terça-feira, 28 de outubro de 2008

Boato, má-fé ou a doce realidade brasileira?

Hoje recebi uma ligação de um colega. Ele me informou que o Professor Prescott (prêmio nobel de economia) não virá mais ao Brasil. O Professor viria ao Brasil participar do encontro do LACEA/LAMES.

Quem se arrisca a dizer o motivo do Professor Prescott não vir mais ao Brasil? Vamos lá arrisquem o motivo.....

Acertou quem respondeu: o Professor Prescott não recebeu o visto de entrada no Brasil. Motivo: não comprovou seus rendimentos.....

Talvez essa história seja apenas boato, talvez seja má-fé.... mas cá entre nós: na minha opinião ela faz todo o sentido do mundo.

Bem-vindo ao Brasil.....

4 comentários:

Pedro Henrique C.G. de Sant'Anna disse...

É... realmente faz todo sentido!
E depois reclamam que brasileiro
é recriminado no mundo!!

É tanta picaretagem que fico puto! E quem perde são os estudantes e pesquisadores que poderiam aprender algo!!

Lamentável, simplesmente lamentável!

marco bittencourt disse...

Que Bela estranha Crise. Todos os dias olho de minha janela e vejo que a vida está em seu lugar. Os pássaros, as árvores e até os namorados, todos estão lá em sua rotina natural. Estranhei que pelo estampido da crise me senti revigorado. Sabia que algo de bom poderia tirar dessa crise. Ainda vieram as eleições que tiveram um rumo diferente. A militância sumiu, os votos nulos, branco e abstenções foram abundantes e prejudiciais e os partidos estão aos poucos sendo desmascarados. Um velho novo jeito de fazer política veio com quem já fez política braba, alegrando a muitos e a mim também, mesmo boicotando as eleições. O fato é que a crise não mudou o rumo das eleições que , em sua metamorfose ambulante, salpicada por todos os flancos, segue o curso de um rio com margens distantes e até imaginárias. Nada disso mudou o cheiro de pólvora da crise que me lembrou mais as grandes comemorações do que as grandes derrotas. Sinto-me feliz nessa crise. Tenho certeza que muitos, muitíssimos compartilham comigo esse sentimento a aflorar outros tantos bons sentimentos. Todos que labutam miseravelmente sabem do que falo. Todos que não alcançam o sucesso material de muitos iguais a nós em estatura mediana, embora essencialmente diferentes de nós, sabem do que falo ao encontrarem na crise os espertos, malandros e sabichões de araque despidos de sua arrogância e embuste reles. A máscara caiu. São experts do compadrio, das informações privilegiadas, da bandidagem ordinária. Podem ter ficado ricos com a complacência, truques danosos e leniência inimiga, mas não podem ser diferentes do bandido comum das ruas escuras. Somos em tudo melhor, porque pela crise muitos voltaram para onde nunca deveriam ter saído e nós estaremos trilhando nosso caminho iluminado pelos nossos bons anjos da guarda. Já eles, se tiverem forças, voltarão ao início primário, com os meus votos de que se danem!

Pedro H. Albuquerque disse...

Será possível isso aí? Incrível! Mantenha-nos informado Adolfo!

Richard_UnB_Arof disse...

realmente o Brasil consegue se superar a cada dia mais...

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