quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 12

Nesta aula, a MAIS IMPORTANTE AULA DO CURSO, explico sobre o mecanismo de preços. Explico a importância dos preços serem livres, e os erros inerentes a qualquer política econômica que tente controlar preços. Para assistir clique aqui.

No final do vídeo a música disponibilizada é "Top of the World" do The Carpenters. Se quiser ouvir a música clique aqui.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sobre Liberais, Conservadores e Libertários: é tempo de perdão e tolerância

O mundo conservador brasileiro, pelo menos no facebook, virou uma guerra para decidir quem é e quem não é conservador. Discussões semelhantes acontecem regularmente entre liberais e libertários. Creio que tais discussões são muito pouco produtivas, geralmente desunindo muito mais do que unindo. Além disso, num número não insignificante de vezes descambam para ofensas pessoais, guerras de ego, e defesas de um feudo, do tipo o rei aqui sou eu.

Eu tenho uma regra de ouro: a única pessoa que conquistou o direito de mandar outra a merda é Olavo de Carvalho. Esse sim tem esse direito, conquistado (e não dado) ao longo de uma luta de 40 anos incessantes contra os inimigos da sociedade aberta. Certo ou errado, não sou eu quem irá dizer que o Professor está sendo grosseiro. Qualquer um que passe pelo que ele passou e continua na luta tem esse direito. Obviamente isso exclui qualquer um abaixo dos 50 anos. Sobre esses recai a regra de ouro: primeiro você conquista o direito, e só depois terá o direito de mandar outros a merda.

A confusão atual refere-se a Sara Winter, ex-lider do FEMEN-Brasil, que agora tornou-se uma conservadora. De minha parte digo, seja bem vinda Sara. A luta é dura e pessoas com fibra são necessárias. Será que Sara pode ser uma expiã? Alguém que se infiltra no conservadorismo apenas para destruí-lo? Evidente que sim. Mas, quem de nós não pode também ser um espião tentando sabotar o conservadorismo por dentro? Essa crítica vale para Sara, mas vale também para uma das mais destacadas conservadoras do Brasil, Bruna Luiza (de quem sou um tremendo fã).

Sou amigo e admirador do trabalho de Rodrigo Saraiva Marinho, que é um libertário declarado. Faço questão de revê-lo sempre que vem a Brasília, e digo que vale a pena assistir suas palestras. Paulo Kogos tem várias opiniões das quais discordo, mas nunca tive problemas em manter um diálogo civilizado com ele. Além disso, tal como Rodrigo Marinho, é mais um libertário totalmente contrário ao aborto. Rodrigo Souza é outro dos libertários com quem também me relaciono muito bem.

Do lado conservador resta evidente que sempre aprendo com Alexandre Borges e Bruno Garschagen. Flávio Morgerstern é companheiro de hangouts, e Roberto Ellery amigo de longa data. Rodrigo Constantino é a prova de que é possível navegar nesse meio termo entre libertários e conservadores, e manter sua independência intelectual.

O que quero dizer aqui é que se queremos estabelecer uma frente ampla contra os inimigos da sociedade aberta precisamos focar nos pontos que nos unem, e não em nossas diferenças. Não somos uma seita, não somos esquerdistas. Somos indivíduos unidos contra os que querem usurpar nossa liberdade, contra os que querem centralizar em Brasília todas as decisões deixando aos indivíduos e famílias a exclusiva tarefa de obedecer. Vamos dar as boas-vindas a todos que querem se juntar a nós e, enquanto mostrarem respeito a nossas diferenças, vamos focar no que nos une!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

2016 o Ano do Colapso Fiscal, e uma sugestão com 23 medidas que podem evitar isso!


O ano de 2016 será o ano do colapso fiscal. As contas dos estados e municípios aguentam até junho de 2016, depois disso é o fim: calote generalizado em fornecedores e atraso no pagamento de funcionários públicos. A nível estadual e municipal existe um verdadeira bomba relógio: os fundos de previdência dos funcionários públicos. No Distrito Federal, no Rio Grande do Norte, e no Paraná o governo já andou botando a mão nesses recursos para pagar despesas correntes. Em Londrina e em outras cidades a situação da previdência também é bem complicada.

A nível federal a conta de previdência irá gerar um déficit monumental, daqueles que colocam em risco a solvência de longo prazo do sistema. Os gastos federais continuam a crescer, e a arrecadação a cair. Junho de 2016 também é a data limite para o governo federal tomar as medidas necessárias para tentar reequilibrar suas contas. O governo federal já vem atrasando pagamento a fornecedores, o caso dos funcionários terceirizados também é preocupante pois o governo vem atrasando tais pagamentos também.

Junho de 2016 é o limite: temos até lá para tomarmos medidas drásticas de redução de gastos e de reestruturação de longo prazo, caso contrário as contas públicas colapsam. O que o governo deve fazer? Segue uma lista com as 23 medidas necessárias:

A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA


Medida 1: Fim dos repasses do Tesouro para o BNDES.

Medida 2: Substituir Investimento Público por Parcerias ou Concessões

Medida 3: Acabar com a regra atual de reajuste do salário mínimo, e manter em 2016 o mesmo valor do salário mínimo que vigorou em 2015.

Medida 4: Minimizar os custos decorrentes da Copa do Mundo de 2014 privatizando todos os estádios, e cobrando as dívidas de quem deve ao Estado.

Medida 5: Minimizar os custos decorrentes de sediar as Olimpíadas de 2016.

Medida 6: Projeto de Lei que aumente a idade mínima para aposentadoria para 67 anos tanto para homens quanto para mulheres.

Medida 7: FIM da aposentadoria por tempo de serviço.

Medida 8: Não elevação dos gastos com o bolsa família e implementação de uma regra compulsória de saída.

Medida 9: Pente fino na necessidade de novos concursos públicos

Medida 10: Congelamento dos Salários dos Servidores Públicos por um ano

Medida 11: Forte redução com gastos de publicidade.

Medida 12: Proibição do Banco do Brasil e da CEF de comprarem participação em bancos privados.

Medida 13: Forte redução na quantidade de Ministérios.

Medida 14: Imediata auditoria e cortes nos repasses para todas as ONG´s

Medida 15: Revisão das Concessões de Indenização a Aposentadorias aos grupos denominados “Perseguidos Políticos”

Medida 16: Regra para o “Restos a pagar”

Medida 17: Redução nas despesas com saúde

Medida 18: Redução dos gastos federais em educação

Medida 19: Abandonar, pelos próximos 4 anos, os grandes projetos tais como o programa Minha Casa Minha Vida, ou o Minha Casa Melhor, ou o PAC


B. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA RECEITA

Medida 20: Suspensão de vários dos incentivos tributários setores específicos concedidos nos últimos anos

Medida 21: Fim da Isenção de IR para LCI e LCA

Medida 22: Grande processo de privatização de empresas públicas

Medida 23: Ampla revisão da legislação ambiental

Essas 23 medidas são capazes não apenas de ajustar o orçamento para 2016, mas são suficientes para reequilibrar a saúde fiscal do Estado brasileiro. NÃO é necessário aumentar impostos, precisamos de reformas estruturais e não de ajustes paliativos e transitórios. A ausência desse ajuste só pode ser corrigida por aumentos de impostos ou por uma inflação elevada, então façam suas escolhas, não há saída fácil para o caos fiscal gerado pelo PT.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Mensagem de Final de Ano do Sachsida: Gulliver na Ilha dos Mortos

Em uma de suas viagens Gulliver parou na Ilha dos Mortos. O rei da ilha, que tinha o poder de invocar os mortos, perguntou a Gulliver se ele gostaria de conhecer alguma pessoa que já havia falecido. Gulliver pediu para conhecer o grande imperador que havia vencido determinada batalha, mas o Imperador lhe confidenciou que nunca estivera em tal batalha, na realidade estava bêbado naquele dia. Gulliver então pediu que lhe fosse apresentada a grande Rainha que havia unificado determinado país. Mas a Rainha lhe confidenciou que ela era uma devassa e que em nada havia contribuído para a vitória de seus exércitos. E assim, um a um, as grandes personalidades do passado foram se mostrando fraudes. Gulliver então pediu para conhecer as pessoas que verdadeiramente haviam melhorado o mundo. Em sua frente apareceram diversos rostos, mas Gulliver não reconheceu nenhum deles.

O parágrafo acima ilustra um fato conhecido, mas pouco divulgado: são as pessoas comuns que fazem a diferença, são as pessoas comuns que tornam o mundo um local melhor. São os anônimos do cotidiano que realmente fazem a diferença. Nesse momento crítico, onde nosso país necessita tanto de nossa ajuda seremos nós que iremos fazer a diferença. Seremos nós que iremos recuperar nosso país. Não será o STF, não será o Congresso Nacional, cabe a nós recolocarmos nosso país nos eixos. E, se nos negarmos a isso, continuaremos a amargar o custo de nossa covardia e acomodação. O que a visita de Gulliver a Ilha dos Mortos nos mostra é que cabe aos indivíduos fazerem a diferença.

Cabe a você fazer do seu mundo um local melhor, se você não o fizer é um engano acreditar que outro tem a obrigação de fazer por você o que você mesmo se recusa a fazer. Cabe a você levar a esperança, e não o medo. Levar o perdão, não o ódio. Levar a alegria, e não a tristeza. No final do dia a escolha é sempre sua, cabe a você escolher se quer ser alguém melhor ou não. E, evidentemente, o custo de tais escolhas também será sempre seu. Que Deus os ilumine em sua caminhada.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Um Resumo de meu CV

Segue aqui o link para meu CV Lattes.

Graduações: Economia (UEL) e Direito (UNICEUB)
Mestrado e Doutorado: Economia (UnB)
Pós-Doutorado: Economia (Universidade do Alabama com o professor Walter Enders)

Livros: Fatores Determinantes da Riqueza de uma Nação (com João Batista de Britto Machado); A Crise de 2007-09: Uma Explicação Liberal; Em Terra de Cego quem tem um olho é Rei: Usando a Teoria Econômica para Explicar Ditados Populares (Editor); Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação.

Editor: Criei e fui o primeiro editor da Revista Brasileira de Economia de Empresas. Também fui editor da Planejamento e Políticas Públicas. Por fim, fui o editor do volume especial sobre Política Monetária da Revista Brasileira de Economia.

Locais onde já ministrei aulas: Universidade Católica de Brasília; Universidade de Brasília; IBMEC (Brasília); FGV (Brasília); Universidade do Texas (Edinburg), entre outras.

