domingo, 15 de outubro de 2017

Dona Rute e Dona Odete, minhas professoras inesquecíveis! Feliz dia do Professor

Dona Odete me ensinou a ler e escrever, e fazer as primeiras contas. Foi minha professora do primeiro ano no Colégio Universitário em Londrina. No segundo ano, continuei aprendendo com a Dona Rute. Ambas mulheres incríveis e professoras magníficas. Dona Odete na sua juventude pegava a charrete para ir ensinar aos índios. Quando me deu aula já tinha mais idade, guardo-a no  coração. Dona Rute era dona de uma paciência incrível, e uma didática maravilhosa, certa vez pediu para que chegasse mais cedo para me ensinar matemática, na época não conseguia fazer contas de subtração. Também me lembro da Dona Suely, professora do Pré II, mas sem tanto carinho pois ela me puxou a orelha chamando-me de burro (Rsssss puxar a orelha vá lá, mas não precisava dizer que era por burrice). Guardo-a com o respeito de quem dedicou sua vida a educar.

Também me lembro de meu professor de história, Geraldo, que dava aulas inspiradoras. Do Gilleno de matemática, e do Vivaldo (também de matemática), do SS (física), da Graça (gramática) e Denise (literatura), Deus como sofri para aprender português!!! Duas mulheres importantes e super competentes me ensinaram com paciência. Da Leo de inglês (outra matéria que sofri horrores para aprender). Rssss lembro que quando me formei no inglês uma professora virou pra mim e disse: "Nunca imaginei que você conseguiria" Rsssss eu consegui! E foi graças a professoras maravilhosas que me ajudaram muito no caminho!

Lembro do Hugo Yabe e do professor Piraju nas aulas de natação. Hugo foi um dos professores mais brilhantes que tive na vida, suas lições sobre a vida me marcam até hoje.

Na universidade lembro do professor Rogério, do professor Miguel e nossas discussões. Do professor João Faria (Jocka) que mudou minha carreira para sempre e que foi fundamental para meu crescimento profissional, sem sombra de dúvidas o professor mais importante dessa fase de minha vida. Lembro até hoje das aulas do Hermes e tantas outras histórias.

No mestrado/doutorado posso citar o professor Joaquim Andrade (meu orientador no mestrado), e o professor Joanílio Teixeira (orientador no doutorado), e claro o professor Francisco Carneiro que me ensinou a importância da publicação acadêmica e que me deu uma importante oportunidade profissional ao me contratar como professor da Universidade Católica de Brasília. Destaco ainda o professor Geraldo da estatística com quem aprendi muito.

E assim se passaram 45 anos, minha vida retratada por alguns de meus professores. Obrigado por tudo, obrigado por todo carinho, paciência, amor, dedicação, e vontade de superação. E Dona Suely, obrigado pelo  puxão de orelha, não me fez mal e hoje é uma lembrança querida.

Obrigado a todos os meus professores, obrigado a todos os professores, obrigado por tudo. Professor é para a vida toda!


Um comentário:

João Luiz Pereira Tavares disse...

«Pesquisa revela alto índice de adoecimento mental entre docentes de universidades.»

Tais professores universitários já são adoecidos a priori, antes mesmo de adoecer.
Sabe por quê?
Porque veneram, amam, adoram e veiculam o petismo e o PT.

Remédio que cura, com toda certeza:
Ouvir 24 horas de SERTANEJO UNIVERSITÁRIO, da Era Dilma-Lula [É permitido dividir a dose em 12 horas, intervalo, e mais 12 horas].

Ponto Final.

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