terça-feira, 26 de novembro de 2013

VideoCast do Sachsida: Hotel St. Peter de Brasília Tripudia na Cara dos Brasileiros Honestos

O Hotel St. Peter de Brasilia tripudia e faz pouco caso do brasileiro honesto. Dar um emprego de 20.000/mês para José Dirceu "administrar" o hotel é tripudiar com a nossa cara!!!!! Eu não quero amizade e nem contato com quem se hospeda nesse hotel. Para assistir ao vídeo clique aqui.

Hotel Saint Peter de Brasília tripudia com o Brasileiro honesto!!!


O Hotel Saint Peter de Brasília irá pagar R$ 20.000/mês de salário para José Dirceu, o petista condenado no STF por formação de quadrilha e corrupção ativa. O hotel tripudia com a cara do brasileiro.

Eu não me hospedo NUNCA MAIS no Hotel Saint Peter de Brasília. NUNCA MAIS dou carona para quem se hospedar no Hotel Saint Peter de Brasília.

Se você vier a Brasília e se hospedar no Hotel Saint Peter, por favor, NÃO ENTRE em contato comigo. Eu não aceito ser amigo de quem apoia esse tipo de palhaçada, esse verdadeiro faz de conta, esse acinte contra a população brasileira.

Nada contra um hotel, ou qualquer outro estabelecimento, dar emprego para presos. Isso é importante e faz parte do processo de ressocialização. Contudo, o que o Hotel Saint Peter de Brasília fez é bem diferente disso: dar R$ 20.000 mensais para José Dirceu "administrar" o hotel é brincar e tripudiar na cara do povo brasileiro.

O Hotel Saint Peter de Brasília NÃO ME REPRESENTA!!!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Carta Aberta aos Ministros do STF, se você concorda, por favor compartilhe!!!


Senhores Ministros do STF,

Temos visto com preocupação alguns comentários, veiculados pela imprensa, a respeito do julgamento de ações relativas aos critérios de correção da poupança em antigos planos econômicos. Tais comentários sugerem que caso os poupadores ganhem a causa o país poderá enfrentar uma crise financeira de grandes proporções e que, por esta razão, o STF deveria julgar a favor da constitucionalidade de tais planos econômicos (e contra os poupadores).

Em primeiro lugar, devemos ressaltar que parte significativa dos avanços recentes em teoria do crescimento econômico aponta que instituições são fatores determinantes do sucesso de um país. Dentre estas instituições a justiça “cega” é certamente uma das mais importantes, uma justiça que “olha” quem vai ser prejudicado (ou beneficiado) antes de tomar decisões é mais prejudicial à economia do que uma crise financeira, por pior que sejam estas últimas.

Em segundo lugar, temos dúvidas em relação aos números que vemos na imprensa. Fala-se que retirar R$ 150 bilhões do sistema financeiro levaria a uma retração do crédito da ordem de um trilhão de reais. Aparentemente este cálculo não considera que uma parte significativa deste dinheiro será depositada nos próprios bancos a despeito de quem ganhe a causa. Os indivíduos que receberem estes recursos vão deixar parte dos mesmos nos bancos para obter rendas de juros, e vão consumir a outra parte. A parte que ficar nos bancos não deverá ter grandes efeitos no volume de crédito disponível. A parte que for consumida terá efeito direto no aumento da demanda. Mesmo esta parte dedicada ao consumo cedo ou tarde voltará ao sistema financeiro. O dinheiro não desaparece da economia (como sugerem alguns analistas), apenas muda de dono.

Outro ponto que nos incomoda são as referências a famosa frase "No Brasil até o passado é incerto". Este de fato é um problema de nossa economia que deve ser enfrentado se quisermos um desenvolvimento de longo prazo. Mas não entendemos que este julgamento seja um exemplo disto. Os reclamantes entraram na justiça em tempo hábil e tiveram vitória nas instâncias iniciais. Os bancos, agindo dentro da lei, colocaram uma série de recursos até que o julgamento chegasse ao STF. Ou seja, a demora na decisão final foi apenas devido ao processo legal, que propiciou aos bancos recorrerem de decisões desfavoráveis recebidas em primeira e segunda instância. Desta forma, o julgamento de fatos ocorridos há mais de vinte anos atrás é consequência direta das ações dos bancos. De fato a boa técnica de gestão de risco recomenda que, dado que os bancos foram condenados nas instâncias inferiores, deveriam ter feito reservas de recursos para poderem honrar seus compromissos em caso da confirmação da decisão no STF. Se isto não foi feito deve-se a problemas de gerenciamento de risco dos próprios bancos (que preferiram adotar outras estratégicas de salvaguardas financeiras). Sendo assim, se em decorrência do julgamento ocorrer a falência de algum banco isto será devido a uma gestão de risco inadequada, e não da aplicação das leis.

