domingo, 23 de junho de 2013

Entrevista com Claudio Barra, membro do Partido NOVO

Abaixo a entrevista concedida por Claudio Barra, personagem importante no Partido NOVO.

1) Qual é a posição do NOVO em relação a reeleição para cargos do legislativo? Por quê?

RESPOSTA: O NOVO acredita na limitação ao “carreirismo político”. Para tanto, é vedado ao filiado eleito para cargo no Poder Legislativo que se candidate a mais de uma reeleição consecutiva. A oxigenação do sistema político é fundamental. A atuação parlamentar deve ser uma prestação de serviço do cidadão eleito e não uma profissão.


2) É comum o NOVO dizer que não é político, mas um partido político que se recusa a ser político não soa estranho? Para quando podemos contar com o NOVO participando de eleições? O que ainda falta?

RESPOSTA: O NOVO nasce sem políticos porque tem como objetivo atrair a participação do cidadão comum, o pagador dos impostos, o cidadão de bem, que normalmente não participa da vida política e partidária porque acredita que não pode fazer a diferença e que é um ambiente de desvios e corrupção. O NOVO é a semente de transformação das velhas práticas políticas tão condenadas pela sociedade. Temos a perspectiva de finalizar o processo de coleta de assinaturas de apoio nos próximos meses e, com isso, conseguir o registro junto ao TSE. Buscamos participar ativamente dos debates e das eleições de 2014. Para se juntar neste desafio, basta acessar a nossa página eletrônica na internet (www.novo.org.br) e assinar a ficha de apoio, o que não significa filiação partidária, apenas a manifestação de apoio ao nascimento do NOVO.


3) Liberação das drogas, aborto, venda de órgãos, eutanásia, redução da maioridade penal e pena de morte. Qual é a posição do NOVO sobre esses temas?

RESPOSTA: São temas complexos e para os quais o NOVO ainda não tem uma posição fechada. Pretendemos abrir discussões sobre estes temas com os futuros filiados do NOVO. Mas vale mencionar que os debates terão sempre como base os valores do NOVO. Para alguns destes itens, por exemplo, poderíamos recomendar plebiscitos e uma decisão no nível estadual.


4) O que o NOVO tem de diferente em relação a outros partidos políticos?

RESPOSTA: Do ponto de vista da estruturação partidária, destaco alguns diferenciais que já fazem parte do Estatuto do NOVO. Primeiramente, a Ficha Limpa é pré-requisito para filiação partidária de todos os membros. A gestão partidária não pode ser feita por candidato ou por ocupante de cargo eletivo, ou seja, é independente e descentralizada. Os suplentes e vices candidatos são escolhidos em convenção de modo independente da candidatura ao cargo principal. Os candidatos assumem compromisso de cumprimento do mandato parlamentar, de gestão e de atuação legislativa, prevendo metas a serem cumpridas. O NOVO prestará suporte ao candidato e ao mandatário, com a criação de órgão de apoio e controle que desenvolverá técnicas, métodos, e padrões de atuação que resultem na maior eficiência de suas atividades. Do ponto de vista programático, o NOVO pretende preservar as liberdade individuais e a propriedade privada em oposição ao estado paternalista; rever o papel do estado, reduzindo o escopo de atuação, a carga tributária, a complexa legislação e regulamentação. Pretendemos promover a livre iniciativa com estímulo a um ambiente empreendedor e a cultura da excelência. Para finalizar, achamos fundamental a implantação de uma gestão pública eficiente, promovendo a boa governança e a transparência dos gastos, ciente, sempre, de que os recursos públicos são escassos.


5) Se o NOVO tivesse a chance de aprovar uma única lei no Brasil. Qual lei seria essa?

RESPOSTA: Uma medida importante seria a proibição de endividamento adicional do estado e teto para impostos.

2 comentários:

samuel disse...

o NOVO está muito tímido em suas propostas. ESTADO MÍNIMO essa deveria ser a proposta inicial. LIMITE PARA O EMPREGUISMO PÚBLICO. Vamos começar por aí.

. disse...

Mas um partido que defende a redução do Estado é uma evolução e tanto! Ainda mais neste país onde absolutamente todos os partidos são de esquerda.

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