalhasse em vez de reescrever teorias consagradas estaríamos crescendo acima de 3% com inflação abaixo de 4%. Mais ou menos como acontece no resto da América Latina.

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