Terminamos por manifestar nossa confiança de que o STF julgará observando tão somente as leis, a jurisprudência, e a doutrina do direito. Afirmamos que os efeitos sobre o sistema financeiro, de possível decisão favorável aos poupadores, serão bem menores do que os apresentados na imprensa. Afirmamos também que pedir ao judiciário que julgue olhando quem ganha e quem perde com suas decisões é pedir um preço alto demais para evitar uma crise financeira.

Por fim, reforçamos o argumento de que a demora no julgamento dessa ação não se deveu a nenhum procedimento inapropriado por parte dos poupadores. Pelo contrário, boa parte dessa demora deveu-se aos recursos impetrados pelos próprios bancos. Além disso, no Brasil, não é incomum que processos judiciais levem vários anos para terem seu julgamento finalizado. Isso não quer dizer mudar o passado (tal como alguns analistas querem fazer acreditar). Apenas para reforçar nosso ponto, um estudo do IPEA mostra que o tempo médio total de tramitação de um processo de execução fiscal na Justiça Federal é de 8 anos 2 meses e 9 dias*. Ou seja, dizer que uma demora no julgamento de uma causa significa alterar o passado é um argumento que não pode ser usado na realidade brasileira.

Assinam (em ordem alfabética):

1) Adolfo Sachsida, Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA
2) Marco Aurélio Bittencourt, doutor em Economia.
3) Roberto Ellery Jr, Departamento de Economia da Universidade de Brasília.


*: Comunicado IPEA: "CUSTO UNITÁRIO DO PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL NA JUSTIÇA FEDERAL", número 83, março de 2011.

Taxa de Juros combate a Inflação, mas NÃO Reduz o Crescimento Econômico de Longo Prazo

Tenho notado muita discussão da mídia sobre a controvérsia taxa de juros, inflação e crescimento econômico. Alguns analistas argumentam que o governo esta num dilema: para combater a inflação precisa aumentar juros, mas aumentando juros diminui o já baixo crescimento da economia brasileira.

A controvérsia acima é enganosa, pois ela passa a falsa impressão de que combater a inflação gera recessão: no longo prazo, não existe trade-off (troca) entre estabilidade econômica e crescimento econômico. Economias estáveis crescem mais, economias instáveis crescem menos. Simples assim.

O dilema crescimento x estabilidade possivelmente se baseia no que os economistas chamam de Curva de Phiilips: a ideia de que existe uma relação negativa entre inflação e desemprego. Isto é, para se combater a inflação gera-se desemprego, ou seja, gera-se uma recessão.

A Curva de Phillips é, com efeito, extremamente difundida e adotada por diversos Bancos Centrais mundo afora. Contudo, duas considerações importantíssimas devem ser feitas:
1) A esmagadora maioria dos estudos, e dos pesquisadores, concorda que, caso exista, a relação entre inflação e desemprego é de curto prazo!!! Ou seja, tal relação não se aplica ao longo prazo.
2) Existe uma ampla controvérsia na literatura sobre a possibilidade da curva de Phillips, mesmo no curto prazo, ser uma boa explicação para o processo inflacionário. Meus estudos, inclusive publicados em revistas acadêmicas, sugerem que a curva de Phillips tem pouca relevância para explicar a dinâmica inflacionária brasileira.

Os pontos 1 e 2 acima deixam claro que, no longo prazo, simplesmente não existe dilema entre combater a inflação e promover o crescimento econômico. O crescimento econômico é promovido por reformas que aumentem a produtividade da economia. Aliás, é consensual entre economistas que no longo prazo o crescimento é função da produtividade. Já o combate a inflação é feito por meio de uma política monetária restritiva (se possível com ajuda de uma política fiscal igualmente restritiva).

