terça-feira, 30 de outubro de 2012

Café da Tarde: em breve nossa primeira reunião!!!

Meus amigos, um projeto de longa data está se materializando: Café da Tarde.

Café da Tarde é um grupo que pretende lutar por 3 bandeiras:

1) A favor da vida. Isto é, somos contrários ao aborto (exceto em casos de estupro da mãe ou de risco de vida para a gestante);

2) Contra a liberalização das drogas; e

3) Em defesa da liberdade econômica.

As discussões no grupo são livres e podem versar sobre qualquer tema. Só existe uma regra básica a ser cumprida: os integrantes se comprometem com a defesa das 3 causas elencadas acima.

Nosso objetivo é simples: fazer pressão política para a defesa dos 3 pontos acima.

O grupo se reúne tanto virtualmente como também teremos uma reunião mensal, onde o debate sem preconceitos de idéias é sempre estimulado.

A adesão ao grupo é livre, e não envolve nenhuma forma de pagamento.

Além de Brasília, outras cidades estão montando grupos do CAFÉ DA TARDE. Em breve forneceremos mais detalhes sobre o grupo em outras cidades.

No momento, estamos inaugurando nossa página no Facebook. Se você concorda com nossas idéias, passe lá e curta!!! Em breve estaremos realizando nosso primeiro encontro presencial. Até semana que vem estarei informando o local, a data, e a pauta de nossa primeira reunião.

25 comentários:

Gian disse...

Tem a escolha do nome algo a ver com o Tea Party?

Jorge Browne disse...

Adolfo, uma pergunta séria. Geralmente quem tem posição contrária ao aborto fala em defesa da vida. Quando há risco de vida para a mãe dá para compreender que a vida da gestante tem precedência sobre a do embrião/feto.

Agora o que não consigo entender é como ser favorável em caso de estupro? Supostamente, em que pese a origem traumática, é uma vida como outra qualquer. Ou, não? Gostaria de saber como vocês justificam isso. Repito, é uma pergunta séria, sem pegadinha ou provocação.

Anônimo disse...

Comungo com as idéias do grupo, esclarecendo porém que em casos clínicamente comprovados de anancefalia sou favorável ao aborto.

Sergio Aquino de Souza disse...

Adolfo, estou com você no terceiro item, mas não entendo como um liberal pode ser contra a liberalização das drogas. Siga Milton Friedman: Estado não deve nos dizer o que podemos fazer ou não com nosso próprio corpo. Se ficar drogado e ferir alguém , que pague por isso, assim como um motorista sob efeito de álcool.

Sergio

Alexandre disse...

Sergio,
Acredito que o indivíduo não usa por que quer, e sim por vício.

Delduque disse...

Participarei!

Bruno Furtado disse...

Adolfo,

Sabendo que você parte de um arcabouço teórico liberalista, especialmente no tocante à economia, gostaria de saber como você justifica sua defesa da ilegalidade das drogas. Não estou tentando de provocar ou criticar, embora discorde de você nos pontos 1 e 2, mas sim saber a racionalização por trás de sua posição.

Seria por achar que essas substâncias causam externalidades positivas? Se for esse o caso, por que não advogar um imposto pigouviano ou, melhor ainda, um esquema de multas e transferências baseado no teorema de Coase?

Ou você não acredita na tese do vício racional? Ao decidir experimentar uma droga, você acha que os indivíduos não reconheceriam que podem ficar viciados? Se for essa sua objeção, você está implicitamente partindo do pressuposto de que os indivíduos são incapazes de maximizar sua utilidade intertemporal estocástica. Nesse caso, outras intervenções estatais não seriam desejáveis, como por exemplo a poupança compulsória?

Edinailton Rodrigues disse...

Eu discordo de você em relação aos dois primeiros itens, Adolfo.
“1) A favor da vida. Isto é, somos contrários ao aborto (exceto em casos de estupro da mãe ou de risco de vida para a gestante);”
Ora, e quem é contra a vida? Além disso, você pode ser contra ou a favor do que quiser, mas querer impor sua opinião a quem discorda, isso é coisa de COMUNA, não de um liberal.

