sexta-feira, 6 de março de 2009

O Amanhã do IPEA....

Amanhã acontecem as provas orais do concurso do IPEA.... quanto mais vexame e vergonha esse concurso ainda é capaz de promover??? Saberemos a resposta em breve.

Se você participou ou conhece alguém que participou da prova ORAL SEM VIÉS IDEOLÓGICO do IPEA, por favor deixe aqui o seu comentário.

12 comentários:

Anônimo disse...

Olá. Eu sou estudante de ciências economicas na UEL.
Bem, não participei do concurso, mas consigo imaginar a cena.

Ontem, tivemos uma palestra com uma pesquisadora do IPEA. Eu já tinha uma certa idéia das coisas que ela iria falar, mas ela conseguiu superar as minhas expectativas.
Quando um aluno indagou sobre os impostos, do absurdo que é cobrado, especialmente do IR, a palestrante falou que o governo deveria cobrar mais, pelo menos uns 50%, que as políticas fiscais implantadas agora estão corretas. Que o governo acertou ao aumentar a bolsa-família. Que acertou ao aumentar o salário mínimo e prorrogar por mais 2 meses o seguro desemprego. QUE O GOVERNO DEVERIA AUMENTAR OS SEUS GASTOS.
E o empresário, que tem que aguentar tudo isso ainda tem que pagar MAIS IMPOSTO.
Um princípio básico da economia:
'AS PESSOAS REAGEM A INCENTIVOS'
quem iria querer trabalhar num lugar desses?
E revirando o site do IPEA uma outra coisa interessante que achei foi um 'texto para discussão' do Rogério Boueri falando de um projeto para a criação de novos estados. PARA AUMENTAR OS GASTOS PÚBLICOS. Ao todo seriam 42 estados. GASTA MAIS PORQUE É O POVO QUE VAI PAGAR MESMO.


E aí, querem que eu acredite em mais alguma coisa.

Anônimo disse...

e para finalizar...
segundo ela o BACEN, na prática, é totalmente independente do governo.

Anônimo disse...

Eu participei da prova oral do IPEA. Não teve nada demais. Haviam 4 temas para serem sorteados em cada área, escolhidos a partir dos respectivos programas. Tive 20 minutos para falar sobre o assunto, sem qualquer intervenção dos 2 avaliadores.
Fui mal na prova oral. Não porque não sabia nada sobre o tema, mas porque não era possível usar material de apoio e, convenhamos, falar ininterruptamente durante 20 minutos, sem intervenção alguma e sem material de apoio é muito difícil. Comecei a ficar repetitivo lá pela metade o tempo.

O ponto realmente baixo da prova oral foi a (falta de) organização do CESPE, coisa deprimente.

Anônimo disse...

Eu tb percebi uma tremenda desorganização da CESPE. Soh revelaram em cima da hora que poderiamos falar sobre todos os itens.
Alem disso, soh contaram na vespera que - ao contrario do que diz o primeiro edital - os titulos terado de ser comprovados em momento oportuno e nao no momento da prova oral. Estranho

Anônimo disse...

Anônimo (09:27), talvez voce devesse ler o artigo do Boueri antes de fazer a afirmação que voce fez. O artigo crítica justamente a criação dos Estados por inviabilidade econômica ou custos demasiadamente altos. Da mesma forma como voce cometeu essa atrocidade de criticar um artigo sem ler (e atribuindo a conclusão do artigo simplesmente ao seu título), acredito que, talvez, ALGUMAS coisas faladas pela pesquisadora do Ipea tenham sido mal entendidas. Duvido, por exemplo, que ela tenha defendido um aumento do IR indiscriminado; Talvez ela estivesse falando em tornar o IR progressivo.

Anônimo disse...

Sobre o concurso do Ipea, a desorganização do CESPE foi incrível, somente reforçando as trapalhadas que a instituição cometeu nas outras etapas.

Sobre a idoneidade da prova oral, tudo (em termos de sortei de temas, sortei da ordem dos candidatos, etc.) foi bem claro e transparente. Não tivemos oportunidade de ver e nem conversar com outros participantes sobre Sobre a aplicação da prova, então é dificil dizer se a Banca foi mais ou menos simpática a alguma pessoa..... POR isso, eu achei que deveriam ter mais pessoas na Banca (foram só duas pessoas). Quanto maior o numero de avaliadores, mais próxima a sua nota tende a ser da 'experança matemática'.

