segunda-feira, 19 de março de 2012

Batalha de Los Angeles, de novo!!!

Em 28 de marco de 2011 escrevi o post abaixo. Vale a pena ler de novo...

A Batalha de Los Angeles

Acabei de assistir "Batalha de Los Angeles", boa diversão. Agora entendo a revolta, e o despeito, dos intelectuais em relação a esse filme. O maior mito da intelectualidade é implodido nesse longa-metragem: o materialismo histórico.

O materialismo histórico é doutrina dominante nos intelectuais de esquerda: a idéia de que o indivíduo é refém da época e da sociedade em que vive. Para esses gênios, simplesmente não há espaço para um indivíduo fazer diferença nos rumos da história. "Batalha de Los Angeles" mostra o óbvio: um indivíduo, sempre, pode fazer a diferença.

Não bastasse chutar sem dó nem piedade o materialismo histórico, o filme ainda joga pra longe as idéias de Freud e Adler. Mostrando que mesmo quando o ambiente é inóspito, e sem esperança de sexo ou poder (ou qualquer outro tipo de recompensa), ainda assim muitos de nós não se comportam como animais. Mantemos, mesmo em situações extremas, nossa humanidade não por questões de recompensa, mas simplesmente porque é o certo a ser feito.

Um indivíduo, sempre e em qualquer sociedade, pode fazer a diferença. A história de nosso mundo já demonstrou isso.

4 comentários:

Anônimo disse...

Poder até pode, mas num é a regra, e não entendo sua aversão por freud, excessões sempre existem, mas o q faz o mundo são as regras, como vc diz, a história já provou isso

Anônimo disse...

Não entendi o que o Anônimo escreveu. Quis dizer que a aversão a Freud é a exceção (com "ç": excessão com "ss" vem de excesso) e a concordância é a regra? De onde ele tirou isso? Deve ser algum "sientista çossial".

JV disse...

Engraçado que isso me fez lembrar uma história que ouvi na radio sobre liderança, esses exercícios que empresas fazem para descobrir quem é líder. Bem, colocam todos numa canoa para atravessar uma correnteza, e aí aparece espontaneamente o líder, que arruma o pessoal para remar. Na segunda tentativa, retiram essa pessoa e dizendo que vão fazer outras coisas, colocam os restantes no bote outra vez e aparece outro líder. O que essa experiência parece mostrar é que sim, a indivíduo faz a diferença e mais, na ausência do indivíduo lider, outro líder aparece. Isso mostra que o determinismo realmente é uma fantasia em ambientes com um mínimo de liberdade.

lgn disse...

Curioso o fato de toda e qualquer pessoa expressar o que sente, o que percebe, frutos de sua experiência pessoal e intransferível, não se dar conta de que é o indivíduo e somente ele que pode se manifestar. Não há como fazê-lo coletivamente, uma estupidez que os ditos intelequituais insistem em realizar, e o que é pior, convencer aos outros dessa impossibilidade. Confundem, de forma absurda, quantidade com qualidade. A idéia pueril de que a união faz a força só tem sentido como força física, pois como força moral e ética jamais foi alcançada, pois falta-lhe o fundamento da qualidade. O marxismo jamais realizou qualquer avanço na sociedade humana, pois está em profunda divergência com a natureza das coisas e em conflito permanente com a história, esta mesma que pretende dominar e dirigí-la. Um homem de qualidade, este sim, pode deteminar sua história pessoal. Qualquer outra tentativa que não seja individual deixará, atrás de si e inutilmente, sangue, suor e lágrimas.

Google+ Followers

Gadget

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Follow by Email