Artigos científicos: 62 (29 em revistas internacionais e 33 em revistas nacionais)

Artigos sobre política monetária:
1) TABAK, B. ; MOREIRA, T. B. ; MENDONCA, M. J. C. ; SACHSIDA, A. . An evaluation of the non-neutrality of money. Plos One, 2016.
2) SCHETTINI, B. P. ; GOUVEA, R. R. ; SACHSIDA, A. . Inflação, desemprego e choques cambiais: estimativas VAR para a economia brasileira. Análise Econômica (UFRGS), 2015.
3) SACHSIDA, A. Inflação, Desemprego e Choques Cambiais: Uma Revisão da Literatura Sobre a Curva de Phillips no Brasil. Revista Brasileira de Economia (Impresso), v. 4, p. 121-132, 2013.
4) FARIA, J. R. ; MOLLICK, A. V. ; SACHSIDA, A. ; Wang, Le . Do Central Banks affect Tobin's q?. International Review of Economics & Finance, v. 22, p. 1-10, 2012.
5) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Inflação versus Desemprego: Novas Evidências para o Brasil. Economia Aplicada (Impresso), v. 16, p. 475-500, 2012.
6) MOLLICK, A. V. ; SACHSIDA, A. . The Price Puzzle under Changing Monetary Policy Regimes. iBusiness (Print), v. 4, p. 318-325, 2012.
7) SACHSIDA, A. ; Divino, J. A. ; Cajueiro, D. . Inflation, Unemployment, and the Time Consistency of the US Monetary Policy. Structural Change and Economic Dynamics, v. 22, p. 173-179, 2011.
8) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Os Efeitos da Política Monetária na Economia Brasileira: resultados de um procedimento de identificação agnóstico. Pesquisa e Planejamento Econômico (Rio de Janeiro), v. 40, p. 367-394, 2010.
9) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; Nasser, Omar . Inflation and Trade Openness Revised: An Analysis Using Panel Data. International Research Journal of Finance and Economics, v. 28, p. 169-181, 2009.
10) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; MACHADO, J. B. B. . Abertura Econômica e Inflação: Um Estudo em Dados de Painel. Estudos Economicos, v. 35, n.3, p. 312-332, 2005.
11) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MOREIRA, T. B. S. ; CARVALHO, J. V. . Uncovered Interest Parity in Argentina, Brazil, Chile and Mexico: A Unit Root test application with Panel Data. Review of Urban and Development Studies, v. 16, n.3, p. 263-269, 2004.
12) SACHSIDA, A. ; CARNEIRO, F. G. ; LOUREIRO, P. R. . Does Greater Trade Openness Reduce Inflation? Furhter Evidence Using Panel Data Techniques. Economics Letters, v. 81, p. 315-319, 2003.
13) SACHSIDA, A. ; ELLERY JR, R. ; TEIXEIRA, J. R. . The Uncovered Interrest Parity and the Peso Problem. Applied Economic Letters, 2001.
14) SACHSIDA, A. ; TEIXEIRA, J. R. . Impactos de Desvalorizações Cambiais Sobre a Conta Corrente no Brasil. Revista Brasileira de Economia de Empresas, 2001.
15) SACHSIDA, A. ; ABI-RAMIA, M. C. . The Feldstein-Horioka Puzzle Revisited. Economics Letters, v. 68, p. 85-88, 2000.

Artigos sobre Política Fiscal
:
1) ABI-RAMIA, M. C. ; SACHSIDA, A. ; MIRANDA, R. B. . Economias de Escala e Escopo na Previdência Complementar Fechada Brasileira. Economia Aplicada (Impresso), v. 19, p. 481-505, 2015.
2) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . UM MODELO ECONOMÉTRICO PARA A PREVISÃO DE IMPOSTOS NO BRASIL. Economia Aplicada (Impresso), v. 17, p. 295-329, 2013.
3) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Um Modelo Econométrico com Parâmetros Variáveis para Carga Tributária Bruta Brasileira. Pesquisa e Planejamento Econômico (Rio de Janeiro), v. 41, p. 133-162, 2011.
4) MOREIRA, T. B. ; LOUREIRO, P. R. ; SOARES, F. A. R. ; SACHSIDA, A. . The Interaction of Monetary and Fiscal Policy: The Brazilian Case. Modern Economy, v. 2, p. 114-122, 2011.
5) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Avaliando a Condição da Política Fiscal no Brasil. Revista de Economia e Administração (Impresso), v. 9, p. 294-316, 2010.
6) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; Walnut, F.C. . Ricardian Equivalence and Lucas Critique: An Alternative Test of Ricardian Equivalence Using Super Exogeneity Tests in Simulated Series. Revista ANPEC, v. 11, p. 15-26, 2010.
7) DOS SANTOS, C. H. ; MENDONCA, M. J. C. ; SACHSIDA, A. . Revisitando a Função de Reação Fiscal no Brasil Pós-Real: Uma Abordagem de Mudanças de Regime. Estudos Econômicos (USP. Impresso), v. 39, p. 873-894, 2009.
8) SACHSIDA, A. ; ELLERY JR, R. ; GOMES, V. . Business Cycle Fluctuations in Brazil. Revista Brasileira de Economia, v. 56, n.2, p. 269-308, 2002.

Artigos sobre Economia do Trabalho:
1) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; Castro, P. F. ; Albuquerque, P. H. . Perfil do Migrante Brasileiro. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 13, p. 220-255, 2014.
2) SACHSIDA, A. ; ABI-RAMIA, M. C. ; MOREIRA, T. B. ; ALBUQUERQUE, P. . Distribution of income, Federal Transfers and migration: A panel data study for the units of the Federation of Brazil. International Journal of Economics and Management Sciences (IJEMS), v. 3, p. 18-25, 2014.
3) FARIA, J. R. ; LOUREIRO, P. R. ; MIXON JR, F. G. ; SACHSIDA, A. . Faculty Promotion in Academe: Theory and Evidence from U.S. Economics Departments. Journal of Economics and Econometrics, v. 56, p. 1-27, 2013.
4) FARIA, J. R. ; SACHSIDA, A. . Demographic Dynamics in Poor Countries: Labor Market Conditions and Gender Inequalities. Journal of Development Studies, v. 48, p. 99-114, 2012.
5) MOREIRA, T. B. S. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . IS THERE DISCRIMINATION AMONG BRAZILIAN LAWYERS? A RANDOM-EFFECTS APPROACH. Análise Econômica (UFRGS), v. 29, p. 25-49, 2011.
6) ARAUJO, R. S. A. ; SACHSIDA, A. . Adverse Selection in an Efficiency Wage Model with Heterogeneous Agents. Revista ANPEC, v. 11, p. 1-9, 2010.
7) SACHSIDA, A. ; MOREIRA, T. B. . A Theory of Prostitution. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 9, p. 50-69, 2010.
8) LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. ; ARAUJO, R. S. A. . Coordination and Discrimination in an Intertemporal Model of the Labor Market. Revista da ABET (Online), v. VIII, p. 129-134, 2009.
9) LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. ; CARNEIRO, F. G. . The Crowding Hypothesis in a Study on Discrimination and Racial Composition in the Brazilian Labour Market. Revista da ABET (Online), v. III, p. 72-87, 2009.
10) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . Wage Discrimination and Place of Residence. Revista de Economia Aplicada, v. 12, p. 443-461, 2008.
11) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. . Ex-Convicts Face Multiple Labor Market Punishments: Estimates of Peer-Group and Stigma Effects using Equations of Returns to Schooling. Revista ANPEC, v. 8, p. 503-520, 2007.
12) LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . Adverse Selection, Asymmetric Information and Discrimination in the Labor Market. Planejamento e Politicas Publicas, v. 30, p. 71-78, 2007.
13) SACHSIDA, A. ; FARIA, J. R. ; LEON-LEDESMA, M. . Population and Growth: Is there a Puzzle?. Journal of Development Studies, v. 42, n.6, p. 1-18, 2006.
14) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; CARNEIRO, F. G. . Race and Gender Differentials: An Analysis for the Urban and Rural Sector in Brazil. Journal of Economic Studies, v. 31, n.2, p. 129-143, 2004.
15) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Beleza e Mercado de Trabalho: Novas Evidências. Economia Aplicada, v. 8, n.3, p. 200-220, 2004.
16) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . Um Estudo sobre Retorno em Escolaridade no Brasil. Revista Brasileira de Economia, v. 58, n.2, p. 240-265, 2004.
17) LOUREIRO, P. R. ; FARIA, J. R. ; SACHSIDA, A. ; MIXON, F. . Minority Faculty Hiring Power in Academe: An Economic Model. The Review of Black Political Economy, 2016.
18) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. . Men x Women: Substitute or Complementary in Labor Market. Revista da ABET, v. 2, n.1, p. 91-99, 2002.

Artigos sobre Economia do Crime:
1) OGURA, L. ; FARIA, J. R. ; SACHSIDA, A. . Crime in a planned city: The case of Brasília. Cities, v. 32, p. 80-87, 2013.
2) MOREIRA, T. B. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . A Dynamic Model of Organized Crime and Money Laundering. Economics and Finance Review, v. 1, p. 42-47, 2012.
3) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . Inequality and Criminality Revisited: further evidence from Brazil. Empirical Economics, v. 39, p. 93-109, 2010.
4) MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. . The Effects of Drug Use on Capital Accumulation. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 9, p. 101-108, 2010.
5) LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. ; MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. . Crime, Economic Conditions, Social Interactions and Family Heritage. International Review of Law and Economics, v. 29, p. 202-209, 2009.
6) SACHSIDA, A. ; MOLLICK, A. V. ; MENDONCA, M. J. C. . An Empirical Examination of Firearm Users in Brasilia, DF. Revista de Economia Aplicada, v. 13, p. 425-438, 2009.
7) CHUNG, E. J. ; MOREIRA, T. B. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . Criminalidade Feminina: Uma Análise Empírica a Partir dos Dados do Presídio Feminino de Brasília. RDE. Revista de Desenvolvimento Econômico, v. 8, p. 7-55, 2009.
8) SACHSIDA, A. ; ENDERS, W. ; SANDLER, T. . The Impact of Transnational Terrorism on US Foreign Direct Investment. Political Research Quarterly, 2006.
9) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; CARNEIRO, F. G. . Crime and Social Interactions: A Developing Country Case Study. Journal of Socio-Economics, v. 34, n.3, p. 311-318, 2005.
10) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Interação Social e Crimes Violentos: uma análise empírica a partir dos dados do Presídio de Papuda. Estudos Econômicos. Instituto de Pesquisas Econômicas, v. 32, n.4, p. 621-642, 2002.
11) LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. ; MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. . An econometric investigation of suicide in Brazil.. European Journal of Scientific Research, 2015.
12) LOUREIRO, P. R. ; MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. . Does the effect of media influence suicide rates?'. Journal of Economic Studies (Bradford), 2014.

Estudos Gerais de Economia Aplicada:
1) MENDONCA, M. J. C. ; SACHSIDA, A. . Existe Bolha no Mercado Imobiliária Brasileiro?. MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia, v. 2, p. 220-255, 2014.
2) NAKABASHI, L. ; PEREIRA, A. E. G. ; SACHSIDA, A. . Institutions and Growth: A Developing Country Case Study. Journal of Economic Studies (Bradford), v. 40, p. 30-45, 2013.
3) MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . THE DYNAMICS OF LAND-USE IN THE BRAZILIAN AMAZON. Ecological Economics (Amsterdam), v. 84, p. 23-36, 2012.
4) Maldonado, W. ; SACHSIDA, A. . Group characteristics evolution arising from asymmetric information. Revista ANPEC, v. 13, p. 1-22, 2012.
5) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. ; MOREIRA, T. B. . Do Economic Factors Determine the end of a Conjugal Relationship? An Econometric Investigation. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 7, p. 38-60, 2008.
6) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Estimation of Damage to Human Health due to Forest Burning in the Amazon. Journal of Population Economics, 2006.
7) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Demanda por Saneamento Básico no Brasil. Economia Aplicada, v. 8, n.1, p. 100-120, 2004.
8) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MOREIRA, T. B. . Traffic accidents: an econometric investigation. Economics Bulletin, v. 18, n.3, p. 1-7, 2004.
9) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . A study of the valuing of biodiversity: the case of three endangered species in Brazil. Ecological Economics, v. 46(1), p. 09-18, 2003.

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 11

Nessa aula me despeço de vocês respondendo as perguntas que recebi nos comentários, e fazendo menções a alguns temas que não abordei diretamente no curso. Desindustrialização, globalização, dívida pública, e cidades privadas são alguns dos vários temas tratados nesse vídeo. Obrigado, foi uma honra enorme ter participado desse desafio com vocês. Para assistir clique aqui.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 10

Nessa aula falaremos sobre o desemprego e sobre a inflação. Para assistir clique aqui.

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 09

Nessa aula aprenderemos sobre bens privados, bens públicos, recursos comuns, e monopólios naturais. Adicionalmente, falaremos sobre o Teorema de Coase e sobre a Tragédia dos Comuns. Para assistir clique aqui.

Previsões para 2016

PIB: queda de 2,5%

Inflação: 10%

Déficit primário do setor público consolidado de 3% do PIB

Desemprego: 10%

Vai ser um ano merda pra cacete. Infelizmente o governo Dilma NÃO FEZ um único ajuste na economia no ano de 2015, a consequência óbvia disso é a implosão fiscal que ocorrerá em 2016.

