quarta-feira, 14 de agosto de 2013

VideoCast do Sachsida: O que fazer para tentar salvar esse país em 2015?

Nesse vídeo faço um apelo a meus amigos do Tesouro Nacional, Banco Central, Fazenda e IPEA: vamos começar a traçar estratégias, e realizar estudos, para tentar evitar o desastre que ocorrerá em 2015. Para assistir clique aqui.

6 comentários:

Chutando a Lata disse...

Gosto do seu otimismo e , confesso, até me contagia. Você bem sabe que não acredito em erro de politica econômica. Os caras estão fazendo tudo certinho. O problema é que chegamos à fronteira do impasse. Aí teremos as soluções meia-boca como o ajuste fiscal. Para piorar minha situação reflexiva, fico intrigado com a sua crença de que possa existir etapas a serem seguidas para se trilhar o caminho do desenvolvimento. Já disse alhures que acredito que um país sempre foi desenvolvido ou sempre foi subdesenvolvido. Estamos num mundo hipotético do zero ou um. Claro, para passar do zero para o um só com rupturas que não necessariamente significa pancadaria generalizada. O fundamental é que a elite aceite a mudança. Se ela não quer, nada feito.

De qualquer forma, se vai arregaçar as mangas sobre as contas publicas e propor soluções para o equacionamento do déficit crônico do setor publico, torço para que encontrem saídas. A minha dica seria: não deixe de integrar os municípios e os estados à um verdadeiro federalismo. Começaria discutindo quais as verdadeiras funções do ente governo central, dos governos estaduais e municipais. Depois, elegeria os hipótese tributárias cabíveis a cada uma das esferas de governo. Finalmente, estabeleceria o fim do orçamento programa – invenção dos que gostam de encontrar algum papel diferente dos usuais para o governo. O orçamento tem que ser participativo e por isso tem que ser simples e inteligível por todos os cidadãos.

Seria imperioso o estabelecimento de princípios orçamentários. Um deles seria sobre o endividamento. Acredito que os empréstimos deveriam ser nulos. Um outro principio seria o da impossibilidade de se fazer gastos em obras novas se as obras já prontas e funcionando não tiverem contado com os gastos para sua recuperação, ou seja, a depreciação não pode ser um numero contábil. Tem que ter uma contrapartida verdadeira. Um outro principio seria o de delimitação dos impostos para atividades essenciais, ou seja, vinculação explicita, podendo ser rediscutida de cinco em cinco anos. Um outro principio seria o parâmetro de qualidade. Por exemplo, os metros nos países decentes funcionam até de madrugada, com o objetivo explicito de atender apenas um pequeno grupo. A sociedade paga por isso e sabe que está pagando por isso. Traduzindo, transporte publico tem que ter qualidade. Outros princípios serão necessários.

Para fechar a conta, tendo em visto o caos deficitário que se avizinha, proporia a monetização global da divida de todas as esferas de governo e deixaria como imposto de fechamento das contas publicas o imposto financeiro do tipo que tínhamos até bem pouco tempo. Ele é ruim, mas teria muito espaço para funcionar, com essa montanha de grana que estaria flutuando na economia.

Como lei geral, estabeleceria que atividades publicas típicas, como transporte publico, jamais poderiam ser privatizadas. Voltariam a esfera do governo. E todas as privatizações que apenas colocam empresários como intermediários, como a dos estádios de futebol como o Maracanã que querem privatizar, voltariam imediatamente para o Estado. Se eliminarmos os lucros sem esforço dos Eikes Batistas e Odebrechts, já economizaríamos bastante.

Depois irei revisar o que escrevi. Meu habito. Escrevo de forma livre e com o tempo vou fazendo minhas correções. Acredito que erro nos detalhes, não no essencial.

Chutando a Lata disse...

