quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Natal, liberdade e paz

No dia 07 de outubro de 2007 escrevi o post abaixo. Acredito ser um belo exemplo da importância do NATAL para os homens.

24/25 de dezembro de 1914. Inimigos armados, combatendo ferozmente uns contra os outros. Anos de apologia ao ódio contra o inimigo. Nada disso foi suficiente para vencer o mercado.

Na mais brutal de todas as guerras da humanidade, o mercado mostrou que quem cria guerras são governos centralizadores. NUNCA na história da humanidade uma guerra foi tão horrenda e brutal. A segunda grande guerra matou mais pessoas, mas em termos de horror nada se compara a primeira guerra.

A lição que fica do natal de 1914 é o poder da religião, da crença em Deus, e das maravilhas propiciadas pela liberdade de escolha. Deus deu ao homem o livre arbítrio, ninguém tem o direito de tomá-lo de nós. Quando os homens não são coagidos pelo Estado, e são sujeitos apenas a regras de respeito a liberdade dos outros, eles podem exercer ao máximo sua liberdade individual. Homens assim não tentam massacrar outros homens, preferem ir para suas casas e descansar perto de suas famílias.

A liberdade de escolha, fortificada moralmente por princípios saudáveis de respeito ao próximo, é a maior riqueza de qualquer sociedade. Preservá-la é o mesmo que preservar nossa herança para as próximas gerações.

O natal de 1914, quando em plena primeira guerra mundial, soldados ingleses, escoceses, franceses e alemães celebraram um cessar-fogo SEM A INTERVENÇÃO DO ESTADO é a prova máxima do poder pacificador do mercado. A liberdade individual, associada ao baixo poder do Estado, é não só um pré-requisito para a prosperidade econômica, mas é também uma garantia de paz entre as nações e entre os homens.

Um comentário:

Anônimo disse...

Em um pais de maioria esmagadoras socialista so pode dar nisso. Sem contar o BNDES fazendo emprestimos para empresas amigas do governo entre outras.

Dai, quando a crise estourar, vem um politico levemente capitalista limpar a cagada ao mesmo tempo tendo que ouvir a histerica manada socialista berrando que o conserto e o fim do mundo.

Dai passa-se alguns anos e um outro socialista e re-eleito e o ciclo do desastre recomeca na terra da banana.

Google+ Followers

Gadget

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Follow by Email