quarta-feira, 10 de julho de 2013

VideoCast do Sachsida: Médicos Não São Escravos do Governo


Neste vídeo argumento que as propostas do governo Dilma para os médicos se assemelham a escravidão. Médicos, tal como qualquer outro profissional, deve ter o direito de escolher onde quer trabalhar. Clique aqui para assistir ao vídeo.

4 comentários:

JV disse...

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/2013/07/1308775-especialistas-em-gente.shtml



Quem quer fechar faculdades de medicina? Os médicos não!

Anônimo disse...

Adolfo!!! Você tá muito brando! Achei esse seu vídeo muito manso contra essas ideias hediondas desse governinho de m. O pior de tudo é que a patuleia nem sonha com essas coisas...

Alexandre Miranda disse...

Fico triste em ver q os liberais engoliram a falácia da esquerda de q falta médico. Com uma visão miope e puramente econômica, sem olhar outros fatores. Alguns citam a alta concorrência para o vestibular de medicina como prova da falta de escolas médicas, como se o "livre mercado" estivesse clamando por isso. Esquecem q a decisão na escolha profissional, principalmente medicina, é muito mais baseada em critérios emocionais do q racionais e econômicos. Os médicos q continuam seu ofício o fazem muito mais baseado na toria dos jogos ( quando vc investe muito tempo em alguma coisa, dificilmente vc desiste dela, mesmo q esteja te dando prejuizo). Dizem q são os profissionais melhores remunerados, mas esquecem de dizer q possuem em média uma jornada semanal de trabalho de mais de 65h. Mesmo c essa resistência p mudar o ofício o número de médicos q largam a medicina tem aumentado drasticamente. O assunto é muito mais complexo do q a simplificação de oferta/demanda. O grande problema não é o médico, mas a ausência de livre mercado na área da saúde.

Alexandre Miranda disse...

Tentando resumir a "falta" de médicos c uma alegoria: Imagine q haja uma imensa demanda por bolos e poucas unidades no mercado. Isso aumentaria o valor do bolo e estimula as confeitarias a produzir mais bolos. Porém as confeitarias são todas estatais ou dos seus amigos, que são protegidos da concorrência pela ANB(agencia nacional do bolo). Temos até um número maior do q o necessário de cozinheiros, a maioria fica oceosa, pois não há fornos suficientes p eles trabalharem, bem como espátulas ou batedeiras. Algumas regiões do país são tão mal supridas q não existe bolo de nenhum sabor. Há quem defenda q um cozinheiro estrangeiro ( sem comprovação de q sabe cozinhar) usando um pouco de terra e seiva de árvores poderia fazer um bolo (venenoso e mortal) para dar algum alento, melhor q nada. Os jovens q saem dos colégios, olhando a falta de bolos no mercado, acham q a carreira de cozinheiro é ótima, vale a pena gastar até 11 anos como ajudante de cozinha, ganhando apenas experiência e um salário de estagiário. Após anos de uso os fornos foram quebrando, as batedeiras parando e o governo sem dar a devida manutenção fez agravar mais ainda a carência de bolos. E os cozinheiros sem ter como trabalhar. A situação ficou tão grave q a presidente tomou uma atitude para resolver o grande problema. Anunciou q vai trazer cozinheiros de outros países, vai dobrar o número de vagas na escola de gastronomia e estágio p todo mundo ( sem comprar mais fornos ou aumentar o número de cozinhas- imagine quanto aprendiz não vai se espremer p preparar um bolo. Ao fim do estágio talvez tenha preparado 2). Agora, segundo ela, o problema da produção de bolos está resolvida. Teremos uma legião de cozinheiros para o mesmo número de fórnos, mas segundo nossa presidente teremos uma vida mais doce, com muito mais bolo. Essa é a fábula da nossa saúde.

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