Quantas vezes eu pedi que se cancelassem as olimpíadas no Brasil??? Eu pedia isso enquanto ainda era possível tal cancelamento. As olimpíadas do Rio custarão algo como R$ 40 bilhões. Isto é, custará o equivalente a uma CPMF!!!! Isso num país sem escolas e sem saúde pública!!! Sem esgoto, sem infraestrutura básica!!!!!

O ano de 2016 será o ano do COLAPSO FISCAL da União, dos Estados e dos Municípios. Diversos municípios ficarão inadimplentes, os estados seguirão firme e forte rumo a insolvência, e a União vai se virar como puder. Prestem atenção: boa parte dos empresários prefere deixar de pagar os impostos, pois este governo usou e abusou do REFIS. Isto é, os empresários sabem que lá na frente terão um programa de refinanciamento de suas dívidas tributárias. Resultado: é melhor se endividar junto ao Fisco do que junto aos bancos. Isso vai gerar uma queda enorme na arrecadação, que também terá caído muito por causa da queda na atividade econômica.

Um governo prudente tentaria emplacar reformas para diminuir o gasto público, mas alguém acredita que o novo ministro da Fazenda vai emplacar medidas sérias para reduzir o déficit da previdência? Pelo contrário, em 2016 o gasto público continuará aumentando, mesmo num cenário de queda da arrecadação!!!!

O teste de seriedade para o novo ministro da Fazenda é simples: ele tem que fazer dois anúncios. Primeiro, NÃO HAVERÁ reajuste do salário mínimo em 2016 (cada 1 real de aumento no salário mínimo custa em torno de R$ 320 milhões nas contas da previdência). Segundo, não haverá reajuste para o funcionalismo público em 2016. Como ele não fará nenhum desses dois anúncios resta evidente que quem não faz o básico dificilmente fará o avançado (reforma trabalhista, reforma previdenciária, reforma tributária, abertura econômica, desburocratização, etc.).

A única coisa que o governo fará em 2016 será procurar por novas formas de se endividar mais (seja alterando regras, seja usando um dinheiro que não lhe pertence (tal como o assalto que os governos estaduais estão fazendo com o fundo previdenciário de seus funcionários, ou manobras para assaltar ainda mais o FGTS do trabalhador), seja criando permissões para gastar recursos que estão em litígio judicial, etc.).

Eu não tenho a menor dúvida de que em junho de 2016 teremos outro governo, só não sei qual governo será. Ãssim que começarem os saques a supermercados (e eles começarão em breve) a situação desse governo ficará ainda pior. A irresponsabilidade do STF (ao mudar o rito de um processo de outro poder com a finalidade única de tentar salvar a presidente Dilma) pode custar sangue. Rezo a Deus por uma saída institucional: impeachment, cassação de chapa, ou renúncia. Mas sempre existem saídas não institucionais, eu não as apoio. Mas elas existem.

Só para lembra-los: ainda existem diversas caixas pretas contábeis nesse governo. Cada uma delas é um esqueleto contábil novo, são mais dívidas, mais problemas. Caixa Econômica Federal, e BNDES são apenas dois desses exemplos.

O ano de 2016 será mais um ano ruim por culpa EXCLUSIVA das péssimas políticas econômicas adotadas pelo governo do PT. O custo da irresponsabilidade petista está matando o brasileiro, e quanto mais demorar para retirarmos o PT do poder mais caro será esse custo.

Para finalizar: é patética a fala do novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, dizendo que fará reformas previdenciárias e trabalhistas. Alguém realmente acredita que o governo Dilma prepara um pacote para CORTAR direitos trabalhistas e previdenciários? Alguém realmente acredita que esse governo, que acabou de demitir Joaquim Levy, vai realmente fazer qualquer ajuste fiscal? Essa é apenas mais uma mentira desse desgoverno petista que jura de pé junto uma coisa, mas faz o seu oposto. Em 2016 teremos mais um ano ruim graças ao PT.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 08

Nessa aula discutiremos sobre as falhas de governo e sobre a origem dos monopólios. Para assistir clique aqui.

Um cala a boca para os vendidos

Inacreditável o bando de vendidos dizendo que ninguém poderia ter antecipado a crise de 2015. Eu, Roberto Ellery, Mansueto Almeida, Alexandre Schwartzman, Rodrigo Constantino, entre outros alertamos diversas vezes para os problemas. Resultado: fomos taxados de derrotistas, da turma do quanto pior melhor. Agora que as coisas deram errado fingem que não foram alertados. Abaixo coloco a disposição do leitor 7 momentos onde alertei com muita antecedência sobre a crise. Mais do que isso: disse com todas as letras que 2015 seria o ano do ajuste.

Em 31 de julho de 2012 alerto que nossa economia se assemelhava perigosamente a da década de 1980. Aviso que estávamos nos aproximando de uma grande crise.

Em 14 de setembro de 2012 deixo claro que 2015 será o ano do ajuste.

Em 04 de maio de 2013 aviso num vídeo que 2015 será o ano do ajuste.

Em 12 de junho de 2013 aviso que ainda era possível evitar o desastre que ocorreria em 2015.

Em 08 de agosto de 2013 alerto novamente sobre a perigosa similaridade da situação atual com a década de 1980.

Em 12 de setembro de 2013 dou uma palestra completa mostrando os problemas da economia brasileira e alertando que 2015 seria o ano do ajuste.

Em 06 de agosto de 2014 cito os quatro ajustes que iriam ocorrer em 2015: contas públicas, inflação, taxa de câmbio, e mercado imobiliário.

Calem a boca vendidos! Vocês são bajuladores, escolha de vocês! Mas não digam que a crise era imprevisível! Aliás, entre outras coisas, eu previ também que quando a crise chegasse iriam dizer que ninguém previu!





sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Nelson Barbosa é o nome certo para o Ministério da Fazenda

Nelson Barbosa foi um dos criadores da Nova Matriz Econômica, é um dos responsáveis diretos pela crise econômica atual. Ele é o nome certo para enterrar de vez a economia brasileira. Para assistir clique aqui.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Perspectivas Econômicas e Sociais para 2016

2016 será mais um ano ruim. A crise econômica continua, desemprego e inflação em alta. O pior é que a violência continuará aumentando e punindo o brasileiro. DETALHE: o governo mente ao dizer que terá superávit primário de 0,5% do PIB ano que vem. MENTIRA! Ano que vem teremos, novamente, déficit primário. Para assistir clique aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

29 + 33 = 62

Amigos, nesse final de ano tive mais dois artigos internacionais aceitos. Com isso são 62 artigos aceitos/publicados em revistas acadêmicas (29 internacionais + 33 nacionais). Em economia essa não é uma marca desprezível.

1) "Minority Faculty Hiring Power in Academe: An Economic Model" na The Review of Black Political Economy (B3 na capes Economia). Em conjunto com Joao R. Faria, Paulo R.A. Loureiro e Franklin Mixon.

2) “An evaluation of the non-neutrality of money” na PLOS ONE (A2 na capes Economia). Em conjunto com Tito B. Moreira, Mario Jorge Cardoso de Mendonça, e Benjamin Tabak.

Hoje a cerveja é por minha conta!

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 07

Nessa aula estudaremos sobre discriminação e sobre políticas de ação afirmativa, tais como as quotas para mulheres e negros. Para assistir a aula clique aqui.

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 06

Nesta aula aprenderemos um pouco sobre a história da moeda. Depois discutiremos sobre a origem da inflação, e política monetária. Para assistir a aula clique aqui.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

É hoje!!!! Lançamento do livro "Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação"


É hoje, dia 10/12, as 19:00 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília), estarei lançando meu terceiro livro: “Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação

Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília)
Horário: 19:00 horas.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Uma breve introdução ao livro “Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação”.


Quinta-feira, dia 10/12, as 19:00 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília), estarei lançando meu terceiro livro. Abaixo dou mais detalhes sobre o mesmo.

O livro “Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação” é composto por 12 capítulos que em seu conjunto denunciam diversas falácias associadas a tributação. Além disso, diversos capítulos se destinam a análises sobre impostos específicos. Destacam-se aqui os capítulos que exploram os efeitos de dois tributos que têm atraído o interesse de políticos, da imprensa e de pesquisadores: o impostos sobre grandes fortunas, e a contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF). Este livro fornece diversos argumentos contrários a tais tributos, e pretende ser uma importante barreira para evitar sua aprovação. Por fim, é feita uma comparação de nosso sistema tributário com o de outros países. O livro termina com uma coletânea de ideias que devem ser adotadas para melhorar a eficiência do sistema tributário brasileiro. Isto é, além de discussões teóricas o livro apresenta também propostas concretas para ajudar na reforma tributária de que nosso país tanto necessita.

O livro conta ainda com prefácios escritos por Rodrigo Constantino, Alexandre Borges e Bruno Garschagen. Desnecessário dizer que agradeço imensamente a eles pela ajuda e apoio. Também torno público meu agradecimento a José Loredo, ao Instituto Liberal, e a editora Resistência Cultural pelo apoio para a realização dessa obra. Confio que esse livro será um importante instrumento para a defesa de um estado menor e de uma tributação menos selvagem. Abaixo deixo ao leitor os três últimos parágrafos da introdução do livro.

Este livro levanta diversos questionamentos necessários, mas que por algum motivo não estão sendo discutidos no país. Por exemplo, será mesmo que um imposto sobre grandes fortunas é justo? Exatamente por que temos tantas pessoas defendendo o aumento da tributação? Este livro questiona os fundamentos morais de se taxar a herança. Qual a moralidade dessa medida? Questionam-se também os fundamentos sociais que apoiam a taxação progressiva da renda. Exatamente por que pessoas que trabalham mais devem ser taxadas numa proporção maior do que aquelas que trabalham menos? Será que tal medida não pune os indivíduos mais trabalhadores e beneficia os relapsos? Aliás, exatamente qual é o fundamento moral ou social que embasa a ideia de uma tributação progressiva? Do ponto de vista econômico, qual é o melhor tipo de tributação? Será justo tributarmos os trabalhadores pobres que compram casas? Quem é que realmente paga o imposto sobre bens de luxo?

Este livro explora as justificativas econômicas, morais e sociais comumente adotadas para se justificar a implementação, ou aumento, de determinado tributo. Por meio de questionamentos simples e respostas diretas, mostramos ao leitor as diversas falácias adotadas pelo governo (e por alguns intelectuais) para justificar aumentos absurdos de tributos. Aumentos esses que numa sociedade um pouco mais civilizada já teria levado seus apoiadores ao descrédito público.

Além dessa introdução, o livro apresenta ao longo de seus capítulos diversas discussões acerca dos argumentos econômicos, morais, e sociais que embasam diversos tipos de tributos. Também é feita uma revisão acerca da evolução da arrecadação tributária no Brasil. Tal revisão é importante, pois mostra que nossa carga tributária tem aumentado de maneira significativa ao longo dos anos. Além disso, também são feitas comparações internacionais entre o sistema tributário brasileiro e o de outros países. Por fim, o último capítulo sintetiza os conhecimentos explorados nesse livro na forma de uma proposta para uma futura reforma tributária no Brasil.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Convite para Lançamento de meu livro: Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação

Caros Amigos,

Quero convidar a todos para participarem do lançamento de meu livro: "Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação". Conto com o apoio de todos vocês!

Data: Quinta-feira (10 de dezembro de 2015)

Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília)

Horário: 19:00 horas



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Impeachment, eu acredito! Eu apoio!

Impeachment, eu acredito! Eu apoio!

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 05

Nessa aula aprendemos sobre os efeitos da intervenção do governo na economia. Especificamente são estudadas questões referentes a políticas públicas de preços mínimo e máximo. Adicionalmente, comenta-se sobre a questão das externalidades. Para assistir clique aqui!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 04

Nessa aula aprenderemos mais sobre elasticidades. Além disso, exemplos práticos sobre tributação e sobre o ônus tributário são utilizados. Por fim, explica-se o excedente do consumidor, o excedente do produtor, e a perda de peso morto dos impostos. Para assistir clique aqui.

sábado, 14 de novembro de 2015

Meus Sentimentos ao Povo Francês e a todas as vítimas do terrorismo

Me solidarizo aqui com todo povo francês, vítima de um ataque terrorista covarde. Me solidarizo com todas as vítimas dos ataques covardes perpetrados por terroristas.