Desnecessário lembrar que um ambiente com menos inflação é também mais propício a manutenção e elevação dos investimentos. Resumindo, combater a inflação ajuda na promoção do crescimento econômico de longo prazo. E, esse crescimento, é o que realmente importa em análises econômicas e sociais.

sábado, 23 de novembro de 2013

VideoCast do Sachsida: Campanha Ajude o José Genuino

Nesse vídeo começo uma campanha humanitária para ajudar José Genuino: vamos dar um jogo de Banco Imobiliário para ele!!!!!! Para assistir clique aqui.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Na Calada da Noite Governo Acaba de vez com a Responsabilidade Fiscal: O que podemos esperar em 2015?


Amigos, não é fácil pensar numa maneira de piorar a situação fiscal brasileira... mas acreditem: o governo conseguiu!!!! Enquanto o Brasil parava para ver a final da Copa do Brasil, adivinhem o que aconteceu em Brasília??? O Congresso aprovou um projeto que muda as regras do superávit primário (de novo)!!!!

O governo não consegue cumprir suas metas, o que ele faz? Muda as metas!!! Parece aquela piada do cara que vai ao médico e ouve: "O Sr. precisa comer menos gordura, parar de beber cerveja, e fazer mais exercícios"... em vez de seguir o médico o cara muda de médico!!!! Esse é o governo brasileiro.

Por favor, leiam o link acima. Olha que beleza: "O governo central - composto pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - teria como meta para o ano economizar R$ 73 bilhões, caso tivesse que arcar apenas com a conta da União. Até setembro, contudo, só poupou R$ 26,7 bilhões - o que já indica dificuldade para cumprir a própria meta". Estão notando o tamanho do rombo fiscal???? Com a nova lei a União não será mais obrigada a cumprir a parte do superávit não cumprida pelos estados e municípios. Resumindo, qual o estímulo que a União terá para forçar estados e municípios a economizar?

Por favor, não me compreendam mal. Eu sou favorável a que estados e municípios tenham liberdade fiscal e tributária. Mas isso deve fazer parte de um amplo conjunto de medidas, que inclusive DESOBRIGUE a União de socorrer estados e municípios falidos. Mas do jeito que a lei é hoje é simplesmente absurdo permitir alto grau de endividamento dos estados, pois a União em última instância será obrigada a honrar tais dívidas. Ou seja, o estado (ou município) gasta e quem paga a conta é o resto do país... adivinhem que tipo de estímulo isso gera??? Gera um enorme estímulo para que todos se endividem.

Pode parecer coisa de chato, mas quando ocorreu a renegociação da dívida dos estados (e municípios) e o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal (ainda no governo FHC) EU AVISEI QUE DARIA ERRADO JUSTAMENTE PELOS MOTIVOS QUE ESTÃO OCORRENDO HOJE!!!!! Meu amigo Roberto Ellery é testemunha disso. Eu avisei que o caminho certo era outro: a União não devia interferir nas decisões de estados e municípios, mas também não deveria pagar pela conta.

Na prática, a medida aprovada hoje no Congresso nos leva de volta a situação de 1999: a União não terá controle (ou vontade política) suficiente sobre a dívida de estados e municípios, mas em última instância será responsável pelas mesmas. Resumindo: acabou-se, oficialmente, a responsabilidade fiscal em nosso país.

Por fim, o que esperar de 2014? 2014 será o ano com o RECORDE MUNDIAL de greves no Brasil.... polícia federal, companhias de luz, água, esgoto, DETRAN, aeroviários, entre outros entrarão em greve. Afinal, as vésperas da Copa do Mundo, e sem preocupação com a solvência fiscal, o governo ficará refém de todos esses movimentos grevistas. Governos estaduais preocupados com a eleição, governo federal preocupado com a eleição... o gasto público baterá recordes!!!!

