quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 12

Nesta aula, a MAIS IMPORTANTE AULA DO CURSO, explico sobre o mecanismo de preços. Explico a importância dos preços serem livres, e os erros inerentes a qualquer política econômica que tente controlar preços. Para assistir clique aqui.

No final do vídeo a música disponibilizada é "Top of the World" do The Carpenters. Se quiser ouvir a música clique aqui.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sobre Liberais, Conservadores e Libertários: é tempo de perdão e tolerância

O mundo conservador brasileiro, pelo menos no facebook, virou uma guerra para decidir quem é e quem não é conservador. Discussões semelhantes acontecem regularmente entre liberais e libertários. Creio que tais discussões são muito pouco produtivas, geralmente desunindo muito mais do que unindo. Além disso, num número não insignificante de vezes descambam para ofensas pessoais, guerras de ego, e defesas de um feudo, do tipo o rei aqui sou eu.

Eu tenho uma regra de ouro: a única pessoa que conquistou o direito de mandar outra a merda é Olavo de Carvalho. Esse sim tem esse direito, conquistado (e não dado) ao longo de uma luta de 40 anos incessantes contra os inimigos da sociedade aberta. Certo ou errado, não sou eu quem irá dizer que o Professor está sendo grosseiro. Qualquer um que passe pelo que ele passou e continua na luta tem esse direito. Obviamente isso exclui qualquer um abaixo dos 50 anos. Sobre esses recai a regra de ouro: primeiro você conquista o direito, e só depois terá o direito de mandar outros a merda.

A confusão atual refere-se a Sara Winter, ex-lider do FEMEN-Brasil, que agora tornou-se uma conservadora. De minha parte digo, seja bem vinda Sara. A luta é dura e pessoas com fibra são necessárias. Será que Sara pode ser uma expiã? Alguém que se infiltra no conservadorismo apenas para destruí-lo? Evidente que sim. Mas, quem de nós não pode também ser um espião tentando sabotar o conservadorismo por dentro? Essa crítica vale para Sara, mas vale também para uma das mais destacadas conservadoras do Brasil, Bruna Luiza (de quem sou um tremendo fã).

Sou amigo e admirador do trabalho de Rodrigo Saraiva Marinho, que é um libertário declarado. Faço questão de revê-lo sempre que vem a Brasília, e digo que vale a pena assistir suas palestras. Paulo Kogos tem várias opiniões das quais discordo, mas nunca tive problemas em manter um diálogo civilizado com ele. Além disso, tal como Rodrigo Marinho, é mais um libertário totalmente contrário ao aborto. Rodrigo Souza é outro dos libertários com quem também me relaciono muito bem.

Do lado conservador resta evidente que sempre aprendo com Alexandre Borges e Bruno Garschagen. Flávio Morgerstern é companheiro de hangouts, e Roberto Ellery amigo de longa data. Rodrigo Constantino é a prova de que é possível navegar nesse meio termo entre libertários e conservadores, e manter sua independência intelectual.

O que quero dizer aqui é que se queremos estabelecer uma frente ampla contra os inimigos da sociedade aberta precisamos focar nos pontos que nos unem, e não em nossas diferenças. Não somos uma seita, não somos esquerdistas. Somos indivíduos unidos contra os que querem usurpar nossa liberdade, contra os que querem centralizar em Brasília todas as decisões deixando aos indivíduos e famílias a exclusiva tarefa de obedecer. Vamos dar as boas-vindas a todos que querem se juntar a nós e, enquanto mostrarem respeito a nossas diferenças, vamos focar no que nos une!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

2016 o Ano do Colapso Fiscal, e uma sugestão com 23 medidas que podem evitar isso!


O ano de 2016 será o ano do colapso fiscal. As contas dos estados e municípios aguentam até junho de 2016, depois disso é o fim: calote generalizado em fornecedores e atraso no pagamento de funcionários públicos. A nível estadual e municipal existe um verdadeira bomba relógio: os fundos de previdência dos funcionários públicos. No Distrito Federal, no Rio Grande do Norte, e no Paraná o governo já andou botando a mão nesses recursos para pagar despesas correntes. Em Londrina e em outras cidades a situação da previdência também é bem complicada.

A nível federal a conta de previdência irá gerar um déficit monumental, daqueles que colocam em risco a solvência de longo prazo do sistema. Os gastos federais continuam a crescer, e a arrecadação a cair. Junho de 2016 também é a data limite para o governo federal tomar as medidas necessárias para tentar reequilibrar suas contas. O governo federal já vem atrasando pagamento a fornecedores, o caso dos funcionários terceirizados também é preocupante pois o governo vem atrasando tais pagamentos também.