Espero que líderes do islã de todo o mundo condenem veementemente mais esse ataque covarde. Espero que digam em alto e bom som que todo terrorista irá queimar no inferno.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 03

Nessa aula aprenderemos várias aplicações práticas sobre os deslocamentos das curvas de oferta e de demanda. Aprenderemos também sobre elasticidade das curvas. Para assistir a aula 03 clique aqui.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

sábado, 24 de outubro de 2015

Uma Pequena Homenagem aos Meus Amigos do MBL

Verdadeiros guerreiros! Um grupo liderado pelo Movimento Brasil Livre esta acampado em frente ao Congresso Nacional em Brasília (em frente ao espelho d'água). Protestam pedindo o impeachment da presidente Dilma.

Este post é um pequeno agradecimento ao enorme esforço de vocês. São pessoas de todas as partes do Brasil, que passam o dia em pequenas tendas pedindo o impeachment. Não há conforto algum. Pra complicar está chovendo aqui em Brasília. Eles seguem firmes lá. De dia o calor é insuportável, e eles continuam lá.

Sim, eu conheço as críticas que foram feitas a eles. Conheço o pensamento do professor Olavo de Carvalho. Mas aqui faço um pedido ao professor e a seus seguidores: reconheçamos ao menos a bravura e a abnegação dessas pessoas. Seu espírito de luta, coragem, e fibra é de fazer vergonha a diversos generais do exército brasileiro. Enquanto uns murmuram e não saem do facebook, esses bravos enfrentam desafios gigantes em prol de um Brasil mais livre.

Eles ao menos estão tentando algo, ao menos demonstraram bravura, ao menos deram o exemplo e se posicionaram a frente da batalha. Esse post é um pequeno agradecimento ao sacrifício dessas nobres pessoas que se sacrificam em prol da liberdade. Muito obrigado!!!

Peço que aqueles que leiam esse post demonstrem algum agradecimento aos nobres guerreiros, vão visita-los, passem e buzinem, mas, por favor, mostrem que vocês apoiam a causa. Faça um mínimo por quem está fazendo tanto por nosso país. Reserve uma hora desse final de semana e visite o acampamento pró-impeachment.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Contas Públicas: Atrasar Pagamentos NÃO PAGA a Dívida

Soa como absurdo o argumento do governo de que se tiver que pagar pelas pedaladas fiscais o déficit primário irá aumentar!!!! Prestem atenção: a dívida JÁ foi feita!!!! Postergar o pagamento apenas ilude o pobre contribuinte, mas em nada altera o fato de que o gasto já foi feito e terá que ser necessariamente pago.

As contas públicas vão de mau a pior, o governo central já prevê um déficit primário superior a R$ 50 bilhões. Estados e municípios são outra bomba relógio! REPITO: vários estados e municípios estão virtualmente quebrados, pior: muitos deles estão fazendo uso de fundos de previdência estadual ou municipal para pagarem suas contas. Resumindo: não só as contas públicas atuais estão colapsando como está-se criando uma BOMBA PREVIDENCIÁRIA nas contas de estados e municípios.

Amigos, esse será o pior natal de que muitos tem lembrança. Mas janeiro será pior ainda. Como de hábito a economia brasileira já costuma caminhar mais devagar no começo do ano, seja porque muitos estão de férias seja porque a população usa esse mês para ajustar os gastos em excesso do Natal e Ano Novo. Acontece que, nesse ano, as contratações para o Natal simplesmente não estão acontecendo. Imagine o que não ocorrerá em janeiro-fevereiro de 2016!

A crise fiscal É EXTREMAMENTE GRAVE, e até agora o governo só tem duas respostas para ela: inflação e CPMF. Ajustar as contas públicas por aumentos ainda maiores de impostos parece ser o único caminho que esse governo quer trilhar. Para piorar as coisas, ajustar as contas públicas por inflação, tal como alertei diversas vezes, é a pior forma de ajuste. Enfim, o governo NÃO ANUNCIOU UMA ÚNICA medida de redução estrutural do gasto. Essa conta vai chegar, e será cara. Esconder o gasto, postergar o pagamento do gasto, não paga a dívida, apenas a esconde e a torna mais onerosa.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

A Curiosa Meta de Superávit Primário para 2016

No começo do ano a nova equipe econômica anunciou as metas de superávit primário para os anos de 2015 a 2018. Em 2015 a meta de superávit primário era de 1,2% do PIB, subindo para 2% do PIB de 2016 a 2018.

No meio do ano, o governo reviu sua própria previsão e estipulou uma meta de superávit primário de 0,15% do PIB para 2015, 0,7% em 2016, e 1,3% em 2017.

Em agosto nova surpresa. Dessa vez, o governo enviou ao Congresso Nacional um orçamento prevendo DÉFICIT primário de R$ 30,5 bilhões para o governo federal (isto é, um déficit primário de 0,5% do PIB). Menos de duas semanas depois o governo mudou de ideia novamente, e agora promete que, para 2016, obterá um superávit primário de 0,7% do PIB.

Apenas para relembrar a trajetória do superávit primário de 2016:
1) em janeiro era de 2% do PIB
2) em junho foi alterado para 0,7% do PIB
3) em agosto foi alterado novamente para um DÉFICIT de 0,5% do PIB
4) ainda em agosto foi novamente alterado para retornar ao superávit de 0,7% do PIB

Será que alguém ainda acredita nesse governo? Será que alguém ainda acredita nessas mentiras. Em 2015 o Brasil apresentará, pelo segundo ano consecutivo (pois em 2014 o governo central apresentou um déficit primário de R$ 20,4 bilhões), um déficit primário. Em 2016, se continuarmos na mesma letargia teremos outro déficit primário. Vexame atrás de vexame no gerenciamento das contas públicas.

O problema do Brasil não é conjuntural, é estrutural. Precisamos realizar as grandes reformas (previdenciária, administrativa, tributária, abertura econômica, etc.). Remendos pontuais infelizmente não funcionam mais. Ou enfrentamos os grandes desafios ou nossa economia irá colapsar no segundo semestre de 2016.

As contas públicas estão em frangalhos. Não apenas o governo federal, mas estados e municípios e diversas empresas estatais também estão em seu limite. Negar tal realidade terá um custo alto para o futuro de nosso país.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Comprar um imóvel hoje é um bom investimento?

Neste vídeo dou minha opinião sobre a pergunta: Comprar um imóvel hoje (14/10/2015) é um bom investimento? Assista ao vídeo clicando aqui.

Estados, municípios e o 13º salário

Abaixo segue meu artigo publicado na Folha de São Paulo (no dia 30/09/2015).

A crise fiscal é uma realidade. Jornais e analistas discorrem diariamente sobre o caos fiscal nas contas públicas brasileiras. Contudo, tal análise costuma ter seu foco na União. Poucos têm comentado sobre a situação fiscal de Estados e municípios.

O Rio Grande do Sul está com dificuldades de pagar seus funcionários, Minas Gerais já avisou que não pagará determinados bônus de desempenho, e o Distrito Federal já anunciou cortes de despesas e aumentos de impostos importantes. E os demais? Como será que andam as finanças dos pequenos municípios, ou o caixa de alguns Estados?

Existe um grande número de profissionais qualificados monitorando as contas da União. Boa parte dos desvios e incoerências são logo percebidos e denunciados. Contudo, isso não é verdade para outros entes federados. Ora, se a União com toda essa vigilância executou as famosas pedaladas fiscais, imagine o que Estados e municípios, muito menos vigiados, não fizeram.

Em 2014, vários governadores e prefeitos tentaram a reeleição. Para tanto, muitos deles aumentaram consideravelmente os gastos públicos e aplicaram aos seus balanços a mesma ética contábil adotada pela União.

Existe uma verdadeira caixa preta na contabilidade de Estados e municípios, muitos deles claramente insolventes a longo prazo. Desnecessário dizer que boa parte das cidades pequenas sobrevive apenas das transferências da União. Quedas nessas transferências são motivo de preocupação para eles. Com a arrecadação federal em queda, nuvens negras se formam no horizonte.

Dados do Tesouro Nacional indicam uma piora nos indicadores fiscais de vários Estados. Por exemplo, na relação entre despesa corrente líquida (DCL) e receita corrente líquida (RCL), um indicador de vulnerabilidade fiscal.

No Amapá, o índice saiu de 0,17 em abril de 2014 para 0,30 em abril de 2015 (uma piora de 73% em doze meses). Outros Estados seguiram o mesmo caminho. No Ceará, esse indicador piorou em 69% no mesmo período. São Paulo teve piora de 7,5%, Minas Gerais, de 7%, e Rio de Janeiro, de 14%, mostrando uma deterioração na situação fiscal medida por esse indicador.

Claro que, para Estados pequenos e com poucas alternativas de financiamento, esse problema é mais sério.

Para o município de São Paulo, com data base de abril de 2015, a despesa corrente líquida já é 81% superior à receita corrente líquida. Outros municípios paulistas também estão em situação delicada, como é o caso de Mauá com um DCL 15% maior que sua respectiva RCL, o que mostra bem o tamanho das dificuldades futuras.

Outro detalhe pouco comentado refere-se à bomba-relógio dos fundos de pensão municipais e estaduais. Qual deles é realmente solvente? Qual deles necessitará de vultosas transferências públicas para manter seus pagamentos em dia?

A hora da verdade se aproxima: em dezembro, vários Estados e municípios terão dificuldades para pagar o 13º salário a seus funcionários. O caos fiscal brasileiro é bem mais profundo e vai bem além da União: Estados, municípios, e várias empresas estatais também têm muitos ajustes a serem feitos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Pela Primeira Vez na História da Humanidade a Produção de um país cai 3% SEM ter ocorrido choque algum na economia!!!

Crises econômicas acontecem desde que o mundo é mundo. Mas, pela primeira vez na história da humanidade a produção de um país cai 3% SEM ter ocorrido choque algum na economia!!! Essa é mais uma vitória de 13 anos de PT no poder.

Na antiguidade crises econômicas estavam associadas a desastres naturais: secas, alagamentos, pragas agrícolas, terremotos, ou qualquer outra coisa do gênero. Mais recentemente, algumas crises estavam associadas a algum evento financeiro: crise da bolsa de valores de 1929, hiperinflação na Alemanha na década de 1920, crise subprime nos Estados Unidos em 2007. Ou ainda temos as crises associadas a choques negativos de oferta, tal como a crise de 1972-73 e 1979-80, associadas ao choque do petróleo. Tem-se também as crises geradas por guerras externas ou internas. Por fim, não podemos esquecer das crises geradas por mudanças bruscas no método de produção (tal como as crises geradas pelas políticas marxistas nos países do leste europeu e asiático).

Mas, repito, pelo melhor de meu conhecimento, o Brasil é o primeiro país do mundo que entra numa crise SEM a ocorrência de choque algum. A produção no Brasil, medida pelo PIB, irá cair em 3% esse ano e, provavelmente, cairá novamente em mais de 1% no ano que vem. É a primeira vez na história que um país sofrerá tal decréscimo na produção sem que tenha ocorrido choque algum. A safra agrícola não quebrou, o preço do petróleo não disparou, não estamos em guerra alguma, em resumo, nosso PIB irá sofrer uma grande redução sem que tenha ocorrido qualquer choque negativo em nossa economia. Como será isso possível?

A redução na produção no Brasil não é decorrência de choque algum. Pelo contrário, tal redução era plenamente previsível como decorrência das péssimas políticas fiscais e monetárias adotadas pelo governo petista. Nunca na história da humanidade isso foi possível. Nunca na história de um país a produção caiu tanto sem que ocorresse qualquer evento desfavorável. O PT foi o choque negativo da economia brasileira. Choque esse tão severo que fará com que nossa produção se retraia num volume superior aos das crises de 1930 e 1980.