Gosto do seu otimismo e , confesso, até me contagia. Você bem sabe que não acredito em erro de politica econômica. Os caras estão fazendo tudo certinho. O problema é que chegamos à fronteira do impasse. Aí teremos as soluções meia-boca como o ajuste fiscal. Para piorar minha situação reflexiva, fico intrigado com a sua crença de que possa existir etapas a serem seguidas para se trilhar o caminho do desenvolvimento. Já disse alhures que acredito que um país sempre foi desenvolvido ou sempre foi subdesenvolvido. Estamos num mundo hipotético do zero ou um. Claro, para passar do zero para o um só com rupturas que não necessariamente significa pancadaria generalizada. O fundamental é que a elite aceite a mudança. Se ela não quer, nada feito.

De qualquer forma, se vai arregaçar as mangas sobre as contas publicas e propor soluções para o equacionamento do déficit crônico do setor publico, torço para que encontrem saídas. A minha dica seria: não deixe de integrar os municípios e os estados à um verdadeiro federalismo. Começaria discutindo quais as verdadeiras funções do ente governo central, dos governos estaduais e municipais. Depois, elegeria os hipótese tributárias cabíveis a cada uma das esferas de governo. Finalmente, estabeleceria o fim do orçamento programa – invenção dos que gostam de encontrar algum papel diferente dos usuais para o governo. O orçamento tem que ser participativo e por isso tem que ser simples e inteligível por todos os cidadãos.

Seria imperioso o estabelecimento de princípios orçamentários. Um deles seria sobre o endividamento. Acredito que os empréstimos deveriam ser nulos. Um outro principio seria o da impossibilidade de se fazer gastos em obras novas se as obras já prontas e funcionando não tiverem contado com os gastos para sua recuperação, ou seja, a depreciação não pode ser um numero contábil. Tem que ter uma contrapartida verdadeira. Um outro principio seria o de delimitação dos impostos para atividades essenciais, ou seja, vinculação explicita, podendo ser rediscutida de cinco em cinco anos. Um outro principio seria o parâmetro de qualidade. Por exemplo, os metros nos países decentes funcionam até de madrugada, com o objetivo explicito de atender apenas um pequeno grupo. A sociedade paga por isso e sabe que está pagando por isso. Traduzindo, transporte publico tem que ter qualidade. Outros princípios serão necessários.

Para fechar a conta, tendo em visto o caos deficitário que se avizinha, proporia a monetização global da divida de todas as esferas de governo e deixaria como imposto de fechamento das contas publicas o imposto financeiro do tipo que tínhamos até bem pouco tempo. Ele é ruim, mas teria muito espaço para funcionar, com essa montanha de grana que estaria flutuando na economia.

Como lei geral, estabeleceria que atividades publicas típicas, como transporte publico, jamais poderiam ser privatizadas. Voltariam a esfera do governo. E todas as privatizações que apenas colocam empresários como intermediários, como a dos estádios de futebol como o Maracanã que querem privatizar, voltariam imediatamente para o Estado. Se eliminarmos os lucros sem esforço dos Eikes Batistas e Odebrechts, já economizaríamos bastante.

Depois irei revisar o que escrevi. Meu habito. Escrevo de forma livre e com o tempo vou fazendo minhas correções. Acredito que erro nos detalhes, não no essencial.

amauri disse...

Bom dia Adolfo!
Muita coisa esta ruim e pode piorar porem, muitos estão ganhando muito. Alguns com competência, outros com influencia, outros com informação privilegiada, outros com os tres....
Vamos ao item de informação privilegiada, estes sao como os estudantes que colou no exame? abs

Anônimo disse...

A primeira providência é garantir que partidos comunistas como PT, PSOL, PSTU, PCO, PC do B etc. não recebam um único voto sequer.

Anônimo disse...

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=166861600080254&set=a.116909955075419.14304.100002692458930&type=1&ref=nf

Adolfo, se for tão inteligente de verdade me prove o contrário de porque o capitalismo é melhor e mais justo que o socialismo

samuel disse...

Que luta sem recompensa esta do Sachsida e outros liberais. Tres comentários e dois estatistas. Isso é que é chutar o sa@#...

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