2) Contra a liberalização das drogas;
Adianto que não sou maconheiro e não recomendo ninguém a usar drogas, mas tenho eu o direito de impor o que eu acho correto sobre quem pensa diferente? Isso é coisa de COMUNA.

Bruno Furtado disse...

Opa, aí em cima quis dizer "externalidades NEGATIVAS"

Sergio Aquino de Souza disse...

Alexandre,
As drogas, assim como o cigarro e bebida, constituem vício. Álcool e cigarro também matam muitas pessoas.
Você defende a lei seca como ocorreu nos EUA no início do século passado? Continuo encontrando contradição entre ser liberal e contrário à liberação das drogas.

Anônimo disse...

Os liberais se dizem liberais apenas no âmbito da economia, mas a economia propriamente dita ja aborda muitas questões morais, não concordo com a tese de que o Estado serve apenas para proteger as fronteiras e garantir a soberania, e não deve intervir em nada na economia, se todos os empresários tivessem bom senso, o que não é a realidade, essa teoria iria funcionar, mas isso não acontece.O quer seria do Brasil sem salário mínimo, ou outras Leis Trabalhistas, teria mais pessoas empregadas? Poderia até ter, mas recebendo 200 reais por mês e trabalhando 16 hs por dia, 6 ou 7 dias por semana sem direito a férias, porque todos nós sabemos que o salário de equilíbrio no nosso país é muito pequeno.Eu sei, todo mundo que estuda economia sabe, que essas itervenções do Estado dificultam a criação de novas empresas e sua viabilidade, mas tem dois pontos a ressaltar: O Povo Brasileiro no geral nâo tem uma cultura ne espiríto empreendedor, e segundo que isso faria os empresários já exisitentes abrissem novos negócios, que formaria um cartel de salários baixos e preços altos, além de um oligópólio, e dificilmente incentivaria a introdução de novos empresários no mercado, por questão cultural.Acho que todo cidadão tem o mínimo de direito, se o nosso país não tem uma cultura empreendedora, não é diminuindo a intervenção estatal ou facilitando a abertura de novas empresas de forma inconsequente, e sim criarmos uma cultura de iniciativa privada, de tirar o pensamento de sevidor público e concurso público que todo mundo tem, de ensinar mais sobre empreendorismo nas escolas, faculdades e afins.De ter os icentivos certos, de parar de ter uma visão negativa de empresários e burgueses.Alguém aqui já viu algum programa de TV, de rádio, alguma livro, algum especialista ou personagem famoso que aborde esse tema? Não tem, 90% das pessoas nâo sabem nem por onde começar se quiser abrir uma loja ou qualquer outro próprio negócio, ao invés disso o fantástico prefere falar sobre histórias de amor ou mostrar a nova covertura do michel Teló.

Anônimo disse...

Não entendi o por que da exceção: "exceto em casos de estupro da mãe ou de risco de vida para a gestante".

Se começar abrindo exceções, já começa enfraquecido nessa luta...

Se todo feto é um ser humano e aborto mata o feto, qual é a diferença?

O código penal atualmente não pune a mulher que realiza aborto (=assassinato) nesses casos, mas não significa que não seja crime.

Ademais, nunca se viu alguém filho de estupro que tenha preferido ter sofrido aborto. E ainda que houvesse a opção do suicídio estaria sempre disponível para tal sujeito...

Mulheres estupradas merecem assistência, cuidado, orfanatos para os filhos (caso não estejam em condições de criá-los) etc. Mas apoiar aborto nesses casos, NUNCA!

Tampouco para o vago risco de vida da mãe... Deve-se sempre buscar preservar os bebês...

Anônimo disse...

o grupo já começa muito mal, censurando o debate sobre os dois primeiros temas...vai de retro...

Alexandre disse...