Junho de 2016 é o limite: temos até lá para tomarmos medidas drásticas de redução de gastos e de reestruturação de longo prazo, caso contrário as contas públicas colapsam. O que o governo deve fazer? Segue uma lista com as 23 medidas necessárias:

A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA


Medida 1: Fim dos repasses do Tesouro para o BNDES.

Medida 2: Substituir Investimento Público por Parcerias ou Concessões

Medida 3: Acabar com a regra atual de reajuste do salário mínimo, e manter em 2016 o mesmo valor do salário mínimo que vigorou em 2015.

Medida 4: Minimizar os custos decorrentes da Copa do Mundo de 2014 privatizando todos os estádios, e cobrando as dívidas de quem deve ao Estado.

Medida 5: Minimizar os custos decorrentes de sediar as Olimpíadas de 2016.

Medida 6: Projeto de Lei que aumente a idade mínima para aposentadoria para 67 anos tanto para homens quanto para mulheres.

Medida 7: FIM da aposentadoria por tempo de serviço.

Medida 8: Não elevação dos gastos com o bolsa família e implementação de uma regra compulsória de saída.

Medida 9: Pente fino na necessidade de novos concursos públicos

Medida 10: Congelamento dos Salários dos Servidores Públicos por um ano

Medida 11: Forte redução com gastos de publicidade.

Medida 12: Proibição do Banco do Brasil e da CEF de comprarem participação em bancos privados.

Medida 13: Forte redução na quantidade de Ministérios.

Medida 14: Imediata auditoria e cortes nos repasses para todas as ONG´s

Medida 15: Revisão das Concessões de Indenização a Aposentadorias aos grupos denominados “Perseguidos Políticos”

Medida 16: Regra para o “Restos a pagar”

Medida 17: Redução nas despesas com saúde

Medida 18: Redução dos gastos federais em educação

Medida 19: Abandonar, pelos próximos 4 anos, os grandes projetos tais como o programa Minha Casa Minha Vida, ou o Minha Casa Melhor, ou o PAC


B. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA RECEITA

Medida 20: Suspensão de vários dos incentivos tributários setores específicos concedidos nos últimos anos

Medida 21: Fim da Isenção de IR para LCI e LCA

Medida 22: Grande processo de privatização de empresas públicas

Medida 23: Ampla revisão da legislação ambiental

Essas 23 medidas são capazes não apenas de ajustar o orçamento para 2016, mas são suficientes para reequilibrar a saúde fiscal do Estado brasileiro. NÃO é necessário aumentar impostos, precisamos de reformas estruturais e não de ajustes paliativos e transitórios. A ausência desse ajuste só pode ser corrigida por aumentos de impostos ou por uma inflação elevada, então façam suas escolhas, não há saída fácil para o caos fiscal gerado pelo PT.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Mensagem de Final de Ano do Sachsida: Gulliver na Ilha dos Mortos

Em uma de suas viagens Gulliver parou na Ilha dos Mortos. O rei da ilha, que tinha o poder de invocar os mortos, perguntou a Gulliver se ele gostaria de conhecer alguma pessoa que já havia falecido. Gulliver pediu para conhecer o grande imperador que havia vencido determinada batalha, mas o Imperador lhe confidenciou que nunca estivera em tal batalha, na realidade estava bêbado naquele dia. Gulliver então pediu que lhe fosse apresentada a grande Rainha que havia unificado determinado país. Mas a Rainha lhe confidenciou que ela era uma devassa e que em nada havia contribuído para a vitória de seus exércitos. E assim, um a um, as grandes personalidades do passado foram se mostrando fraudes. Gulliver então pediu para conhecer as pessoas que verdadeiramente haviam melhorado o mundo. Em sua frente apareceram diversos rostos, mas Gulliver não reconheceu nenhum deles.

O parágrafo acima ilustra um fato conhecido, mas pouco divulgado: são as pessoas comuns que fazem a diferença, são as pessoas comuns que tornam o mundo um local melhor. São os anônimos do cotidiano que realmente fazem a diferença. Nesse momento crítico, onde nosso país necessita tanto de nossa ajuda seremos nós que iremos fazer a diferença. Seremos nós que iremos recuperar nosso país. Não será o STF, não será o Congresso Nacional, cabe a nós recolocarmos nosso país nos eixos. E, se nos negarmos a isso, continuaremos a amargar o custo de nossa covardia e acomodação. O que a visita de Gulliver a Ilha dos Mortos nos mostra é que cabe aos indivíduos fazerem a diferença.