Anônimo disse...

Caros,

Gostaria de me referir ao texto de minha autoria intitulado “Custos de Funcionamento das Unidades Federativas Brasileiras e suas Implicações sobre a Criação de Novos Estados”, o qual foi citado em um comentário prévio neste post.

Gostaria de informar que nem eu, nem o IPEA, apregoamos a criação de novos estados, o referido texto apenas estima qual seria o custo de tal processo. Portanto, não é correto inferir que, em virtude do citado texto, exista uma opinião geral dentro deste instituto em favor do aumento de gastos. Gostaria, outrossim, de recomendar uma leitura um pouco mais atenta aos textos antes de criticá-los.

Abraços a todos,

Rogério Boueri

Blog do Adolfo disse...

Caros Amigos,

Lendo o comentario do Anonimo (9:27), nao creio que ele tenha dito que o texto do Rogerio sugeria que se aumentasse gastos.

Entendi sim que o anonimo apenas citava o texto como uma fonte de referencia dos custos da criacao de novos estados.

Alias, eu conheco o texto do Rogerio. Muito bom e leitura obrigatoria para os que querem criar mais estados.

Adolfo

Anônimo disse...

desorganizacao total na prova! Chegamos 7h, o portao so abriu 8:10h e somente 9h conseguiram comecar a prova....nao sabiam como sortear a ordem da prova!

E, nao creio muito na isencao nao....quem fez a prova sabado de manha foi + prejudicado, pois os seguintes ja saberiam os nomes dos membros da banca e o formato da prova!

Enfim....

Anônimo disse...

Fiz a prova oral no sábado.

Realmente foi muito desorganizado. Os membros da banca foram instruídos a nem dar "boa tarde" direito.

Não dá pra reclamar sobre o comportamento dos membros da banca. Até porque ficaram mudos!!!

O que aconteceu que comprometeu a qualidade do concurso foi a péssima escolha dos temas do edital (em todas as provas: objetiva, discursiva, oral). Isso por si só já mostra o viés escancarado pró-Keyenes e anti-expertise-quantitativa.

No cargo de Economia/ Relações Internacionais um dos membros da banca foi o historiador Francisco Doratioto (ver Google). O outro ninguém sabe quem é, mas imaginamos ser UniCamponês. Vi outros membros das outras bancas na sala de lanchinhos que todos podiam fazer antes da apresentação. Eram pessoas mais velhas. Acho que são quase todos professores aposentados.

No Brasil, como sabemos, quanto mais idosos os acadêmicos mais à esquerda estão.

Na média, os candidatos são muito mais à esquerda também. Contudo, espero ter uns caras fora da curva que façam o IPEA apagar esse passado negro no futuro.

Abraço.

Delvecchio disse...

Os PeTralhas conseguiram estragar uma instituição íntegra, independente e talentosa com política suja, cerceamento de liberdade e indicações escandalosas. O Ipea já foi uma ilha de sabedoria. Infelizmente, com "economistas" da UFRJ e Unicamp emporcalhando o saudoso prédio da Presidente Antônio Carlos, o Ipea nunca foi o mesmo. Se já não bastasse a vergonhosa expulsão dos economistas Fábio Giambiagi, Tourinho e Gervásio por motivos políticos, os gênios heteterodoxos neo-keynesianos inventaram um concurso fraudado e corrupto, marcado por uma inexplicável fase de "prova oral". Não é preciso ser um gênio como o Pochmann (cof cof) para ter a exata noção de que os bravos companheiros da causa neo-keynesiana marxista serão tratados de uma forma muito bondosa pela banca de avaliação. Sinceramente, o Ipea me dá muito nojo. Se antes eu o via com orgulho e admiração, agora tenho muito dó dos PeTralhas da UFRJ e Unicamp que estupraram a instituição.

A minha esperança é os PeTralhas perderem a próxima eleição presidencial. Só assim para que os "economistas" da UFRJ e Unicamp sejam expulsos do Ipea.

Anônimo disse...

Para o amigo do post acima, só para lembrar José Serra tambem era da Unicamp viu e também é um desenvolvimentista.

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