Sergio,
O consumo de drogas gera externalidades negativas, portanto, o ideal realmente seria a probição do alcool e do cigarro, mas acredito que seja IMPOSSÍVEL a proibição desses dois à essa altura. Nesse caso, políticas como a proibição do fumo em ambientes fechados (que já foi adotado em SP) e a nossa lei seca são interessantes para reduzir essas externalidades.
O fato de o alcool e o cigarro serem legalizados não é motivo pra legalizar as outras drogas.
Vale lembrar que países como a holanda já se arrependeram da legalização.
Por se tratar de uma externalidade negativa, o consumo de drogas por um indivíduo afeta negativamente o outro, assim, não tem nenhuma contradição nisso. A liberdade de um consumir afeta a liberdade dos outros. Imagina se seus vizinhos começarem a consumir cocaína... voce se sentiria seguro na sua rua?

Gabriel disse...

Por razões morais, eu posso ser a favor da criminalização do álcool e do cigarro também? Supondo que eu seja a favor de criminalizar essas drogas assim como as outras, eu poderia fazer parte desse clube?

Por que o argumento da liberdade serve para as drogas já lícitas e não para as que estão ilícitas? Por que o argumento da "moral" serve para as drogas ainda ilícitas mas não para as que já estão lícitas? Para o que mais serve esse argumento da "moral"?

O consumo prolongado do álcool causa dependência e degradação física, mental e moral. Por que não proibir?

Uma pessoa que abusa continuamente de álcool pode ter uma overdose e morrer dentro de um dia de consumo. Diga-se de passagem, a maconha não faz isso, ela só poderia teoricamente causar a morte de forma indireta, após anos de consumo intensivo e mesmo assim é raro alguém chegar nesse ponto. O usuário de maconha é perigoso? Acaso ele é mais perigoso do que um bêbado violento? Será que os efeitos da maconha tem mais relação com comportamento agressivo do que o álcool?

Álcool causa danos cerebrais? Estudos científicos apontam que sim, potencialmente. Maconha causa danos cerebrais? Estudos científicos apontam que sim, potencialmente. Álcool causa dependência? Estudos científicos apontam que sim, potencialmente. Maconha causa dependência? Estudos científicos apontam que sim, potencialmente. Essa é a resposta certa para essas questões, o álcool não merece mais benefício da dúvida do que outras drogas.

Você bebe por opção ou por que é viciado em bebida? Já alguém que fuma maconha, necessariamente é um viciado sem escolha, né?

A maior tolice é achar que o consumo de álcool não tem problema se for moderado (o que é verdade, não tem mesmo problema), mas negar que esse também é o caso com várias outras drogas (mas não com todas, crack e heroína são realmente perigosos). Uma discussão sobre drogas deve considerar os efeitos de cada droga, mas não pode ignorar também o padrão de consumo de cada droga. É claro que não é todo usuário de álcool que chega a tal ponto. Agora, já lhe ocorreu por algum momento, que talvez com várias outras drogas o caso não seja tão diferente? O "viciado em maconha" que rouba e mata pra alimentar o vício é uma figura caricata e até mais rara ainda (em relação ao total de usuários) do que um alcólatra que faz as mesmas coisas?

E ainda nem começamos a falar no custo social da proibição, como toda a corrupção e a violência do narcotráfico financiados pelas drogas, da mesma forma que o tráfico de álcool financiava os gângsters durante a lei seca nos EUA...

Beber e dirigir, indiscutivelmente colocando em risco a vida dos outros, tem que liberar. Deixar alguém fumar maconha dentro da sua casa, aí não pode, já que vai contra a "moral" de alguns. Não entendo isso não.

Sady disse...

Oi Adolfo,
Vc está certíssimo quanto a valorizar a vida, mas acredito que deva fazer uma escala de prioridades, o que já foi feito por muitos filósofos.

Quanto às drogas... acredito que está sendo ingênuo. Não é só o poder quem corrompe, a proibição de drogas é a maior causa de corrupção dentro da nossa sociedade.

Anote aê e reflita:

não se consegue proibir o uso de drogas!