Cabe a você fazer do seu mundo um local melhor, se você não o fizer é um engano acreditar que outro tem a obrigação de fazer por você o que você mesmo se recusa a fazer. Cabe a você levar a esperança, e não o medo. Levar o perdão, não o ódio. Levar a alegria, e não a tristeza. No final do dia a escolha é sempre sua, cabe a você escolher se quer ser alguém melhor ou não. E, evidentemente, o custo de tais escolhas também será sempre seu. Que Deus os ilumine em sua caminhada.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Um Resumo de meu CV

Segue aqui o link para meu CV Lattes.

Graduações: Economia (UEL) e Direito (UNICEUB)
Mestrado e Doutorado: Economia (UnB)
Pós-Doutorado: Economia (Universidade do Alabama com o professor Walter Enders)

Livros: Fatores Determinantes da Riqueza de uma Nação (com João Batista de Britto Machado); A Crise de 2007-09: Uma Explicação Liberal; Em Terra de Cego quem tem um olho é Rei: Usando a Teoria Econômica para Explicar Ditados Populares (Editor); Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação.

Editor: Criei e fui o primeiro editor da Revista Brasileira de Economia de Empresas. Também fui editor da Planejamento e Políticas Públicas. Por fim, fui o editor do volume especial sobre Política Monetária da Revista Brasileira de Economia.

Locais onde já ministrei aulas: Universidade Católica de Brasília; Universidade de Brasília; IBMEC (Brasília); FGV (Brasília); Universidade do Texas (Edinburg), entre outras.

Artigos científicos: 62 (29 em revistas internacionais e 33 em revistas nacionais)

Artigos sobre política monetária:
1) TABAK, B. ; MOREIRA, T. B. ; MENDONCA, M. J. C. ; SACHSIDA, A. . An evaluation of the non-neutrality of money. Plos One, 2016.
2) SCHETTINI, B. P. ; GOUVEA, R. R. ; SACHSIDA, A. . Inflação, desemprego e choques cambiais: estimativas VAR para a economia brasileira. Análise Econômica (UFRGS), 2015.
3) SACHSIDA, A. Inflação, Desemprego e Choques Cambiais: Uma Revisão da Literatura Sobre a Curva de Phillips no Brasil. Revista Brasileira de Economia (Impresso), v. 4, p. 121-132, 2013.
4) FARIA, J. R. ; MOLLICK, A. V. ; SACHSIDA, A. ; Wang, Le . Do Central Banks affect Tobin's q?. International Review of Economics & Finance, v. 22, p. 1-10, 2012.
5) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Inflação versus Desemprego: Novas Evidências para o Brasil. Economia Aplicada (Impresso), v. 16, p. 475-500, 2012.
6) MOLLICK, A. V. ; SACHSIDA, A. . The Price Puzzle under Changing Monetary Policy Regimes. iBusiness (Print), v. 4, p. 318-325, 2012.
7) SACHSIDA, A. ; Divino, J. A. ; Cajueiro, D. . Inflation, Unemployment, and the Time Consistency of the US Monetary Policy. Structural Change and Economic Dynamics, v. 22, p. 173-179, 2011.
8) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Os Efeitos da Política Monetária na Economia Brasileira: resultados de um procedimento de identificação agnóstico. Pesquisa e Planejamento Econômico (Rio de Janeiro), v. 40, p. 367-394, 2010.
9) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; Nasser, Omar . Inflation and Trade Openness Revised: An Analysis Using Panel Data. International Research Journal of Finance and Economics, v. 28, p. 169-181, 2009.
10) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; MACHADO, J. B. B. . Abertura Econômica e Inflação: Um Estudo em Dados de Painel. Estudos Economicos, v. 35, n.3, p. 312-332, 2005.
11) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MOREIRA, T. B. S. ; CARVALHO, J. V. . Uncovered Interest Parity in Argentina, Brazil, Chile and Mexico: A Unit Root test application with Panel Data. Review of Urban and Development Studies, v. 16, n.3, p. 263-269, 2004.
12) SACHSIDA, A. ; CARNEIRO, F. G. ; LOUREIRO, P. R. . Does Greater Trade Openness Reduce Inflation? Furhter Evidence Using Panel Data Techniques. Economics Letters, v. 81, p. 315-319, 2003.
13) SACHSIDA, A. ; ELLERY JR, R. ; TEIXEIRA, J. R. . The Uncovered Interrest Parity and the Peso Problem. Applied Economic Letters, 2001.
14) SACHSIDA, A. ; TEIXEIRA, J. R. . Impactos de Desvalorizações Cambiais Sobre a Conta Corrente no Brasil. Revista Brasileira de Economia de Empresas, 2001.
15) SACHSIDA, A. ; ABI-RAMIA, M. C. . The Feldstein-Horioka Puzzle Revisited. Economics Letters, v. 68, p. 85-88, 2000.