Da próxima vez, se você tiver que escolher entre: 1) a crise da bolsa de 1930; 2) a crise do Petróleo e da dívida externa de 1980; ou 3) a crise gerada pelo PT. Escolha, sem medo de errar, as opções 1 ou 2. Afinal, de acordo com os dados, o PT consegue ser pior do que qualquer crise.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Monica de Bolle e a Questão da Dominância Fiscal

A discussão do momento é o artigo de Monica de Bolle sobre dominância fiscal. Geralmente gosto das opiniões dela, mas aqui me manifesto contra. Monica sugere literalmente o abandono do regime de metas de inflação, a adoção de uma banda cambial, e até mesmo a adoção de controle de capitais.

Creio que o que Monica tem em mente é uma âncora cambial similar a adotada no Plano Real. Isto é, enquanto o lado fiscal da economia não é sanado adota-se a taxa de câmbio como instrumento para o controle da inflação. Monica certamente tem um ponto: o lado fiscal da economia está descontrolado. Contudo, me parece que sua solução não é a mais adequada por pelo menos três motivos.

Em primeiro lugar, a âncora cambial tem um custo. Qual seja, manter o câmbio controlado só é possível com o uso maciço das reservas ou com uma taxa de juros mais elevada ainda. Monica confia nas reservas, eu não. Segundo ela o Brasil teria ainda U$ 370 bilhões para garantir uma banda cambial. Pessoalmente tenho várias dúvidas quanto ao montante real de reservas que o Brasil efetivamente tem. Além disso, se os ataques especulativos do passado nos ensinaram algo, é que mesmo que o Brasil tivesse tais reservas elas não seriam suficientes para aguentar por muito tempo. Exatamente por esse motivo Monica acrescenta que controles de capitais poderiam ser adotados nesse cenário. Acredito que essa é a pior das sugestões que ela já fez. Sinalizar para a adoção de controle de capitais agora é desastre certo. Tal sinalização jogaria muita volatilidade no mercado e a ideia dela se aproximaria perigosamente da famosa, e fracassada, banda diagonal endógena (de triste lembrança).

Em segundo lugar, temos a regra básica de equilíbrio internacional: se o Banco Central controla câmbio (como sugere Monica), então é o mercado que estipula a taxa de juros. No cenário atual, fixar o câmbio provavelmente jogará a taxa de juros nas alturas (exatamente como aconteceu durante o período do câmbio fixo no Plano Real). Isto é, a adoção da ideia de Monica levaria ao resultado inverso do pretendido por ela. Em vez da taxa de juros cair, a taxa de juros subiria. Piorando ainda mais a situação fiscal de nossa economia.

Em terceiro lugar, resta a pergunta óbvia: exatamente por que o mesmo governo que nos trouxe a essa situação nos tiraria dela? Exatamente por que o mesmo governo que abandonou a responsabilidade fiscal (com o regime de metas de inflação) retornaria com sua responsabilidade na ausência do regime de metas? Isso simplesmente não é crível. E, sem tal credibilidade, o argumento da âncora cambial não se sustenta.

Certamente não existe solução fácil para o momento atual. Contudo, creio que abandonar (mais ainda) o sistema de metas de inflação seja um passo na direção errada.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Paulo Kramer e os 5 Ensaios de Política

Abaixo o press release do livro de Paulo Kramer:

"5 Ensaios de Política: Liberalismo, Conservadorismo e Neoconservadorismo é o novo livro do cientista político Paulo Kramer, mestre e doutor pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), docente licenciado da Universidade de Brasília (UnB) e assessor parlamentar.

A obra reúne trabalhos que Kramer escreveu entre 2005 e 2010, alguns inéditos, a exemplo daquele que reconstitui a gênese da influência intelectual e política dos neoconservadores nos Estados Unidos.

Kramer observa que o fato de somente agora ter sido possível publicar essa coletânea reflete o esgotamento do ciclo de ideias que até bem pouco tempo atrás pautavam o debate público brasileiro. Segundo o autor, o crescente interesse despertado -- na imprensa, no meio acadêmico e, sobretudo, entre os jovens -- pelas doutrinas que ele expõe, analisa e defende com prova que o pluralismo areja e irriga a vida democrática, ao mesmo tempo que oferece o melhor antídoto aos perigos do chamado pensamento único.

Paulo Kramer lançará 5 Ensaios de Política... no próximo dia 14 de outubro (quarta-feira), a partir das 18h30, na Biblioteca do Senado Federal".

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Fatores Determinantes da Riqueza de uma Nação

Neste vídeo comento sobre meu livro lançado em 2008 pela editora Interciência.

O livro "Fatores Determinantes da Riqueza de uma Nação" explora as respostas comumente citadas sobre quais são as variáveis que determinam o crescimento econômico e a riqueza de uma nação. Para assistir ao vídeo clique aqui. Para encontrar o livro na internet clique aqui.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Outubro Negro

Neste vídeo explico o porque de meu pessimismo em relação ao mês de outubro de 2015. O inverno finalmente chegou! Chegou a hora de pagar a conta. Para assistir o vídeo clique aqui.

domingo, 27 de setembro de 2015

Uma Resposta a meu amigo Mansueto Almeida

Meu amigo Mansueto Almeida fez a seguinte pergunta:

"O esforço fiscal (aumento de impostos e/ou corte de despesa) para o próximo ano é de cerca de R$ 65 bilhões, mas pode ser de R$ 90 bilhões a depender do crescimento do PIB e do resultado fiscal deste ano. Eu não vejo como se fazer ajuste dessa magnitude exclusivamente do lado da despesa em um ano. Se alguém souber me diga que quero aprender".

Tal como Mansueto sabe bem, e eu já alertei aqui antes, não é possível fazer expressivos cortes orçamentários em um ano. Em 03 de março de 2011 já disse como deve ser feito o ajuste fiscal brasileiro SEM O AUMENTO DE IMPOSTOS.

Abaixo seguem as medidas para o ajuste fiscal SEM AUMENTO DE IMPOSTOS. Ao final do texto dou uma única sugestão de aumento de impostos (mas mesmo nesse caso se refere mais a uma correção de isenção do que a um aumento propriamente dito).

A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA

Medida 1: Fim dos repasses do Tesouro para o BNDES.

Medida 2: Substituir Investimento Público por Parcerias ou Concessões

Medida 3: Acabar com a regra atual de reajuste do salário mínimo, e manter em 2016 o mesmo valor do salário mínimo que vigorou em 2015.

Medida 4: Minimizar os custos decorrentes da Copa do Mundo de 2014.

Medida 5: Minimizar os custos decorrentes de sediar as Olimpíadas de 2016.

Medida 6: Projeto de Lei que aumente a idade mínima para aposentadoria para 67 anos tanto para homens quanto para mulheres.

Medida 7: FIM da aposentadoria por tempo de serviço.

Medida 8: Não elevação dos gastos com o bolsa família e implementação de uma regra compulsória de saída.

Medida 9: Pente fino na necessidade de novos concursos públicos

Medida 10: Congelamento dos Salários dos Servidores Públicos por um ano

Medida 11: Forte redução com gastos de publicidade.

Medida 12: Proibição do Banco do Brasil e da CEF de comprarem participação em bancos privados.

Medida 13: Forte redução na quantidade de Ministérios.

Medida 14: Imediata auditoria e cortes nos repasses para todas as ONG´s

Medida 15: Revisão das Concessões de Indenização a Aposentadorias aos grupos denominados “Perseguidos Políticos”

Medida 16: Regra para o “Restos a pagar”

Medida 17: Redução nas despesas com saúde

Medida 18: Redução dos gastos federais em educação

Medida 19: Abandonar, pelos próximos 4 anos, os grandes projetos tais como o programa Minha Casa Minha Vida, ou o Minha Casa Melhor, ou o PAC


B. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA RECEITA

Medida 20: Suspensão de vários dos incentivos tributários setores específicos concedidos nos últimos anos

Medida 21: Fim da Isenção de IR para LCI e LCA

Medida 22: Grande processo de privatização de empresas públicas

Medida 23: Ampla revisão da legislação ambiental

Essas 23 medidas são capazes não apenas de ajustar o orçamento para 2016, mas são suficientes para reequilibrar a saúde fiscal do Estado brasileiro. NÃO é necessário aumentar impostos, precisamos de reformas estruturais e não de ajustes paliativos e transitórios. Mas Mansueto tem razão na sua dúvida: existe algum partido político pronto a defender esse ajuste? A ausência desse ajuste só pode ser corrigida por aumentos de impostos, então façam suas escolhas, não há saída fácil para o caos fiscal gerado pelo PT.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Alguém tem que ser demitido do CONTRAN: o vergonhoso caso dos extintores

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) mostrou, uma vez mais, o perigo de se dar poder demais a burocratas. Em janeiro desse ano deveria ter entrado em vigor uma lei que OBRIGAVA que todos os proprietários de veículos tivessem o extintor do tipo ABC nos carros.

O argumento do CONTRAN era que esse extintor era mais seguro. Assim, num passe de mágica, o CONTRAN obrigou milhares de pessoas a gastarem dinheiro para trocarem seu antigo extintor por um novo. Filas se formaram para a compra desse extintor, e o CONTRAN decidiu adiar a entrada em vigor dessa resolução para 01 de outubro.

Adivinha o que acabou de acontecer??? O CONTRAN agora diz que extintores são desnecessários em veículos. Resumindo: você que gastou dinheiro em janeiro para trocar o extintor foi feito de otário. Mas não apenas isso, e os empresários que acreditaram no governo e investiram nessa atividade? O que irá ocorrer com eles? Simples: irão perder seu investimento!

Pergunto: alguém no CONTRAN vai perder seu emprego por isso? Bom, de qualquer maneira, essa parece ter sido a medida de mais longo prazo tomada pelo governo Dilma... durou quase 10 meses.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O Pior Natal da História

Sei que pode parecer exagero, mas preparem-se: o Natal de 2015, em termos econômicos, será o pior natal da histórica recente do Brasil.

Um bom número de estados e municípios não terá recursos sequer para pagar o 13o salário. Numero significativo de empresas terá a mesma dificuldade.

A inadimplência vai chegar forte em dezembro. As vendas de natal serão baixas, e o desemprego alto. A renda do brasileiro estará em queda.

É muito triste ter avisado tantas vezes sobre isso, é muito decepcionante ver que por mais que me esforçasse não consegui convencer os formuladores de política econômica a mudarem suas políticas econômicas equivocadas.

O PT destruiu o Brasil. Lula e Dilma são responsáveis diretos por essa crise. Mas não só eles. Vários colegas economistas ajudaram nesse desgoverno. Ainda hoje vários economistas escrevem em grandes jornais pedindo por doses maiores das mesmas medidas erradas que nos trouxeram até aqui.

Será um Natal de desemprego alto e renda baixa. Talvez seja o momento de uma pausa para reflexão: o que nos trouxe até aqui? Eu tenho uma suspeita: os culpados são aqueles que votaram no PT mesmo sabendo que essa decisão era errada, mas votaram esperando por ganhos pessoais. Quantas vezes não ouvi coisas do tipo: "O PT é ruim, mas como sou funcionário público vou me dar bem"; "O PT é ruim, mas como sou empregado do Banco do Brasil (ou CEF) vou votar no PT pra me dar bem"; "O PT é ruim, mas como sou amigo de fulano, vou votar no PT pra me dar bem"; "O PT é ruim, mas como sou empresário e pego dinheiro no BNDES vou me dar bem"; "O PT é ruim, mas como quero passar num concurso público vou votar no PT"; "O PT é ruim, mas como sou de movimentos sociais vou me dar bem"; etc.

