sexta-feira, 20 de novembro de 2009

E não é que a CCJ acertou!!!!!

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara acertou e eu apóio essa medida importante para o crescimento saudável das crianças.

Não há sentido numa mãe, ou um pai, falarem mal do antigo parceiro para seus filhos. Infelizmente nem todos os casamentos dão certo, e separações já são duras demais para as crianças. Não há razão para tornar esse processo ainda mais dramático. Quando um conjuge tenta jogar os filhos, ou permite que alguém o faça, contra o antigo parceiro esse é um crime moral desprezível, que nada de bom pode trazer para a criança.

9 comentários:

Anônimo disse...

Como governo é bom! Ele cuida da gente! Em breve, até nos mínimos detalhes.
Isso aí já é tipificado em crime de calúnia, difamação.

Anônimo disse...

Estão corretíssimos. Infelizmente, temos a mania de achar que quem não foi bom para a gente não será bom para aqueles que amamos, e ñ é assim. Se um homem/mulher ñ foi bom espos@, não significa q ñ será bom pai/mãe. No caso dos filhos os pais tem sempre que serem melhores para seus filhos do que para o resto do mundo.
O que acontece é que um fala mal de alguma ação q o outro cometeu na presença da criança. E com tempo ela acha que deve tomar partido de algum lado e, geralmente, é o lado que ela passa mais tempo.
Depois um dos pais vira e fala; mas a criança que decidiu rejeita-l@, eu nunca falei mal dele(a).
É uma boa iniciativa, pois quem sofre, aliás, todos sofrem, mas diferente dos pais, para as crianças ficam as piores conseqüências da separação.
Já é ruim escutar alguém falando mal dos nossos pais, qdo é o pai falando da mãe, ou o contrário, aí, sim, que é pior. Se devemos acreditar neles em quem acreditar qdo eles se separam? É muita pressão!

Anônimo disse...

Concordo contigo professor!

Porém a Câmara pisou na bola neste outro assunto.

É preciso não deixar o debate político contaminar questões puramente economicas.

Vc foi direto ao ponto.

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1382855-10406,00-CAMARA+APROVA+O+FIM+DO+FATOR+PREVIDENCIARIO.html

Anônimo disse...

muito contraditório para um Liberal apoiar uma medida dessa onde o governo interfere no âmbito familiar.... Mas tudo bem, como voce concorda com o sentido da intervenção, então não tem problema.

O Liberalismo é muito bom quando nos convém....

Blog do Adolfo disse...

Caro Anonimo das 05:22

Nao existe nada de contraditorio em um liberal apoiar a civilização.

Um divorcio implica no rompimento do vinculo familiar, o que essa medida faz é apenas impedir que um pai denigra a mae na frente da crianca, e vice-versa.

De maneira alguma isso parece ser uma intervencao na liberdade individual diferente das intervencoes que sao aceitas pelos liberais. Isto é, você é livre para fazer o que quiser desde que isso não impeça outros de atingirem seus objetivos e felicidade.

De nada pela aula,

Adolfo

Anônimo disse...

caro anônimo das 05:22.

Li o seguinte em um livro sobre liberalismo; que a função do governo é a de 'tutelar', somente, as crianças [e os 'loucos'], então nada mais justo que em casos como esse o governo tome uma providência para assegurar o bem estar da criança. Por isso esse fato não é uma intervenção mal vista pelos liberais.

Se vc tivesse feito o dever de casa, ñ se enganaria.

Não é isso teacher?

x...

kelma_peixoto disse...

Demorou!!

Com o aumento do número de divórcios no Brasil e no mundo é imprescindível que se tenham iniciativas como essas.Os filhos já perdem muito nas separações, a tentativa de uma das partes de colocar os filhos contra o ex conjugê é um agravante em um momento que tende a ser sempre traumático para todos os envolvidos.

Adolfo.. Apoiadíssimo na sua resposta ao colega!!

Abraço

Kelma Cristina

lelê disse...

Apoiadissímo, tiro por mim não cresci com meu pai, mas cresci ouvindo que ele não valia nada...com o tempo tirei a prova, no meu caso minha mãe tinha razão rsss! Mas o preconceito não deve existir nesses casos, de pai ou mãe porque os conceitos são formados de acordo com o crescimento da criança. Se os pais decidem separar-se então terão que saber administrar a situação, e isentar-se de juízo de valores e deixar a própria criança fazer isso.

Alessandra Santos

Chesterton disse...

Não há nada de anti-liberal na medida, principalmente porque as crianças por definição não tem condições ainda de jogarem o jogo liberal.

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