Artigos sobre Política Fiscal
:
1) ABI-RAMIA, M. C. ; SACHSIDA, A. ; MIRANDA, R. B. . Economias de Escala e Escopo na Previdência Complementar Fechada Brasileira. Economia Aplicada (Impresso), v. 19, p. 481-505, 2015.
2) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . UM MODELO ECONOMÉTRICO PARA A PREVISÃO DE IMPOSTOS NO BRASIL. Economia Aplicada (Impresso), v. 17, p. 295-329, 2013.
3) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Um Modelo Econométrico com Parâmetros Variáveis para Carga Tributária Bruta Brasileira. Pesquisa e Planejamento Econômico (Rio de Janeiro), v. 41, p. 133-162, 2011.
4) MOREIRA, T. B. ; LOUREIRO, P. R. ; SOARES, F. A. R. ; SACHSIDA, A. . The Interaction of Monetary and Fiscal Policy: The Brazilian Case. Modern Economy, v. 2, p. 114-122, 2011.
5) MENDONCA, M. J. C. ; Medrano, L. A. ; SACHSIDA, A. . Avaliando a Condição da Política Fiscal no Brasil. Revista de Economia e Administração (Impresso), v. 9, p. 294-316, 2010.
6) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; Walnut, F.C. . Ricardian Equivalence and Lucas Critique: An Alternative Test of Ricardian Equivalence Using Super Exogeneity Tests in Simulated Series. Revista ANPEC, v. 11, p. 15-26, 2010.
7) DOS SANTOS, C. H. ; MENDONCA, M. J. C. ; SACHSIDA, A. . Revisitando a Função de Reação Fiscal no Brasil Pós-Real: Uma Abordagem de Mudanças de Regime. Estudos Econômicos (USP. Impresso), v. 39, p. 873-894, 2009.
8) SACHSIDA, A. ; ELLERY JR, R. ; GOMES, V. . Business Cycle Fluctuations in Brazil. Revista Brasileira de Economia, v. 56, n.2, p. 269-308, 2002.

Artigos sobre Economia do Trabalho:
1) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; Castro, P. F. ; Albuquerque, P. H. . Perfil do Migrante Brasileiro. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 13, p. 220-255, 2014.
2) SACHSIDA, A. ; ABI-RAMIA, M. C. ; MOREIRA, T. B. ; ALBUQUERQUE, P. . Distribution of income, Federal Transfers and migration: A panel data study for the units of the Federation of Brazil. International Journal of Economics and Management Sciences (IJEMS), v. 3, p. 18-25, 2014.
3) FARIA, J. R. ; LOUREIRO, P. R. ; MIXON JR, F. G. ; SACHSIDA, A. . Faculty Promotion in Academe: Theory and Evidence from U.S. Economics Departments. Journal of Economics and Econometrics, v. 56, p. 1-27, 2013.
4) FARIA, J. R. ; SACHSIDA, A. . Demographic Dynamics in Poor Countries: Labor Market Conditions and Gender Inequalities. Journal of Development Studies, v. 48, p. 99-114, 2012.
5) MOREIRA, T. B. S. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . IS THERE DISCRIMINATION AMONG BRAZILIAN LAWYERS? A RANDOM-EFFECTS APPROACH. Análise Econômica (UFRGS), v. 29, p. 25-49, 2011.
6) ARAUJO, R. S. A. ; SACHSIDA, A. . Adverse Selection in an Efficiency Wage Model with Heterogeneous Agents. Revista ANPEC, v. 11, p. 1-9, 2010.
7) SACHSIDA, A. ; MOREIRA, T. B. . A Theory of Prostitution. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 9, p. 50-69, 2010.
8) LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. ; ARAUJO, R. S. A. . Coordination and Discrimination in an Intertemporal Model of the Labor Market. Revista da ABET (Online), v. VIII, p. 129-134, 2009.
9) LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. ; CARNEIRO, F. G. . The Crowding Hypothesis in a Study on Discrimination and Racial Composition in the Brazilian Labour Market. Revista da ABET (Online), v. III, p. 72-87, 2009.
10) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . Wage Discrimination and Place of Residence. Revista de Economia Aplicada, v. 12, p. 443-461, 2008.
11) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. . Ex-Convicts Face Multiple Labor Market Punishments: Estimates of Peer-Group and Stigma Effects using Equations of Returns to Schooling. Revista ANPEC, v. 8, p. 503-520, 2007.
12) LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . Adverse Selection, Asymmetric Information and Discrimination in the Labor Market. Planejamento e Politicas Publicas, v. 30, p. 71-78, 2007.
13) SACHSIDA, A. ; FARIA, J. R. ; LEON-LEDESMA, M. . Population and Growth: Is there a Puzzle?. Journal of Development Studies, v. 42, n.6, p. 1-18, 2006.
14) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; CARNEIRO, F. G. . Race and Gender Differentials: An Analysis for the Urban and Rural Sector in Brazil. Journal of Economic Studies, v. 31, n.2, p. 129-143, 2004.
15) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Beleza e Mercado de Trabalho: Novas Evidências. Economia Aplicada, v. 8, n.3, p. 200-220, 2004.
16) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . Um Estudo sobre Retorno em Escolaridade no Brasil. Revista Brasileira de Economia, v. 58, n.2, p. 240-265, 2004.
17) LOUREIRO, P. R. ; FARIA, J. R. ; SACHSIDA, A. ; MIXON, F. . Minority Faculty Hiring Power in Academe: An Economic Model. The Review of Black Political Economy, 2016.
18) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. . Men x Women: Substitute or Complementary in Labor Market. Revista da ABET, v. 2, n.1, p. 91-99, 2002.