Em 2015 será a hora de pagar a conta. E ela será bem alta.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Dia da Consciência Negra é coisa de Racistas

Não sou racista, desprezo pessoas que julgam os outros com base na raça. Desprezo a aristocracia. Aristocracia julgava as pessoas de acordo com o nascimento: é filho de nobre? Então é sangue azul.... não é filho de nobre? Então não serve.... a humanidade levou séculos para se livrar dessa mazela aristocrata. Todo ser humano tem direito a vida, a liberdade e a busca da felicidade. E, em busca de sua felicidade, ele estuda, trabalha, serve ao próximo, e toma decisões. É o conjunto da obra, de suas escolhas, que classifica um homem como sendo bom, ou não.

Desprezo pessoas que julgam outros não com base em seu mérito, mas com base em sua raça. Sendo assim, não posso concordar com o dia da consciência negra. Da mesma forma que não posso concordar com o dia da mulher, ou o dia do índio, ou o dia de quem quer que seja. Somos todos seres humanos.

Vejo com tristeza que as pessoas que defendem cotas se calam frente aos ataques racistas sofridos por Joaquim Barbosa.

Vejo com tristeza colegas competentes se aliando a agendas progressistas apenas para ganhos materiais. Não precisamos de mais cotas. Não faz sentido colocarmos cotas para negros em cargos de chefia. Digo isso pois acredito que negros, amarelos, vermelhos e brancos são igualmente competentes. Não temos crimes raciais no Brasil. Ninguém é assassinado no Brasil por ser negro. Um branco não sai de casa para matar ou espancar negros. Vejo com tristeza que determinados cientistas hoje tentam criar um conflito racial simplesmente inexistente no Brasil. Espero que não consigam, espero que fracassem. Mas e se conseguirem????

Todos teremos que dar explicações sobre nossos atos, cedo ou tarde seremos confrontados seja com Deus (para os religiosos) seja com nossa consciência (para os ateus). E nesse dia deveremos responder: eu agi bem? E dessa resposta derivará a mais simples das conclusões... Sim, eu fui um bom Homem; ou Não, eu fui uma pessoa má.

Racismo é desprezível. Mas quanto mais políticas pró-negro adotarmos maior será a rejeição dos negros na sociedade. Isso ocorre pois as cotas tem um efeito horroroso: elas tiram o mérito individual das conquistas. Quando vemos um médico negro, ou um juiz do STF negro, sabemos que ele deve ser muito competente para conseguir ter chegado até lá. Num regime de cotas você vê um médico negro, ou um juiz do STF negro, e diz: ele está lá graças a minha ajuda....

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Considerações sobre o PL 122, texto escrito por Thiago Cortes

O texto abaixo foi escrito por Thiago Cortes.

“É preciso dar um passo atrás para, depois, dar dois passos à frente” – Lênin

Algumas mentes incautas comemoram o fato de que o termo “homofobia” foi retirado do famigerado Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que deve ser votado na quarta-feira, 20. O fascismo LGBT deu um passo atrás estratégico, mas nunca deixou de caminhar.

O senador petista Paulo Paim entregou seu substitutivo ao PLC 122 que, segundo ele, reflete “todos os segmentos”. O petista também está trombeteando aos quatro ventos que o seu texto “não entra na polêmica” da definição de homofobia.

Paulo Paim frisou que seu substitutivo abrange o combate “a todo tipo de preconceito”. É uma manobra retórica para desarmar os adversários do PLC 122. Se o projeto é contra “todo tipo de preconceito”, logo, quem se opõe a ele só pode ser preconceituoso.

Para ler o texto completo clique aqui.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Dados sobre Taxas de Homicidios no Brasil NAO PODEM ser usados para inferencias sobre discriminacao contra homossexuais e negros


A grande mídia esta repercutindo muito um estudo que mostra que negros tem maior chance de serem assassinados do que brancos. Sim, isso esta correto. Contudo, disso não eh possível fazer qualquer inferência a respeito de racismo, e menos ainda em relação a discriminação contra homossexuais.

Sim, negros são mais assassinados do que brancos. Contudo, vale a pena lembrar que amarelos são menos assassinados do que brancos. E dai? Disso devemos argumentar que brancos são discriminados (afinal correm mais risco de assassinato do que amarelos)?