Enfim, em minha humilde opinião, coloco boa parte dessa crise na conta de vocês que votaram no PT mesmo sabendo que esse partido era o que era. A covardia de vocês aliada ao despreparo de muitos gerou isso. Espero que tenham aprendido a lição, esse post não é para ofendê-los, é para convidá-los a uma simples reflexão: "Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança". (Benjamin Franklin)

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O Novo Pacote Fiscal de Levy

Neste vídeo comento as novas medidas econômicas anunciadas pelo governo para promover o ajuste fiscal: cortes insuficientes de gastos públicos, redução duvidosa de alguns gastos, e impostos, impostos e mais impostos. NEM UMA ÚNICA MEDIDA de ajuste de longo prazo foi anunciada, nenhuma reforma proposta, nada nada nada... o governo tenta empurrar com a barriga uma vez mais. Ano que vem teremos que ter mais aumentos de impostos e outros cortes, o custo do ajuste só terá aumentado!!!

Não vale a pena fazermos esforços adicionais para apoiar um conjunto de medidas que apenas posterga, e torna mais caro, o ajuste para o futuro. Esse governo (ou o próximo) deve entender que sacrifícios adicionais só serão tolerados se for para realizarmos as reformas que esse país precisa: reforma na previdência, tributária, trabalhista, administrativa, abertura econômica, privatizações, etc.

Um último detalhe, peço aos meus amigos economistas que DENUNCIEM o tremendo impacto negativo da CPMF. Foi vergonhoso ouvir Levy dizendo que a CPMF é um imposto que causa POUCA distorção. Inaceitável o silêncio diante de tal vexame! Assista ao vídeo clicando aqui.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

A Hora e a Vez dos Estados e Municípios

Quem acompanha esse blog sabe o que penso: existe uma verdadeira caixa preta nas contas dos estados e municípios. Se a União que tem vários analistas capacitados checando suas contas aprontou as "maquiagens e pedaladas" fiscais, imagem o que estados e municípios (com muito menos analistas se preocupando com tais contas) não fizeram!

Bom, no dia 7 de novembro de 2014 alertei:
"O governo federal tem usado e abusado da contabilidade criativa. Se no governo federal esta assim, imagine como não estará nos estados e municípios??? Se no governo federal, onde existe um bom número de experientes analistas vasculhando as contas públicas, a contabilidade criativa já destruiu a credibilidade do governo (hoje ninguém sabe exatamente o tamanho do rombo nas contas públicas), imaginem como não estará o caos nas contas de estados e municípios!!! Certamente 2015 será um ano de dolorosas descobertas referentes as finanças públicas".

No dia 29 de dezembro de 2014 fiz minhas previsões para 2015:
"Dezembro: será a vez dos estados e municípios darem o cano no pagamento de salários e de outras contas correntes. Várias estatais em dificuldades financeiras. Enfim, finalmente alguém vai descobrir que deixar tudo para "restos a pagar" não resolve o problema, apenas o esconde. Enfim, ficará claro que a contabilidade criativa, e a política fiscal irresponsável adotada pelo governo central, fez escola nos estados, nos municípios e nas empresas estatais. Várias caixas pretas aparecerão ao longo do ano na CEF, na Petrobras, e no BNDES. E, claro, nos estados e municípios".

CREDIBILIDADE: está me achando exagerado ou alarmista? Bom, no dia 12 de novembro de 2014 avisei de que faltaria dinheiro para o pagamento de servidores do Governo do Distrito Federal:
"Vocês leram direito, a situação aqui é tão ruim que é bem capaz de faltar dinheiro para pagar salários aos funcionários do Distrito Federal". Adivinhem o que aconteceu no dia 15 de janeiro de 2015... clique aqui para ver o que aconteceu.

REPITO: vários estados e municípios não conseguirão pagar os salários no final do ano. O caos fiscal está só começando. São várias as caixas pretas: CEF, BNDES, estatais...

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Considerações Sobre a Tributação no Brasil: Impostos Altos e Irresponsabilidade Fiscal

Neste vídeo faço diversas considerações sobre a tributação no Brasil. No Brasil temos uma combinação explosiva: Impostos Altos e Irresponsabilidade Fiscal. Para assistir clique aqui.

sábado, 5 de setembro de 2015

O Brasil e a História da Guerra do Peloponeso

A guerra do Peloponeso foi disputada entre as cidades estado gregas, de um lado Atenas do outro Esparta. No esplêndido livro "A História da Guerra do Peloponeso", o general ateniense Tucídides, temos uma passagem marcante "(...) e isso só terminaria com o incêndio do Pireu". Pireu era o porto ateniense, e a frase foi dita logo após a derrota numa batalha importante.

O parágrafo acima mostra que Tucídides rapidamente compreendeu a extensão de determinada derrota. Hoje a maior parte dos brasileiros ainda não compreendeu a extensão de nossa derrota. Os últimos anos praticamente implodiram nossa economia e sociedade.

Do ponto de vista econômico, é possível verificar uma clara mudança de postura da política econômica a partir de 2007 (meu amigo Roberto Ellery argumenta que a inflexão começou já em 2006). Tal mudança implodiu a economia brasileira: pouca preocupação com o déficit público (em especial uma crença de que não há problema algum num aumento da dívida pública), descaso com a inflação (num claro abandono do sistema de metas de inflação), e uma política cambial confusa que ora tenta desvalorizar ora valorizar o câmbio. Cresce a intervenção do governo no gerenciamento microeconômico das empresas. Seja alterando contratos (como no caso do setor energético), seja exigindo a demissão de funcionários do setor privado que criticam o governo petista, ou ainda usando o BNDES para direcionar o investimento (como no caso dos "campeões nacionais"). Nessa bagunça toda, ainda sobrou tempo para o governo reduzir artificialmente a taxa de juros inflando o crédito (o que elevou a probabilidade de inadimplência de boa parte dos brasileiros, e gerou grandes distorções no investimento privado). A essa confusão foi dado o nome de "Nova Matriz Econômica" (da qual o atual Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, foi um dos idealizadores).

Do ponto de vista social, políticas que dividem a sociedade: mulheres contra homens, negros contra brancos, homossexuais contra heterossexuais, entre outras, passaram a ser regra. A demonização de adversários políticos, ou de simples pessoas que discordavam do regime petista, passou a ser rotina. Hoje quase 60 mil brasileiros são ASSASSINADOS por ano, o número de roubos é absurdamente alto, invasão e destruição de propriedade privada é rotina, mas a esquerda insiste em ignorar esses números de desintegração social.

A previdência é uma bomba relógio, existem esqueletos e mais esqueletos nas contas públicas (BNDES, CEF, petróleo, eletrolão, contas dos estados e municípios, etc.), a renda do brasileiro esta caindo e o desemprego aumentando. E eu pergunto a você nobre leitor: onde estão as reformas de que o país precisa? Onde esta a reforma tributária, a reforma previdenciária, a reforma na legislação trabalhista, a abertura econômica, e toda outra sorte de reformas necessárias para recolocar nosso país nos eixos?

Estamos caminhando firme e forte para mais uma década perdida, ou fazemos as reformas ou elas nos serão impostas a um custo maior. Infelizmente, creio que isso só terminará com o incêndio do Pireu.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Crise Fiscal e Perspectivas para 2016

Saiba mais sobre a grave crise fiscal que assola nosso país. Logo em seguida veja algumas medidas que cedo ou tarde deverão ser tomadas para equilibrar o orçamento público. Por fim, conheça minha expectativa para o ano de 2016. Para assistir clique aqui.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Finalmente Levy entendeu!!! Os anos 80 voltaram! A Crise vai ser longa e feia!

Neste hangout comento sobre a semelhança entre o momento atual e a década de 1980. A crise será longa e dura, o PT nos levou de volta a década perdida! Para assistir clique aqui.

domingo, 30 de agosto de 2015

Rodrigo Janot, você tem vergonha na cara?

Rodrigo Janot, Procurador Geral da República, você tem vergonha na cara?

Rodrigo Janot, você tem filhos? É esse o legado que quer deixar a eles? Esse é seu legado? Um engavetador? Um covarde? Um fraco?

A vida não é um arco íris, mas mesmo nos momentos mais negros sempre existem pessoas que podem fazer a diferença. Sempre existem indivíduos que irão chamar a responsabilidade.

O Brasil tem várias pessoas se expondo, correndo riscos, perdendo seus empregos e renda, correndo o risco de retaliações físicas, tudo para preservar a liberdade em nosso país. Se arriscam, e sem recursos lutam para que se respeite a lei.

Você Janot lutou apenas para ser reconduzido a um cargo, e para quê? Para fazer esse vexame! Para engavetar processos contrários ao governo petista! Não seria mais digno apenas ter ido embora?

Cedo ou tarde todos iremos nos encontrar com o Criador, quando chegar seu momento o que você dirá a ele? Aliás, o que você diz a seus filhos?

sábado, 29 de agosto de 2015

Lula Inflado: Crise Histérica, Crise de Consciência ou Ameaça? Uma análise sociológica do atentado sofrido pelo boneco pixuleco

Lula Inflado foi covardemente esfaqueado por uma militante petista, fosse no Rio de Janeiro ela estaria presa, afinal lá portar faca na rua é crime. Em São Paulo parece que sairá impune. Esse texto analisa três hipóteses motivacionais desse crime.

Hipótese 1: Crise Histérica. Histérico é, por definição, quem nega a realidade. O histérico sente o que pensa, se a realidade vai contra seus pensamentos então pior para a realidade. Por anos foi criado no imaginário popular a figura do bom selvagem, aquele ente místico analfabeto, puro, e sem contato prévio com a civilização, que traria lições importantes para a sociedade. No Brasil, tal personagem assumiu a figura de Lula. Quando a militante petista viu seu “bom selvagem” vestido como um criminoso comum toda uma sorte de dispositivos psíquicos foi ativada, e ela agiu. Não importam os escândalos, não importa o enriquecimento meteórico da família Lula, não importam as provas e evidências, o histérico já decidiu que em seu mundo não há espaço para um selvagem fora da lei, e se acaso ocorrer isso é melhor acabar com essa evidência. Se essa hipótese for verdadeira Lula deveria ficar preocupado, quem mata um boneco pode perfeitamente matar o titular. Pessoas histéricas são perigosas de contrariar.

Hipótese 2: Crise de Consciência. Uma pessoa que por anos, talvez décadas, professa a inocência e pureza de seu ídolo, que aceita as mais esfarrapadas desculpas no caso do mensalão, que dá dinheiro para a “vaquinha” do Zé Dirceu... bom, talvez um dia essa pessoa acorde. E quando acordar poderá ter uma crise de consciência, afinal não deve ser fácil para uma pessoa honesta apoiar a mentira. Ao ver o boneco de Lula Inflado vestido a caráter em sua frente, talvez essa petista tenha tido um impulso de se libertar de seu passado, e de maneira figurada matar um dos responsáveis por seu erro. Nesse caso, me parece que Lula pode ficar tranquilo. A pessoa já descarregou sua raiva no boneco.

Hipótese 3: Ameaça. Talvez o atentado a Lula Inflado tenha sido uma ameaça. Uma ameaça aos que ousam exigir justiça, uma ameaça aos que acreditam que ninguém está acima da lei. Nesse caso, nós devemos ficar preocupados. Mas talvez a ameaça seja a Lula. Talvez o que o subconsciente dessa petista esteja dizendo é que prefere ver Lula morto a vê-lo preso. Nesse caso é Lula quem deveria ficar preocupado. Convenhamos, não seria a primeira vez que a esquerda mata de seus próprios quadros para evitar vexames maiores ou criar mártires.

Vendo o ataque covarde desferido a um boneco, confesso que fico preocupado com Lula. Acho que está na hora dele começar a andar com seguranças, os esquerdistas são perigosos e vingativos, e tal como na hipótese três podem preferir vê-lo morto a vê-lo preso. Eu sou um legalista, defendo a lei. Quero ver Lula respondendo na justiça pelo petrolão e pelos demais absurdos de corrupção que seu partido perpetrou. Infelizmente para Lula seus companheiros de partido não são tão civilizados assim. Fica aqui a lição básica: não se cria um monstro pensando que pode-se controlá-lo. O PT criou vários monstros, o custo disso para nossa sociedade será alto.