Artigos sobre Economia do Crime:
1) OGURA, L. ; FARIA, J. R. ; SACHSIDA, A. . Crime in a planned city: The case of Brasília. Cities, v. 32, p. 80-87, 2013.
2) MOREIRA, T. B. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . A Dynamic Model of Organized Crime and Money Laundering. Economics and Finance Review, v. 1, p. 42-47, 2012.
3) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . Inequality and Criminality Revisited: further evidence from Brazil. Empirical Economics, v. 39, p. 93-109, 2010.
4) MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. . The Effects of Drug Use on Capital Accumulation. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 9, p. 101-108, 2010.
5) LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. ; MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. . Crime, Economic Conditions, Social Interactions and Family Heritage. International Review of Law and Economics, v. 29, p. 202-209, 2009.
6) SACHSIDA, A. ; MOLLICK, A. V. ; MENDONCA, M. J. C. . An Empirical Examination of Firearm Users in Brasilia, DF. Revista de Economia Aplicada, v. 13, p. 425-438, 2009.
7) CHUNG, E. J. ; MOREIRA, T. B. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . Criminalidade Feminina: Uma Análise Empírica a Partir dos Dados do Presídio Feminino de Brasília. RDE. Revista de Desenvolvimento Econômico, v. 8, p. 7-55, 2009.
8) SACHSIDA, A. ; ENDERS, W. ; SANDLER, T. . The Impact of Transnational Terrorism on US Foreign Direct Investment. Political Research Quarterly, 2006.
9) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; CARNEIRO, F. G. . Crime and Social Interactions: A Developing Country Case Study. Journal of Socio-Economics, v. 34, n.3, p. 311-318, 2005.
10) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Interação Social e Crimes Violentos: uma análise empírica a partir dos dados do Presídio de Papuda. Estudos Econômicos. Instituto de Pesquisas Econômicas, v. 32, n.4, p. 621-642, 2002.
11) LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. ; MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. . An econometric investigation of suicide in Brazil.. European Journal of Scientific Research, 2015.
12) LOUREIRO, P. R. ; MOREIRA, T. B. ; SACHSIDA, A. . Does the effect of media influence suicide rates?'. Journal of Economic Studies (Bradford), 2014.

Estudos Gerais de Economia Aplicada:
1) MENDONCA, M. J. C. ; SACHSIDA, A. . Existe Bolha no Mercado Imobiliária Brasileiro?. MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia, v. 2, p. 220-255, 2014.
2) NAKABASHI, L. ; PEREIRA, A. E. G. ; SACHSIDA, A. . Institutions and Growth: A Developing Country Case Study. Journal of Economic Studies (Bradford), v. 40, p. 30-45, 2013.
3) MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. ; SACHSIDA, A. . THE DYNAMICS OF LAND-USE IN THE BRAZILIAN AMAZON. Ecological Economics (Amsterdam), v. 84, p. 23-36, 2012.
4) Maldonado, W. ; SACHSIDA, A. . Group characteristics evolution arising from asymmetric information. Revista ANPEC, v. 13, p. 1-22, 2012.
5) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. ; MOREIRA, T. B. . Do Economic Factors Determine the end of a Conjugal Relationship? An Econometric Investigation. Economia e Desenvolvimento (Recife), v. 7, p. 38-60, 2008.
6) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Estimation of Damage to Human Health due to Forest Burning in the Amazon. Journal of Population Economics, 2006.
7) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MENDONCA, M. J. C. . Demanda por Saneamento Básico no Brasil. Economia Aplicada, v. 8, n.1, p. 100-120, 2004.
8) SACHSIDA, A. ; LOUREIRO, P. R. ; MOREIRA, T. B. . Traffic accidents: an econometric investigation. Economics Bulletin, v. 18, n.3, p. 1-7, 2004.
9) SACHSIDA, A. ; MENDONCA, M. J. C. ; LOUREIRO, P. R. . A study of the valuing of biodiversity: the case of three endangered species in Brazil. Ecological Economics, v. 46(1), p. 09-18, 2003.