Agora prestem atenção nessa estatística: a taxa de homicídios entre homens é muito superior a de mulheres: a taxa de homicídios por 100 mil habitantes é de 50,7 quando se considera apenas a população masculina, e de 4,4 por 100 mil quando se considera apenas a população feminina (dados referentes a 2009). Resumindo: homens correm quase 12 vezes mais risco de morrerem assassinados do que mulheres!!!! E ai, sera que podemos inferir disso que homens são discriminados???? Eh claro que não!!!!!!

Usar dados de homicídio para inferir sobre discriminação so eh valido se tivermos dados referentes AO MOTIVO DO CRIME!!!! Quando uma alta proporção de negros eh morta vitima de brancos racistas, isso sim eh um indicio de crime racial. Quando um negro eh morto por outro negro não há como argumentar que isso eh um crime decorrente da raca. Quando um negro eh morto por um branco em decorrência de um acidente de transito isso também não eh indicio de crime racial. De maneira semelhante, quando um homossexual eh assassinado isso não quer dizer que ele tenha sido morto por causa de sua preferencia sexual. Ele pode ter sido vitima de um assalto, de uma briga, por acidente, e por varias outras razoes que nada tem haver com discriminação.

O Brasil eh um pais violento, eh o pais onde (em números absolutos) mais se mata no mundo. De acordo com dados oficiais são mais de 50.000 homicídios por ano. Estudar e propor soluções de politicas de segurança eh uma prioridade nacional. Mas não devemos politizar ou adotar agendas politicas nessa discussão. O assunto eh serio e requer a seriedade necessária. Não quero dizer que não haja discriminação no Brasil. Digo apenas que aqui os assassinatos são democráticos, não poupam ninguém.

domingo, 17 de novembro de 2013

O Negão é Foda e Mais um Efeito Deletério da Política de Cotas

Esse final de semana choveram ofensas racistas contra Joaquim Barbosa, o presidente do STF. É absolutamente humilhante constatar que as ditas ONG's voltadas contra a discriminação permaneceram caladas frente a esse linchamento covarde. Mas, o pior mesmo, é Maria do Rosário (Ministra da Secretaria dos Direitos Humanos) e Luiza Bairros (Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial). São duas ministras de Estado que supostamente deveriam se indignar contra a discriminação racial. Mas que, para variar, permanecem caladas quando o linchado não está alinhado a ideias progressistas.

Não cabe aqui discutir a decisão do presidente do STF: ele tinha autonomia para a tomar e a tomou. Quero centrar atenção no fato de que duas Ministras de Estado, a de Direitos Humanos e a de Promoção da Igualdade Racial, não fazem nada frente as ofensas racistas recebidas pelo Presidente do STF. Para que servem essas secretarias??? Joaquim Barbosa, um negro, está sendo ofendido nas redes sociais e o silêncio dos movimentos sociais é ofensivo. Então o Sachsida diz em alto e bom som: O NEGÃO É FODA!!!! Será que vou ser taxado de racista??? Então digo de novo: O NEGÃO É FODA!!!!

Essa onda de ofensas na internet é mais um efeito deletério da política de cotas: as pessoas associam que o presidente do STF está lá não por sua competência, mas por causa da política de cotas. A política de cotas esconde o mérito, e promove a cor da pele. Com o tempo as pessoas param de ver o talento, o trabalho e esforço individual, e começam atribuir tudo as cotas. Joaquim Barbosa não chegou lá por uma política de cotas. Contudo, a maciça propaganda esquerdista, dizendo que finalmente um negro estava no STF, certamente não ajudou a promover o mérito de Joaquim Barbosa.

A propaganda de que um negro estava no STF também deu margem para a ideia de que Joaquim Barbosa devia "favores" a quem o indicou... afinal, ele não teria chegado lá por mérito próprio... é por isso que sou contra essas ideias de "primeiro negro" ou "primeira mulher" ou "primeiro índio". Não sou racista. Sendo assim, sugiro que favoreçamos o mérito individual INDEPENDENTEMENTE da cor da pele. Atribuir a um favor pessoal, ou a uma concessão benevolente, uma conquista individual é mais um efeito deletério da política de cotas.

