terça-feira, 5 de junho de 2012

Maconha pode, refrigerante não pode!

Esse pessoal politicamente correto inventa cada uma... há uma semana atrás o prefeito de Nova York queria combater o consumo de refrigerante. Nessa semana o governador de Nova York quer descriminalizar o uso de pequenas quantidades de maconha.

O parágrafo acima pode parecer uma contradição, mas não é. Ele ilustre bem o ativismo político dos grupos politicamente corretos. No seu afã de combater o capitalismo querem gerar insegurança contra o investimento privado. Ao mesmo tempo tentam demonstrar seu progressivismo apoiando a liberação das drogas.

Sim, você pode ser a favor da liberação das drogas. Sim, você pode gostar de refrigerante. Mas não, você não pode argumentar que o consumidor é soberano para consumir maconha, mas não é suficientemente soberano para consumir refrigerante.

Escutem com atenção os grupos politicamente corretos: são a favor da liberação da maconha, mas combatem o cigarro. São contra a aprovação de um código florestal que estimule a agricultura, mas são a favor da agricultura de subsistência. Ou seja, produzir para a cidade se alimentar parece ser errado para esses grupos. Tais valentes são recorrentemente incosistentes. Está na hora de desmascará-los.

7 comentários:

Anônimo disse...

Quando adotam o discurso contra a agroindústria e a favor da agricultura de subsistência, os escrotos provam que jamais leram qualquer coisa sobre os malefícios do uso comum.

Anônimo disse...

Também somos todos obrigados a não utilizar sacolas de plástico para não poluir o meio-ambiente. Porém, obrigados a pagar mais caro por sacolas retornáveis ou mais biodegradáveis.
E não somos avisados que, por não utilizarmos mais sacolas de plástico nos supermercados, fomos beneficiados com um desconto de x% nas compras realizadas.

Anônimo disse...

Que refrigerante faz mal todo mundo sabe, mas agora é problema de cada um que consome ou não, se a consiência ou cutura do homem não mudar não adianta, as empresas só produzem refrigerante obviamente pq tem demanda pra isso, e culpa é de quem consome tbm, que só aprende com os próprios erros, com doenças, como diabetes, obesidade, enfim, não adianta proibir, pq pareçem que essas pessoas querem aprender do pior jeito possível, e outra coisa estou falando de excessos, o refrigerante faz mal, mas só é prejudicial a saúde mesmo em excesso, como tudo na vida.

Anônimo disse...

Interessante observação.....na verdade tinhamos que ampliar a discussão, por ex, focar e distinguir modalidades de atividade agropecuária e apontar as relações de cada classe de produtor com a preservação ambiental. Isso seria uma discussão mais rica. Recompor o orçamento da EMBRAPA, falar da produtividade agricola, apontar que o problema dos alimentos é de escoamento, não de produção por ex, são outros pontos como mostra o professor Fava Neves da FEA, referindo-se ao debate no Valor Economico em 04maio2012 .... discussões assim são melhores que agricultura vs sustentabilidade, o bem x mal....nada a ver essas dicotomias não?
Quanto aos refrigerantes e maconha, pessoas tem o direito de matarem a si próprias, claro. Nunca entendi bem por que há multas para quem não usa cinto de segurança...Mas voltando, deveria ser bem explicado os malefícios do açúcar, pois a grande massa não busca informação, infelizmente é assim... já liberalização de algumas drogas, há alguns estudos sérios com pareceres favoráveis de órgãos de amparo à pesquisa que indicam que a liberalização de drogas quebraria o tráfico. Não é absurdo liberá-las então...pensar desse modo não significa ser "certinha"...não parece o caso.

Anônimo disse...

As pessoas nâo devem ser proibidas de consumir determinados tipos de produtos, mas devem sempre ser devidamente informadas sobre a nocividade, os maléfícios e os danos que pode causar, como é o caso do cigarro, por exemplo, é ingenuidade nossa achar que todo mundo sabe que refrigerante faz mal por exemplo, e é extremamente prejudicial a saúde em excesso, muitos nem sabem que o açicar é altamente nocivo a saúde, agora se mesmo devidamente informados os consumidores continuarem querendo fazer mal a sí próprio, aí o problema já passa a ser deles.

Anônimo disse...

Esse lance do refrigerante é um conchavo entre os fabricantes e as autoridades para vender somente frascos menores, pois são relativamente mais caros e geram mais lucros. Os conspiracionistas ja tinham me avisado.

Anônimo disse...

Adolfo, essa questão das proibições se tratam do impacto. Há nos EUA uma epidemia de obesidade. Até onde eu sei não há uma proibição de refrigerante, e sim um incentivo a seu consumo mais moderado. Qto à maconha, sou contra o uso, mas a legalidade de sua venda controlada em doses limitadas, com controle de qualidade causa danos ao tráfico e menos danos à saúde dos usuários.

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