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 11

Nessa aula me despeço de vocês respondendo as perguntas que recebi nos comentários, e fazendo menções a alguns temas que não abordei diretamente no curso. Desindustrialização, globalização, dívida pública, e cidades privadas são alguns dos vários temas tratados nesse vídeo. Obrigado, foi uma honra enorme ter participado desse desafio com vocês. Para assistir clique aqui.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 10

Nessa aula falaremos sobre o desemprego e sobre a inflação. Para assistir clique aqui.

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 09

Nessa aula aprenderemos sobre bens privados, bens públicos, recursos comuns, e monopólios naturais. Adicionalmente, falaremos sobre o Teorema de Coase e sobre a Tragédia dos Comuns. Para assistir clique aqui.

Previsões para 2016

PIB: queda de 2,5%

Inflação: 10%

Déficit primário do setor público consolidado de 3% do PIB

Desemprego: 10%

Vai ser um ano merda pra cacete. Infelizmente o governo Dilma NÃO FEZ um único ajuste na economia no ano de 2015, a consequência óbvia disso é a implosão fiscal que ocorrerá em 2016.

Quantas vezes eu pedi que se cancelassem as olimpíadas no Brasil??? Eu pedia isso enquanto ainda era possível tal cancelamento. As olimpíadas do Rio custarão algo como R$ 40 bilhões. Isto é, custará o equivalente a uma CPMF!!!! Isso num país sem escolas e sem saúde pública!!! Sem esgoto, sem infraestrutura básica!!!!!

O ano de 2016 será o ano do COLAPSO FISCAL da União, dos Estados e dos Municípios. Diversos municípios ficarão inadimplentes, os estados seguirão firme e forte rumo a insolvência, e a União vai se virar como puder. Prestem atenção: boa parte dos empresários prefere deixar de pagar os impostos, pois este governo usou e abusou do REFIS. Isto é, os empresários sabem que lá na frente terão um programa de refinanciamento de suas dívidas tributárias. Resultado: é melhor se endividar junto ao Fisco do que junto aos bancos. Isso vai gerar uma queda enorme na arrecadação, que também terá caído muito por causa da queda na atividade econômica.

Um governo prudente tentaria emplacar reformas para diminuir o gasto público, mas alguém acredita que o novo ministro da Fazenda vai emplacar medidas sérias para reduzir o déficit da previdência? Pelo contrário, em 2016 o gasto público continuará aumentando, mesmo num cenário de queda da arrecadação!!!!

O teste de seriedade para o novo ministro da Fazenda é simples: ele tem que fazer dois anúncios. Primeiro, NÃO HAVERÁ reajuste do salário mínimo em 2016 (cada 1 real de aumento no salário mínimo custa em torno de R$ 320 milhões nas contas da previdência). Segundo, não haverá reajuste para o funcionalismo público em 2016. Como ele não fará nenhum desses dois anúncios resta evidente que quem não faz o básico dificilmente fará o avançado (reforma trabalhista, reforma previdenciária, reforma tributária, abertura econômica, desburocratização, etc.).

A única coisa que o governo fará em 2016 será procurar por novas formas de se endividar mais (seja alterando regras, seja usando um dinheiro que não lhe pertence (tal como o assalto que os governos estaduais estão fazendo com o fundo previdenciário de seus funcionários, ou manobras para assaltar ainda mais o FGTS do trabalhador), seja criando permissões para gastar recursos que estão em litígio judicial, etc.).

Eu não tenho a menor dúvida de que em junho de 2016 teremos outro governo, só não sei qual governo será. Ãssim que começarem os saques a supermercados (e eles começarão em breve) a situação desse governo ficará ainda pior. A irresponsabilidade do STF (ao mudar o rito de um processo de outro poder com a finalidade única de tentar salvar a presidente Dilma) pode custar sangue. Rezo a Deus por uma saída institucional: impeachment, cassação de chapa, ou renúncia. Mas sempre existem saídas não institucionais, eu não as apoio. Mas elas existem.