Por fim, deixo aqui um enorme FODA-SE a todos esses canalhas racistas da internet. É próprio dos covardes, e dos bananas, ofender outra pessoa com base na cor da pele. Respeitosamente sugiro que vocês vão pra casa do caralho seus merdas.

sábado, 16 de novembro de 2013

O Toque de Midas Brasileiro, texto escrito por Rodrigo Pereira

O texto abaixo foi escrito por Rodrigo Pereira.

Glover Teixeira, uma estrela em ascensão no mundo das artes marciais mistas (MMA), foi embora do Brasil para treinar nos Estados Unidos. Quando perguntado por uma repórter sobre o porquê da mudança, ele disse que precisava de um pneu de trator para treinar que custa 2000 reais no Brasil. Nos Estados Unidos o mesmo pneu custa cento e poucos dólares, e rapidamente estava à sua disposição para treinos.

Todo mundo sabe que tudo custa muito caro no Brasil, muito mais caro que no resto do mundo. Mas o que a história do Glover deixa claro é o custo social de se viver num país onde as coisas são tão caras. Imagine a quantidade de atletas que deixam de treinar ou de se tornar competitivos porque os equipamentos são caros demais, a quantidade de meninos que deixam de se tornar grandes pianistas porque um piano no Brasil custa três vezes o preço do resto do mundo, a quantidade de Airton Sennas que deixam de existir porque no Brasil um Kart e seus custos de manutenção são 2,5 vezes o que custa no resto do mundo, e por aí vai. Mas esse custo social invisível não se restringe a isso, há também um efeito “Toque de Midas” muito ruim para a produtividade do país: quando alguém consegue fazer um produto entrar nas fronteiras do país ele instantaneamente tem seu valor de mercado duplicado ou triplicado. O contrabando torna-se extremamente lucrativo, e uma larga parcela da população deixa de usar seu potencial criativo e produtivo na produção de bens e serviços para tentar achar brechas no curral imposto pela Receita Federal, e lucrar com o efeito Toque de Midas. Quem conhece a feira dos importados em Brasília sabe do que eu estou falando.

O fato é que não é por acaso que tudo no Brasil custa muito caro. Há toda uma arquitetura econômica deliberadamente construída que é responsável por isso. Do sistema tributário ao tamanho do setor público, da falta de concorrência em muitos setores, à herança de uma mentalidade pró substituição de importações (onde importar é intrinsecamente errado, e quem insistir no erro deve ser punido), tudo contribui para que o Brasil seja um país muito caro.
O Brasil tem quase que por tradição um imenso setor público, e uma pretensão de ter um Estado de bem-estar social à lá países nórdicos, com saúde pública e educação universais, uma larga rede de proteção social, etc. Tudo isso custa caro e tem que ser pago com impostos. Com uma razão arrecadação/PNB se aproximando dos 40% o Brasil fica bem acima de países como o Chile (18,4% ), México ( 17,4% ), ou Estados Unidos (24,1% ) e fica bem próximo das vedetes mundiais de proteção social, como a Noruega (42,9%) e a Suécia (46,7%). Mas diferentemente desses países, que concentram sua tributação em impostos diretos, sobretudo o imposto de renda, nosso sistema tributário ainda é típico de país terceiro-mundista, com um altíssimo percentual de impostos indiretos no total da arrecadação. No Brasil 48,4% do total arrecadado vem na forma de impostos indiretos, contra 27,5% na Noruega.

Mas se os impostos indiretos como o IPI ou o ICMS são exatamente aqueles que fazem os bens ficarem mais caros, e se há um enorme custo social no convívio com preços tão altos, porque então o Brasil não faz como o mundo desenvolvido e tributa mais a renda e menos os bens? Porque tributar os consumo de bens é muito mais fácil do que tributar a renda. No Brasil quase a metade do mercado de trabalho é informal. Uma maior tributação sobre a renda seguramente levaria a uma informalidade ainda maior. Mas além disso, boa parte da metade que é formal não paga um único centavo de imposto de renda porque cai na faixa de isenção, que vai de zero a aproximadamente R$1600 mensais. Como esse é também o valor de nossa renda per capita, o indivíduo mediano simplesmente não paga imposto de renda no Brasil. De um grupo selecionado de 100 países com alguma estrutura tributária civilizada, 45 deles não têm faixa de isenção alguma do imposto de renda. Dos 55 que têm isenção, o Brasil é um dos mais generosos, com uma razão “limite de isenção do IR”/ “renda per capita” de 100%. Para efeito de comparação, na Noruega essa razão fica em torno de 6%, ou seja quem ganha 6% da renda per capita já começa a pagar imposto de renda.