Como esquerdistas insistem em não saber ler, repito: hoje o maior risco a integridade física do ex-presidente Lula vem de sua própria militância. O exemplo do boneco pixuleco é esclarecedor. Nós brasileiros honestos ansiamos por ver Lula respondendo por seus crimes frente a justiça do homem, nós o queremos vivo e bem de saúde.

Por fim, ressalto um problema crônico que costuma assolar líderes de esquerda: sua incapacidade de rir de si mesmo, sua incapacidade quase que patológica de não se levar tão a sério. Fosse o boneco de Maluf e eu aposto com vocês que o próprio Maluf já tinha aparecido lá pra tirar fotos com o boneco.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Capitalismo e Concentração de Riqueza

Será que o capitalismo concentra renda? Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

Por que CNI, FIESP, ITAU e BRADESCO apoiam Dilma e o PT?

Uma pergunta intrigante: Por que CNI, FIESP, ITAU e BRADESCO apoiam Dilma e o PT? Ora, o PT é o partido que critica abertamente a exploração promovida pelos grandes empresários. Por que tais empresários apoiariam quem os ataca diariamente?

A resposta é simples: no Brasil existe um acordo entre o Estado e os mega-empresários. Os mega-empresários pagam uma carga tributária gigante e complexa, mas não reclamam de maneira contundente. Os mega-empresários se deparam com leis trabalhistas retrógradas, mas também não se posicionam de maneira contundente contra elas. Os mega-empresários se defrontam com uma burocracia regulatória gigante, e novamente se calam. Em troca recebem do Estado proteção contra a competição externa e interna.

Os impostos de importação associados com barreiras não tarifárias, tal como a política de componentes nacionais, barram boa parte da competição externa, garantindo a grandes grupos nacionais o domínio do mercado. O exemplo mais óbvio disso é o setor automobilístico, onde o brasileiro é obrigado a pagar caro por um carro tecnologicamente defasado. Quantas famílias já foram separadas por esse custo? Quantas crianças morreram por estarem em carros inseguros (quando comparados com os automóveis americanos, europeus ou japoneses)? Quantas famílias são obrigadas a acordar as 5 horas da manhã, pois não tem recursos para comprar um automóvel que em outra parte do mundo custaria metade do preço?

Quanto a competição interna, o complexo sistema tributário e de legislação dificultam o surgimento de novas empresas no Brasil. Esse enorme custo burocrático favorece os grandes grupos que já estão instalados no país impedindo a entrada de novas firmas. Outro exemplo são os generosos empréstimos do BNDES dado a mega-empresários, dinheiro esse que sai do bolso de todos os trabalhadores brasileiros para favorecer os “campeões nacionais”. Você se lembra que Eike Batista era um grande fã de Lula?

Os mega-empresários apoiam Dilma e o PT pois são eles quem estão no poder. Irão apoiar qualquer um que lhes garante os mesmos benefícios. Exatamente por isso devemos limitar o poder do Estado, quando o Estado é grande e poderoso os grandes grupos empresariais irão se apoderar dele, impondo a população toda sorte de legislação para barrar a competição, garantindo assim a continuidade da ausência de competição que marca o mercado brasileiro.

A primeira vez que visitei os Estados Unidos fui num bar e pedi uma cerveja. O garçom me perguntou qual cerveja, e eu respondi que queria uma Muller. O garçom então disse, qual das Muller? Na volta ao Brasil pedi uma skol, e a resposta foi “Aqui só tem Brahma”. É isso que um Estado grande faz, acaba com a competição se associando aos grandes grupos empresariais. A conta disso é paga por toda sociedade obrigada a se confrontar com serviços caros e de baixa qualidade.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

As Mentiras Contadas Sobre a Revolução Industrial

Neste vídeo discorro sobre As Mentiras Contadas Sobre a Revolução Industrial

1) Durante a Revolução Industrial o padrão de vida aumentou
2) Durante a Revolução Industrial a expectativa de vida aumentou
3) Durante a Revolução Industrial ocorreu um tremendo aumento populacional

Exatamente por que a Revolução Industrial é tão criticada pelos professores? Assista ao vídeo e descubra as mentiras que seus professores lhe contaram sobre a Revolução Industrial.

Você sabe qual é a pauta bomba de Eduardo Cunha?

A pauta bomba de Eduardo Cunha nada mais é do que a pauta que os petistas SEMPRE defendem quando estão ou na oposição ou em protestos de rua. É por isso que os petistas tem tanta raiva do presidente da Câmara dos Deputados. Cunha trata os petistas da mesma maneira que os petistas tratavam o governo quando estavam na oposição.

Tome por exemplo o reajuste da correção do FGTS. Cunha CORRETAMENTE diz que o dinheiro do FGTS é dos trabalhadores, e não do governo. Cunha diz CORRETAMENTE que tal dinheiro não é para o governo gastar com grandes empresários via juros subsidiados aos "campeões nacionais". Alguém consegue imaginar o PT, caso estivesse na oposição, indo contra uma correção mais justa do FGTS?

A imprensa chama a pauta de Cunha de pauta bomba. ERRADO!!! Essa sempre foi a pauta do PT quando estava na oposição. Se os petistas acham isso irresponsabilidade, então é de se perguntar o porque de terem defendido pautas semelhantes no passado.

Interessante é a cumplicidade da imprensa. Sempre pronta a cobrar coerência de Cunha e da oposição, mas sempre negligente e benevolente para com o PT que, quando na oposição, era o campeão das pautas bomba.

domingo, 16 de agosto de 2015

SUCESSO!

Contra tudo e contra todos, nossa manifestação foi um tremendo sucesso. Os petistas da Globonews e da CBN e do OGLOBO e da Folha podem ficar emburradinhos, fazer biquinho, mas não tem como negar, hoje a manifestação foi um tremendo sucesso.

1) Super foco: FORA DILMA, FORA LULA E FORA PT (pode levar o Renan Calheiros também).

2) MUITA gente e MUITAS cidades na rua. As manifestações foram CERTAMENTE MAIORES que as (já grandes) manifestações de abril.

3) Cidades no nordeste, Minas Gerais e Rio de Janeiro foram protestar em peso contra Dilma, Lula e o PT.

Diante de uma avenida paulista lotada vários comentaristas preferiram falar sobre a manifestação no instituto lula (que contou com a gigantesca presença de 200 pelegos do sindicato da CUT).

Se o PT não nos cala não será a imprensa a nos silenciar!

Os políticos brasileiros, muito mais práticos que os "analistas" políticos, já notaram o tamanho das manifestações. Não apenas as capitais, mas muitas cidades do interior tiveram expressivas manifestações de rua. Podem apostar que o clima em Brasília mudou, e mudou para melhor. FORA DILMA! FORA LULA! FORA PT! FORA RENAN CALHEIROS!!!

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Dia 16/08 você tem uma escolha, talvez no dia 17 você não tenha mais... vai arriscar?

No dia 16/08 você tem uma escolha: pode ficar em casa ou pode sair as ruas, pode protestar, pode combater o bom combate, pode lutar contra essa crise moral e política em que o PT e Dilma Rousseff mergulharam o Brasil.

A continuidade de Dilma a frente do governo implica em mais desemprego, mais inflação, e menos comida na mesa do brasileiro.

Se Dilma não sair o caos econômico que ela criou irá continuar. A corrupção irá aumentar, e o pobre e a classe média pagarão cada vez mais a conta. Se o PT continuar no poder ele irá demonizar cada vez mais o rico, tentará dividir cada vez mais nossa sociedade, jogará homens contra mulheres, brancos contra negros, heterossexuais contra homossexuais.

Dia 16/08 você tem uma escolha. Talvez no dia 17 essa escolha não exista mais... irá arriscar? Se as manifestações programadas para todo Brasil fracassarem o PT sairá fortalecido, Dilma continuará a frente do governo, e o desastre estará consumado. Não deixe para que outros façam o trabalho que é você quem deve fazer. Não delegue a outros a responsabilidade que é sua!!!

ZAP ZAP e facebook não irão derrubar Dilma e nem o PT. Chame seu vizinho, convoque os amigos e família e vá as ruas protestar contra esse governo corrupto e incompetente.

Em todo Brasil, nesse domingo (16/08), você tem uma escolha a fazer: luta por um país melhor ou fica em casa, a escolha é sua! Em Brasília a manifestação ocorrerá as 9:30 da manhã em frente ao Museu da República (na Esplanada dos Ministérios). Confira a lista de todas as cidades e respectivos horários. Lista do MBL aqui. E aqui a lista do VEM PRA RUA.

Força e Honra!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Economia e Liberdade: A Importância Econômica do Impeachment

Hoje estreia meu programa semanal no canal Terça Livre. Toda quarta-feira as 23:00 horas estarei falando sobre economia e política. Serão análises conjunturais da economia brasileira. O programa recebeu o nome de Economia e Liberdade, na estreia irei discutir sobre os efeitos econômicos do impeachment. Cada semana um tema novo, cada semana mais informação, e mais discussão de temas relevantes de nossa sociedade.

O programa esta estruturado para ser bem dinâmico com duração entre 15 e 20 minutos. Esse formato facilita a divulgação das ideias, bem como a exposição em salas de aula. Assim, temas debatidos no Economia e Liberdade poderão ser discutidos com estudantes em formato de debates.

Conto com seu apoio hoje, quarta-feira, as 23:00 horas. Assista a estreia do Economia e Liberdade nesse link. Agradeço ao Italo Lorenzon e ao Allan dos Santos pelo gentil convite e confiança para me juntar ao time.

ECONOMIA E LIBERDADE
Toda quarta-feira as 23:00 horas
Tema de hoje: a importância econômica do impeachment
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

De quem é a culpa do fracasso no ajuste fiscal?

O ajuste fiscal falhou miseravelmente. No primeiro semestre de 2015 o governo federal teve déficit primário, o pior resultado da série histórica. Por alguma razão que me foge a percepção o Ministro da Fazenda tenta culpa o Congresso Nacional por isso.

O fracasso no ajuste fiscal deve ser debitado na conta do Ministro da Fazenda. Foi sua equipe que errou absurdamente na previsão de receita (erro acima de R$ 20 bilhões). Foi o ministro da fazenda e sua equipe que superestimaram a redução de gastos públicos decorrentes de suas medidas.

O grosso do ajuste fiscal elaborado pela equipe econômica seria feito por aumento de impostos. Uma parte menor seria feita via redução do gasto público, e dessa pequena parte uma menor ainda seria obtida com a ajuda do Congresso Nacional. A maior parte das medidas de redução de gastos enviadas pelo governo ao Congresso foram aprovadas, do que Levy reclama?

O ministro da fazenda deveria fazer o óbvio: pedir demissão. Seu ajuste fiscal foi uma tremenda piada de mau gosto. Claro que sempre pode-se argumentar que a culpa não foi dele, que o próprio governo não ajudou. Sim, pode ser, mas nesse caso temos apenas mais um motivo para o ministro pedir demissão.

domingo, 2 de agosto de 2015

O Legítimo Direito de Partidos Políticos Participarem de Manifestações Populares

Simplesmente inacreditável essa discussão!!! Por algum motivo sobrenatural os partidos de oposição no Brasil estão com receio de se juntarem, de apoiarem, manifestações populares!!! Você consegue imaginar o PT fazendo o mesmo? Você consegue imaginar o PSOL dizendo que prefere não participar de manifestações populares???? Se alguém tem dúvidas disso, que tal darem uma olhada no que acontece no Paraná (onde o PT é oposição e o PSDB é governo)!!! Lá políticos petistas não esperaram convite e subiram no carro de som para protestar contra o governador tucano.

Será tão difícil assim o PSDB e o DEMOCRATAS fazerem o mesmo??? De onde tiraram que partidos políticos não podem apoiar e comparecer a manifestações de rua???

Existem duas posturas possíveis para um politico: a) ele apoia e comparece nas manifestações que concorda; ou b) fica em casa.