Só para lembra-los: ainda existem diversas caixas pretas contábeis nesse governo. Cada uma delas é um esqueleto contábil novo, são mais dívidas, mais problemas. Caixa Econômica Federal, e BNDES são apenas dois desses exemplos.

O ano de 2016 será mais um ano ruim por culpa EXCLUSIVA das péssimas políticas econômicas adotadas pelo governo do PT. O custo da irresponsabilidade petista está matando o brasileiro, e quanto mais demorar para retirarmos o PT do poder mais caro será esse custo.

Para finalizar: é patética a fala do novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, dizendo que fará reformas previdenciárias e trabalhistas. Alguém realmente acredita que o governo Dilma prepara um pacote para CORTAR direitos trabalhistas e previdenciários? Alguém realmente acredita que esse governo, que acabou de demitir Joaquim Levy, vai realmente fazer qualquer ajuste fiscal? Essa é apenas mais uma mentira desse desgoverno petista que jura de pé junto uma coisa, mas faz o seu oposto. Em 2016 teremos mais um ano ruim graças ao PT.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 08

Nessa aula discutiremos sobre as falhas de governo e sobre a origem dos monopólios. Para assistir clique aqui.

Um cala a boca para os vendidos

Inacreditável o bando de vendidos dizendo que ninguém poderia ter antecipado a crise de 2015. Eu, Roberto Ellery, Mansueto Almeida, Alexandre Schwartzman, Rodrigo Constantino, entre outros alertamos diversas vezes para os problemas. Resultado: fomos taxados de derrotistas, da turma do quanto pior melhor. Agora que as coisas deram errado fingem que não foram alertados. Abaixo coloco a disposição do leitor 7 momentos onde alertei com muita antecedência sobre a crise. Mais do que isso: disse com todas as letras que 2015 seria o ano do ajuste.

Em 31 de julho de 2012 alerto que nossa economia se assemelhava perigosamente a da década de 1980. Aviso que estávamos nos aproximando de uma grande crise.

Em 14 de setembro de 2012 deixo claro que 2015 será o ano do ajuste.

Em 04 de maio de 2013 aviso num vídeo que 2015 será o ano do ajuste.

Em 12 de junho de 2013 aviso que ainda era possível evitar o desastre que ocorreria em 2015.

Em 08 de agosto de 2013 alerto novamente sobre a perigosa similaridade da situação atual com a década de 1980.

Em 12 de setembro de 2013 dou uma palestra completa mostrando os problemas da economia brasileira e alertando que 2015 seria o ano do ajuste.

Em 06 de agosto de 2014 cito os quatro ajustes que iriam ocorrer em 2015: contas públicas, inflação, taxa de câmbio, e mercado imobiliário.

Calem a boca vendidos! Vocês são bajuladores, escolha de vocês! Mas não digam que a crise era imprevisível! Aliás, entre outras coisas, eu previ também que quando a crise chegasse iriam dizer que ninguém previu!





sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Nelson Barbosa é o nome certo para o Ministério da Fazenda

Nelson Barbosa foi um dos criadores da Nova Matriz Econômica, é um dos responsáveis diretos pela crise econômica atual. Ele é o nome certo para enterrar de vez a economia brasileira. Para assistir clique aqui.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Perspectivas Econômicas e Sociais para 2016

2016 será mais um ano ruim. A crise econômica continua, desemprego e inflação em alta. O pior é que a violência continuará aumentando e punindo o brasileiro. DETALHE: o governo mente ao dizer que terá superávit primário de 0,5% do PIB ano que vem. MENTIRA! Ano que vem teremos, novamente, déficit primário. Para assistir clique aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

29 + 33 = 62

Amigos, nesse final de ano tive mais dois artigos internacionais aceitos. Com isso são 62 artigos aceitos/publicados em revistas acadêmicas (29 internacionais + 33 nacionais). Em economia essa não é uma marca desprezível.

1) "Minority Faculty Hiring Power in Academe: An Economic Model" na The Review of Black Political Economy (B3 na capes Economia). Em conjunto com Joao R. Faria, Paulo R.A. Loureiro e Franklin Mixon.

2) “An evaluation of the non-neutrality of money” na PLOS ONE (A2 na capes Economia). Em conjunto com Tito B. Moreira, Mario Jorge Cardoso de Mendonça, e Benjamin Tabak.

Hoje a cerveja é por minha conta!

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 07

Nessa aula estudaremos sobre discriminação e sobre políticas de ação afirmativa, tais como as quotas para mulheres e negros. Para assistir a aula clique aqui.