Então, como é possível sustentar um governo que gasta quase 40% do PNB, com uma arrecadação de tributos diretos insuficiente? Basta enfiar impostos indiretos nos bens que a população compra. Mas que fique tudo nebuloso, porque se ela souber o quanto paga de impostos quando vai às compras, seria capaz de sair às ruas revoltada em passeatas de protesto. Enquanto isso o efeito Toque de Midas corre solto. Um borracheiro estava me dizendo que quem tem carros grandes como picapes Hilux, S10, etc, tem ido até o Paraguai na hora de trocar os pneus do carro. Um jogo de 4 pneus custa 4 mil reais no Brasil, contra mil e setecentos reais no Paraguai. “Mas tem que cortar os cabelinhos do pneu doutor, senão a Receita descobre que o pneu é novo e aí já era”.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

VideoCast do Sachsida: Bom Senso Futebol Clube

Neste video analiso por um prisma economico as manifestacoes dos jogadores de grandes clubes ocorrida nessa semana. Manifestacao que recebeu o nome de Bom Senso Futebol Clube. Para assistir clique aqui.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Liberdade na Estrada em Goiania: É HOJE!!!

Em sua quinta edição o Liberdade na Estrada passa pela primeira vez em Goiania. Para saber mais sobre a história do evento clique aqui.

O tema desse ano é: "O que você faria se fosse presidente por um dia?"

Local: UFG - Cine UFG, Faculdade de Letras, Campus Samambaia

Horário: 14:30 horas

Data: HOJE (14/11/2013)

O evento é gratuito, passe lá e vamos discutir ideias!!!!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Liberdade na Estrada em Brasília: É HOJE!!!!!!


Em sua quinta edição o Liberdade na Estrada passa uma vez mais por Brasília. Para saber mais sobre a história do evento clique aqui.

O tema desse ano é: "O que você faria se fosse presidente por um dia?"

Local: UnB - Auditório do Instituto de Ciência Política

Horário: 19:30 horas

Data: HOJE (13/11/2013)

O evento é gratuito, passe lá e vamos discutir ideias!!!!


INFORMAÇÕES PRELIMINARES DO CURSO DE FORMAÇÃO DE AGENTES POLÍTICOS A SER MINISTRADO POR OLAVO DE CARVALHO


INFORMAÇÕES PRELIMINARES DO CURSO DE FORMAÇÃO DE AGENTES POLÍTICOS A SER MINISTRADO POR OLAVO DE CARVALHO

Duração: 3 meses.
Início provável: fevereiro de 2014.
Vagas: 30.
Horário: de segunda à sexta a partir das 16h30.

Local: Colonial Heights, VA – EUA.

Modalidade: apenas presencial (não haverá transmissão online).

Custo: a ser definido, mas incluirá o curso, hospedagem e inscrição para cursos complementares em Washington e outras localidades.
V
isto Americano: o visto a ser solicitado é o B2, de turista, que permite a estada por até 6 meses.

SE tiver condições de se ausentar do país durante os três meses de duração do curso, faça já sua pré-inscrição, enviando um e-mail: para eduy.ferro@gmail.com.

Para mais informações, acompanhe a página: https://www.facebook.com/groups/7654380937

terça-feira, 12 de novembro de 2013

VideoCast do Sachsida: Corrupção, TCU, AGU, CGU e demais órgãos de controle


Nesse vídeo argumento pela redefinição do papel dos órgãos de controle estatais. Hoje o setor público brasileiro está num dilema: as obras públicas não saem do papel e a corrupção não para de aumentar. Para assistir clique aqui.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

domingo, 10 de novembro de 2013

Depois de perder para Lula, Dilma e Haddad, Serra tenta nos conduzir uma vez mais para a derrota


Acho Serra um dos piores nomes do PSDB. Sua capacidade como administrador me parece sobrevalorizada. Mas pior do que isso: Serra é daqueles que acham que sabem economia... no fundo no fundo a política econômica de José Serra consegue a proeza de ser pior do que a do governo Dilma. Não digo isso por brincadeira. Serra é a favor de medidas ditas desenvolvimentistas ainda mais erradas do que as adotadas pelo governo Dilma.

