quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Combatendo o Atentado na França: Vamos Reproduzir as Charges de Maomé

O mundo esta chocado com o covarde atentado ocorrido em Paris. Terroristas ISLÂMICOS invadiram a redação da revista francesa Charlie Hebdo assassinando ao menos 12 pessoas. Toda imprensa mundial critica o ataque mas NÃO FAZ MAIS NADA. Eu proponho uma reação organizada a esse atentado a nossa sociedade. Vamos todos reproduzir as charges de Maomé que a revista publicou.

Se você tem um blog replique as figuras em seu blog. Se não tem replique as charges em seu facebook. Se você é editor de um jornal republique as charges em seu jornal. Se você é da televisão mostre as charges nos programas. É assim que se combate esse radicalismo, vamos dar audiência NÃO aos terroristas MAS SIM ao que eles querem esconder e proibir.

Por fim, estou esperando os grupos feministas que comumente colocam crucifixos no ânus contra a opressão da igreja católica fazerem protestos similares contra o Islã.

Abaixo uma das charges!!! Compartilhem, comentem, não deixe que os terroristas nos calem!!!

4 comentários:

Anônimo disse...

Traduz por favor a charge.

Jorge Nogueira Rebolla disse...

Ridícula a tua exortação, pois caso queiras realmente homenagear os mortos do Charlie Hebdo tem que publicar não apenas as charges sobre Maomé e o Islã.

O semanário sempre foi uma fossa na qual os seus autores mergulhavam todos os valores e crenças que construíram a nossa civilização.

Não é porque foram brutalmente assassinados pelos terroristas islâmicos que as suas imundícies desapareceram miraculosamente.

A única coisa que deve ser exigida neste fato é a prisão dos terroristas e a punição exemplar para eles. Os que morreram não merecem os vermes aos quais servirão de pasto.

Paulo Roberto Almeida disse...

Tradução da charge para o Anônimo:
Maomé ultrapassado (ou submergido) pelos integristas (ou fundamentalistas);
No balão: É duro ser amado por estúpidos...

Para o Jorge Nogueira Rebolla: ele estaria perfeito para servir de inquisidor auxiliar do Torquemada, ou de qualquer um desses integristas e fundamentalistas cristãos que, no passado, andaram trucidando judeus e muçulmanos, para tentar manter o mundo limpo de impuros, heréticos, desviantes e outros dissidentes da verdadeira religião. Confesso que não esperava encontrar, em pleno século 21, alguém que ainda defendesse o obscurantismo dos piores momentos do cristianismo fundamentalista de eras passadas. Estou pasmo de constatar que o ódio reliogioso persiste, permanece, como uma das piores taras que já tivemos em nosso itinerário civilizatório de alguns poucos milhares de anos. Pessoas assim, ficariam bem até entre os fundamentalistas do Estado Islâmico, bastando inverter o sinal. Realmente, intolerância religiosa, de qualquer tipo e de qualquer religião, é uma doença mental.
Paulo Roberto de Almeida

Anônimo disse...

Efeito Barbara Streisand ! Boa idéia!

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