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 06

Nesta aula aprenderemos um pouco sobre a história da moeda. Depois discutiremos sobre a origem da inflação, e política monetária. Para assistir a aula clique aqui.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

É hoje!!!! Lançamento do livro "Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação"


É hoje, dia 10/12, as 19:00 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília), estarei lançando meu terceiro livro: “Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação

Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília)
Horário: 19:00 horas.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Uma breve introdução ao livro “Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação”.


Quinta-feira, dia 10/12, as 19:00 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília), estarei lançando meu terceiro livro. Abaixo dou mais detalhes sobre o mesmo.

O livro “Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação” é composto por 12 capítulos que em seu conjunto denunciam diversas falácias associadas a tributação. Além disso, diversos capítulos se destinam a análises sobre impostos específicos. Destacam-se aqui os capítulos que exploram os efeitos de dois tributos que têm atraído o interesse de políticos, da imprensa e de pesquisadores: o impostos sobre grandes fortunas, e a contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF). Este livro fornece diversos argumentos contrários a tais tributos, e pretende ser uma importante barreira para evitar sua aprovação. Por fim, é feita uma comparação de nosso sistema tributário com o de outros países. O livro termina com uma coletânea de ideias que devem ser adotadas para melhorar a eficiência do sistema tributário brasileiro. Isto é, além de discussões teóricas o livro apresenta também propostas concretas para ajudar na reforma tributária de que nosso país tanto necessita.

O livro conta ainda com prefácios escritos por Rodrigo Constantino, Alexandre Borges e Bruno Garschagen. Desnecessário dizer que agradeço imensamente a eles pela ajuda e apoio. Também torno público meu agradecimento a José Loredo, ao Instituto Liberal, e a editora Resistência Cultural pelo apoio para a realização dessa obra. Confio que esse livro será um importante instrumento para a defesa de um estado menor e de uma tributação menos selvagem. Abaixo deixo ao leitor os três últimos parágrafos da introdução do livro.

Este livro levanta diversos questionamentos necessários, mas que por algum motivo não estão sendo discutidos no país. Por exemplo, será mesmo que um imposto sobre grandes fortunas é justo? Exatamente por que temos tantas pessoas defendendo o aumento da tributação? Este livro questiona os fundamentos morais de se taxar a herança. Qual a moralidade dessa medida? Questionam-se também os fundamentos sociais que apoiam a taxação progressiva da renda. Exatamente por que pessoas que trabalham mais devem ser taxadas numa proporção maior do que aquelas que trabalham menos? Será que tal medida não pune os indivíduos mais trabalhadores e beneficia os relapsos? Aliás, exatamente qual é o fundamento moral ou social que embasa a ideia de uma tributação progressiva? Do ponto de vista econômico, qual é o melhor tipo de tributação? Será justo tributarmos os trabalhadores pobres que compram casas? Quem é que realmente paga o imposto sobre bens de luxo?

Este livro explora as justificativas econômicas, morais e sociais comumente adotadas para se justificar a implementação, ou aumento, de determinado tributo. Por meio de questionamentos simples e respostas diretas, mostramos ao leitor as diversas falácias adotadas pelo governo (e por alguns intelectuais) para justificar aumentos absurdos de tributos. Aumentos esses que numa sociedade um pouco mais civilizada já teria levado seus apoiadores ao descrédito público.

Além dessa introdução, o livro apresenta ao longo de seus capítulos diversas discussões acerca dos argumentos econômicos, morais, e sociais que embasam diversos tipos de tributos. Também é feita uma revisão acerca da evolução da arrecadação tributária no Brasil. Tal revisão é importante, pois mostra que nossa carga tributária tem aumentado de maneira significativa ao longo dos anos. Além disso, também são feitas comparações internacionais entre o sistema tributário brasileiro e o de outros países. Por fim, o último capítulo sintetiza os conhecimentos explorados nesse livro na forma de uma proposta para uma futura reforma tributária no Brasil.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Convite para Lançamento de meu livro: Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação

Caros Amigos,

Quero convidar a todos para participarem do lançamento de meu livro: "Considerações Econômicas, Sociais e Morais sobre a Tributação". Conto com o apoio de todos vocês!

Data: Quinta-feira (10 de dezembro de 2015)

Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (Brasília)

Horário: 19:00 horas



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Impeachment, eu acredito! Eu apoio!

Impeachment, eu acredito! Eu apoio!

Aprenda Economia com o Sachsida: Aula 05

Nessa aula aprendemos sobre os efeitos da intervenção do governo na economia. Especificamente são estudadas questões referentes a políticas públicas de preços mínimo e máximo. Adicionalmente, comenta-se sobre a questão das externalidades. Para assistir clique aqui!

Google+ Followers

Ocorreu um erro neste gadget

Follow by Email