Mas minhas críticas a Serra não se resumem a seu péssimo senso de economia. Ele é também uma liderança negativa da oposição. Serra não quis a ajuda de FHC na sua primeira disputa presidencial, e conseguiu a proeza de perder uma eleição para Lula. Depois, fazendo elogios a Lula conseguiu perder para Dilma. Depois ainda conseguiu a proeza de perder para Haddad... Serra não une a oposição, pelo contrário, ele insiste sempre na tal da chapa "puro sangue". Isto é, ele quer o apoio dos aliados, mas não quer compromisso com eles. Serra quer o apoio do DEMOCRATAS, mas acha vergonhoso ter um vice desse partido. É mais ou menos algo do tipo: não gosto de vocês, mas vou deixar que me apoiem. Não Serra, esse procedimento não une a oposição.

Serra tem todo direito de pleitear uma vaga para concorrer a presidência. E eu me reservo o direito de dizer que, uma vez mais, Serra tenta conduzir a oposição a derrota.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O que eu falei brincando Valdomiro Pinto e Ricardo Paes de Barros falam a sério: a questão das cotas raciais

No dia 18 de janeiro de 2013 escrevi um artigo irônico sobre cotas. Dizia que estava na hora do governo instituir cotas também para os Conselhos das Sociedade Anônimas. Além disso, sugeria também cotas para funções de chefia no setor público. O artigo era uma ironia só. Vale a pena lê-lo.

No dia 10 de setembro de 2013 o filósofo Valdomiro Pinto escreveu um artigo sério sugerindo que devemos deixar o mérito de lado. Qual não foi minha surpresa ao ler no Valor Econômico de hoje que Ricardo Paes de Barros defende uma política de cotas para altos cargos:

É responsabilidade do Estado. Uma preocupação assim levaria a formação de uma elite negra de forma mais acelerada, porque estamos vendo que o acesso da população negra ao topo da sociedade brasileira ainda é limitado. Isso quer dizer que muitos valores e talentos negros não estão sendo aproveitados.”

Ricardo Paes de Barros é um economista de respeito, mas, em minha opinião sua proposta é absurda. O que ele quer com isso? Quer cotas para negros em posições de comando. Como se posições de comando pudessem ser preenchidas com base em critérios raciais. O que vem depois? Iremos limitar o acesso de judeus? Afinal, se determinado segmento esta subrepresentado (negros) é porque outro segmento está superrepresentado. Sou totalmente contra a proposta de Ricardo Paes de Barros. Sou contra o sistema de cotas raciais. Meus argumentos contra as cotas raciais podem ser lidos aqui.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Mantega sugere o que não funciona... dessa vez sugere algo operacionalmente impossível


Acaba de passar no Jornal da Globo: as contas públicas vão de mal a pior, qual é a sugestão de Mantega??? Exigir que os trabalhadores desempregados façam cursos de qualificação logo no primeiro pedido ao seguro desemprego.

Deixa eu explicar: as regras do seguro desemprego impõe aos trabalhadores que pedem seguro desemprego pela segunda vez, dentro do prazo de 10 anos, a fazerem cursos de capacitação. Mantega quer que tais cursos sejam obrigatórios logo no primeiro pedido de seguro desemprego. Prestem atenção: na prática a regra atual NÃO É seguida hoje. O motivo é simples: não existem tantos cursos de capacitação disponíveis, e além disso, muitos cidades sequer possuem locais para realizar tal curso.... qual é a sugestão do brilhante ministro??? Aplicar algo que não funciona para um universo MAIOR AINDA de trabalhadores... a sugestão do ministro, apesar de fazer sentido, é operacionalmente impossível.

Difícil demais... mas fazer o que? Quando os melhores são expulsos dos cargos, são os piores que comandam. O aumento dos gastos com seguro desemprego deve-se a política de reajuste do salário mínimo, é aí que esta a origem do problema.

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