Que tipo de político você prefere? Aquele que vai nas manifestações de rua, aquele político que dá a cara a tapa e mostra suas opiniões, ou aquele que só aparece para pedir voto em época de eleição???

Quando alguém te disser que políticos não podem participar de manifestações populares lembre-se da Venezuela (onde os políticos de oposição estão lado a lado com o povo), lembre-se da postura dos políticos petistas (que corretamente nunca rejeitaram um palanque). E, acima de tudo, lembre-se de que políticos que nos momentos difíceis não estão do lado do povo, certamente não merecem seu voto nos momentos fáceis.

Será que em 2010 seria possivel prever a crise no mercado de ações e mercado imobiliário?


Será que em 2010 seria possível prever a crise no mercado de ações e mercado imobiliário?

Em 2010 o índice IBOVESPA estava ao redor dos 70.000 pontos. Será que seria possível prever que 5 anos depois teria se reduzido e patinava na casa dos 50.000 pontos?

Em 2010 o mercado imobiliário estava cheio de vigor, e os imóveis estavam em alta como investimento. Seria possível que no meio daquele boom imobiliário alguém alertasse, com base em dados, de que uma bolha se formava naquele mercado?

Então os convido para ler o que escrevi em 24 de março de 2010:

"Existe uma boa chance do aumento da oferta monetária (e do crédito) ter inflado os mercados imobiliários e de ações no Brasil. Sendo que tal incremento no preço das ações e das casas, por uma deficiência dos índices de preço, acabaram não se refletindo nas tradicionais medidas de inflação.

O aumento da moeda (M) está escondido em algum mercado no Brasil. Para nossa infelicidade, existem indícios de que o mercado de ações e imobiliário sejam o reduto de parte desse excesso de oferta monetária. Caso isso seja correto, cedo ou tarde, teremos um estouro de bolha nada agradável no Brasil
".

Em resumo, em março de 2010 avisei do que estava por vir. Quando alguém falar em tempestade perfeita, avise esta pessoa que tal tempestade foi prevista com muito tempo de antecedência. Se o governo insistiu em cria-la isso se deve apenas a sua teimosia e ignorância. Mais uma vez alertei com muita antecedência, mais uma vez fui chamado de alarmista e pessimista. Agora esta na hora daqueles que me ofenderam se retratarem. Chega de ouvir os economistas do fracasso e seus companheiros!

sábado, 1 de agosto de 2015

O Legítimo Direito de Vaiar Pessoas Públicas

Ninguém é obrigado a se tornar uma pessoa pública. Ninguém é obrigado a ser Ministro ou Presidente da República, ninguém é obrigado a ser deputado ou senador, ou mesmo vereador. Quando uma pessoa se decide por esse caminho existem bônus e ônus atrelados.

Uma das maiores diferenças que notava entre Brasil e Estados Unidos (e outros países desenvolvidos) era a complacência com que políticos picaretas eram tratados no Brasil. Corrupção existe em qualquer lugar, mas nos países desenvolvidos a regra é o FIM da carreira pública para os incompetentes ou os envolvidos em corrupção (claro que sempre existem exceções). Já no Brasil existia certo orgulho de ser amigo de políticos corruptos. Me lembro de gente orgulhosa dizendo que o político tal (notório corrupto) frequentava sua casa.

Fico extremamente feliz observando os ventos da mudança!!! É um legítimo direito do homem comum vaiar corruptos ou incompetentes que destruíram a nossa economia e minam nossa sociedade. Faço apenas uma única ressalva: vaiar no hospital ou na igreja não parece apropriado, em outros lugares não há nada de errado.

O ex-ministro que destruiu nossa economia foi almoçar com a família? Vaia nele. O senador do partido envolvido no maior escândalo de corrupção de nossa história foi passar férias em paraísos enquanto o povo sofre? Vaia nele!

No mundo existem dois grandes tipos de punição: as aplicadas pelo Estado (que tem o monopólio do uso da violência, tais como prisão, medidas restritivas de liberdade, etc.) e as aplicadas pela sociedade (majoritariamente morais tais como vaias do público, desprezo dos familiares, etc., mas englobam também as de cunho financeiro tais como demissão do emprego e perda de cargos). Muito da corrupção ser alta no Brasil é porque ambos mecanismos eram falhos no passado. O povo e a lava-jato estão dando um fim nisso. Estão mostrando que bandido tem que ser preso, e que mesmo que você não seja bandido mas foi conivente com o que aí está existe uma punição moral que lhe será aplicada.

Desde que não haja violência física, desprezar corruptos, vaiar políticos complacentes com a roubalheira, fazer pouco caso de ministros que foram responsáveis pelo caos atual é um legítimo direito de qualquer cidadão com vergonha na cara. Já dizia o imortal Nelson Rodrigues "Nada melhor do que uma vaia para um jogador que tenha vergonha na cara"! Nada melhor do que a lembrança de que pode ser vaiado em público para manter pessoas públicas com vergonha na cara cientes de suas obrigações morais.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Associação dos Servidores da ANAC faz bonito e tenta barrar indicação absurda para a ANAC


Diga Não a mais esse absurdo de Dilma!!! Dilma quer colocar pessoa sem capacidade técnica como diretor da ANAC. Vamos dizer NÃO!!! Assine aqui!!! Abaixo assinado para rejeitar dia 5 de agosto a indicaçao de alguém sem preparo técnico para Diretoria da ANAC.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

As Consequências Econômicas da Operação Lava-Jato

De acordo com a presidente Dilma Rousseff a operação Lava-Jato é responsável pela queda de 1% no PIB brasileiro. Essa explicação absurda, apesar de ser nova para alguns, já me é velha conhecida. Em março desse ano ouvi alguns analistas de mercado culpando a parada nas obras da Petrobras pelo fraco desempenho econômico.

Note que a opinião desses analistas é exatamente igual a da presidente, inclusive eles adotavam o mesmo número de 1% de queda no PIB. Na época disse que isso era besteira, na realidade era uma desculpa. Explico: tais analistas, no final de 2014, previram um crescimento de 1% do PIB para 2015. Em março de 2015 com a atividade econômica em franca recessão tais analistas precisam se justificar, precisam explicar o motivo de terem errado tanto em tão pouco tempo. Daí surgiu essa conta de padaria que fazia uma espécie de regra de três para projetar a parada nas obras da Petrobras numa redução de 1% do PIB.

Essa desculpa esfarrapada de culpar a operação Lava-Jato (ou a parada nas obras da Petrobras) pela queda no PIB se esquece de um dado simples: mesmo que a operação Lava Jato não parasse as obras na Petrobras, ainda assim a Petrobras seria obrigada a reduzir o seu volume de obras. Isso ocorre pelo simples fato de que a Petrobras não tem mais como sustentar seu volume de investimentos, prova disso foi a recente e expressiva redução em seu plano de investimento aliada a um plano de venda de ativos da empresa.

As obras na Petrobras iriam parar em 2015 de qualquer maneira por falta de recursos. Sou capaz de apostar que a Lava-Jato ajuda as contas da Petrobras, pois a desobriga de pagar por obras que ele certamente teria dificuldades em quitar. Em resumo, não foi a operação Lava Jato (como argumentado por Dilma) e nem a redução nas obras da Petrobras (como argumentado por analistas em busca de uma desculpa para seu erro) os responsáveis pela queda no PIB. O Brasil está em recessão por causa de políticas monetária e fiscal equivocadas adotadas pelo governo ao longo dos últimos anos. Tal recessão era amplamente previsível, e foi antecipada por alguns pesquisadores. O governo nos jogou nessa crise por absoluta incompetência e arrogância.

#EuApoioaLavaJato

domingo, 26 de julho de 2015

Os Economistas do Fracasso: No governo geraram o caos, fora dele agem como se a culpa não fosse sua.

Soa surreal o comportamento de alguns economistas. Ocuparam cargos altos e com poder de decisão em governos passados, geraram o caos econômico com medidas econômicas trágicas. Mas, por algum motivo, continuam com espaço na mídia e no governo. É como se suas barbeiragens econômicas em nada afetassem sua reputação. São os economistas do fracasso, técnicos que quando estiveram com poder de decisão quase destruíram nosso país. Contudo, fora do governo agem como se tivessem sido gênios da economia e que a crise nada tem a ver com eles. Esse post dá nome a esses “gênios”.

Delfim Netto: o homem que provou que é possível existir inflação e desemprego ao mesmo tempo. Ministro forte de governos militares foi responsável direto pelo desastre econômico da primeira metade da década de 1980. Por que tanta gente ainda ouve Delfim? Acaso ele se desculpou por seus absurdos econômicos? Acaso se desculpou por suas medidas que virtualmente mergulharam o brasil num estagflação (estagnação econômica na presença de alta inflação)? Delfim foi um desastre como ministro.

Luciano Coutinho: o gênio que apoiava entusiasticamente a lei da informática!!! Isso mesmo aquela lei que impedia brasileiros de importar computadores, e que virtualmente destruiu nossa habilidade de acompanhar tecnologicamente os países desenvolvidos durante a vigência dessa lei medíocre. Alguma vez esse “gênio” já fez um mea culpa? Hoje é responsável direto pela política dos campeões nacionais do BNDES.

Luiz Gonzaga Belluzzo: o homem que apoiou o congelamento de preços no plano cruzado. O homem que rebaixou o Palmeiras, o homem que era conselheiro de Dilma. O homem que afirmou que era hora de gastar mais (pouco antes de estourar a crise atual). Por que ainda ouvem esse “gênio”?

Bresser Pereira: provavelmente um dos piores economistas que já assumiu o Ministério da Fazenda. O “gênio” por trás do Plano Bresser que ainda hoje gera ações na justiça!!! Gerou uma bagunça econômica e jurídica no país que ainda hoje geram demandas jurídicas. Durou 8 meses como ministro da Fazenda, deixando atrás de si uma inflação virtualmente fora de controle. Aliás, foi mais um que implementou o congelamento de preços enquanto esteve a frente do governo. Será que todos se esqueceram disso???

Nelson Barbosa: atual Ministro do Planejamento. Esteve por 10 anos ocupando cargos altos nos governos Lula 1 e 2, e Dilma 1. Saiu do governo e passou a ser crítico da política econômica que ele mesmo criou!!! A Nova Matriz Econômica é criação sua (e não apenas de Guido Mantega, Luciano Coutinho, e Arno Augustin). Boa parte da crise econômica atual deve-se a políticas econômicas criadas e/ou apoiadas por Nelson Barbosa. Agora, como ministro do Planejamento do governo Dilma 2 promete insistir nos erros que nos trouxeram até aqui. Depois sairá do governo e agirá como se não tivesse tido culpa alguma na crise atual.

Chega!!!! Se é para errarmos vamos errar pelo menos com gente nova. Se é para fazer besteira façamos ao menos com pessoas que ainda não comprovaram sua inépcia no comando da economia. Chega de dar ouvidos a fracassados, a perdedores, a indivíduos que quando tiveram sua chance mergulharam nosso país em seguidas crises.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Um Breve Resumo de Levy a Frente do Ministério da Fazenda

1) Em janeiro pregou o realismo e anunciou um superávit primário de 1,2% do PIB.
- 6 meses depois pregou o realismo e reduziu o superávit primário para 0,15% do PIB
- eu aposto que nem isso ele consegue cumprir
- não vale jogar a culpa no Congresso, é o governo que está gastando muito.

2) Até agora não se posicionou contra as transferências do Tesouro para o BNDES
- pelo contrário, novos aportes do Tesouro já foram feitos no BNDES esse ano

3) anunciou um amplo programa de concessões
- se esqueceu de dizer que tal programa era o mesmo já anunciado pelo governo em 2012
- dentro desse programa incluiu uma tal de transoceânica, projeto faraônico em conjunto com a China que nunca sairá do papel

4) Executa um ajuste fiscal do pior tipo com cortes lineares para todos.
- boa parte desse ajuste resume-se a atrasar pagamentos, ou seja, nada tem de ajuste.

5) não anunciou uma única medida de reforma mais ampla

6) aumentou impostos

Desempenho decepcionante.

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