No máximo, administrar para diminuir os danos.
E a resposta para isto não é policialesca - é uma coisa humana, de pessoa para pessoa, cuidado, amor, conhecimento técnico (médicos) e doses de outras drogas que combatem os efeitos nocivos das "drogas", quando for necessário
Portanto, até me animei a participar, vejo que sua motivação é nobre, mas sua visão das drogas é infantil.

Anônimo disse...

Afinal, o Adolfo é liberal ou conservador?

Viva o conservadorismo!

Alexandre disse...

Sandy,
Seguindo e radicalizando esse raciocício, também não se consegue proibir roubo, estupro e assassinato.

Bruno Furtado disse...

Houve um Anônimo aí em cima que defendeu a ilegalidade das drogas por motivo de suas externalidades negativas. Pergunto novamente, portanto, por que não aplicar um imposto pigouviano, ao invés de criminalizar?

O mesmo Anônimo disse que a Holanda tinha voltado atrás na sua política de legalização. Na verdade, apenas 3 cidades no sul da Holanda pararam de vender canabis, e isso apenas para turistas. Estas cidades ficam na fronteira da Bélgica, da Alemanha ou dos dois e sofrem forte pressão internacional para re-criminalizar a droga.

Essa mesma lei deve, no entanto, entrar em vigor no resto do país em 2013. O argumento a favor da lei é que, devido ao limite de venda nos coffeeshops, o consumo turístico não é completamente coberto pela venda legal, o que faz com que muitos turistas acabem comprando de traficantes ilegais.

Claramente, essa é uma típica lei cretina. O problema aí não é a venda nos coffeeshops, e sim o fato de que existe um limite para essa venda. Se eles não querem gente comprando de traficantes ilegais, a pior coisa a se fazer é impor restrições burocráticas ao consumo da droga por cidadãos (a Holanda quer exigir que todos os consumidores só possam comprar canabis com uma carteirinha). Como uma pesquisa já indicou, o efeito da maior restrição ao uso da maconha será, provavelmente, maior compra ilegal por parte de usuários locais, e virtual destruição do turismo holandês.

Vai uma matéria para o Anônimo se informar e parar de acreditar em tudo que sai na Veja: http://www.forbes.com/sites/andrewbender/2012/05/01/dutch-government-to-foreigners-no-more-weed-for-you/

Bruno Furtado disse...

Alexandre,

Existe uma diferença entre crimes que causa "dano puro", como roubo, estupro e assassinato, e crimes sem vítimas, frutos da proibição arbitrária da liberdade de comércio, como o tráfico de drogas. Nesses últimos, como em todas as relações de mercado, existe tanto a curva de oferta quanto a de demanda pelo produto criminalizado em questão, e as trocas são feitas voluntariamente. Nos primeiros, a relação é unilateral, o criminoso faz um atentado contra a vida ou propriedade da vítima.

No caso do tráfico de drogas, pelo simples fato de que existe uma curva de demanda pelo produto, a repressão policial se torna ineficiente em controlar a quantidade comercializada e consumida das substâncias. Isso ocorre pois, ao aumentar a repressão policial, o Estado apenas institui uma barreira de entrada a novas firmas no mercado de drogas, aumentando as margens de lucro dos grandes cartéis existentes. Essa maior margem dá incentivos e condições aos traficantes para burlar a vigilância estatal. A repressão policial se torna, portanto, self-defeating. O fato da curva de demanda por drogas tender a ser inelástica somente piora a situação.

Sergio Aquino de Souza disse...

Uruguai deu um passo à frente na liberalização. Holanda não se arrependeu conforme comentário de Bruno. Canadense são majoritariamente favoráveis à legalização do uso e venda de maconha. Processo é lento, mas um dia drogas serão liberadas em boa parte do mundo livre.
Lembro ainda que roubo, estupro e outros crimes são "internalidades", ou seja, o próprio ato já envolve dano direto a outra pessoa. Não é como o uso de drogas onde o dano a outra pessoa pode acontecer ou não. Se você fumar maconha em um cantinho. A quem estará prejudicando?
Meus vizinhos e o seus, provavelmente, já consomem drogas ilícitas e o perigo que corremos é muito maior atualmente em relação ao cenário de liberação. Muitos mortes se devem ao tráfico ser ilegal e não ao consumo per se.

Anônimo disse...

A erosão do caráter romano, escreveu Dickinson, foi uma das “causas fundamentais da instabilidade da república...”. E a erosão do caráter americano está sujeito a produzir um resultado similar nos dias de hoje. A liberdade e o livre mercado podem ser sustentados apenas por uma forte moral. Quando a moralidade desaparece, o que toma o seu lugar deve ser definitivamente imoral (seja qual for a roupagem, mesmo que seja algo que venha em nome da defesa dos “pobres”). Logicamente, o socialismo pavimenta o caminho para a tomada do poder pelos criminosos, pois ele avança em conjunto com a desintegração da ordem moral. É como Patrick Buchanan observou: “Os Estados Unidos sofreram uma revolução cultural, moral e religiosa [...] Enquanto os conservadores venceram a Guerra Fria contra o comunismo político e econômico, nós perdemos a guerra cultural para o marxismo [...] que é agora a cultura dominante”. (Veja o documentário Cultural Marxism: The Corruption of America.)

Fonte:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13556-livre-mercado-moralidade-e-cesarismo.html

Anônimo disse...

Meus caros,
Sou LIBERAL. Vou repetir, sou LIBERAL!!!!
Por isto, sei que a criminalização das drogas ocorre devido ÀS IMENSAS QUASE-RENDAS GERADAS POR ESTA!!!! Não é a preocupação sobre o bem-estar geral da população enpreendida pelos ditadores de plantão em Brasília.
E mais, externalidades negativas??????? PERGUNTEM AOS MILHARES DE JOVENS MORTOS PAÍS AFORA NAS GUERRAS DO TRÁFICO!!!!!
Este blog é inacreditável. E ainda se diz liberal!!! Há, Há, Há.

"O" Desconhecido disse...

"2) Contra a liberalização das drogas;"
A ilegalidade das drogas é, na verdade, o principal fator que ajuda a manter os altos lucros dos traficantes e dos carteis, e que garante que o crime organizado domine o mercado. Simples assim.

"O" Desconhecido disse...

Ainda sobre o item 2)
"Contra a liberalização das drogas;"
Adolfo,
Gostaria de saber como você, em tese um liberal, rebate a seguinte linha de raciocínio liberal que vai de encontro com sua defesa do item 2:
(...)A cocaína, por exemplo, tem uma margem de lucro de aproximadamente 17.000%, chegando a ser mais cara que o ouro em determinadas áreas. Tal fenômeno não é nada inédito e tampouco é exclusivo das drogas — é apenas um previsível resultado da proibição.

Durante a Lei Seca, Al Capone e todos os outros envolvidos no crime organizado ganharam fortunas tirando vantagem do perigoso e lucrativo mercado negro que havia sido criado unicamente pelas leis governamentais. Tanto naquela época quanto hoje, as leis econômicas permanecem as mesmas: todas as vezes que o estado faz uma grande apreensão de mercadorias ilegais, os lucros dos fornecedores remanescentes no mercado negro aumentam. Esse tipo força econômica é intransponível para o aparato estatal, mas resulta em grandes negócios para os traficantes e carteis.

Para os cidadãos comuns, entretanto, tal proibição gerou desastres. A guerra às drogas mantém as cadeias superlotadas, gerando não apenas um grande custo para os pagadores de impostos, como também um grande perigo para todo o público, uma vez que os verdadeiros criminosos — assassinos, estupradores, molestadores de crianças — são mantidos fora da cadeia apenas para dar espaço para aqueles infratores não violentos que se envolveram com drogas." - Ron Paul


O artigo completo escrito pelo congressista e ex-pré candidato a presidência dos EUA pelo Partido Republicano Ron Paul, onde ele disserta sobre a recente onda de violência no México que é bastante semelhante ao que ocorre em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte está disponível, em português, aqui: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=663

Eu gostaria muito de compreender como um liberal pode ser contra a liberalização das drogas.

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