terça-feira, 13 de janeiro de 2015

von Tresckow e a Oposição no Brasil

No dia 30 de dezembro de 2010, as vésperas do primeiro governo Dilma, publiquei o post abaixo. Deixo aqui novamente o apelo: não nos acovardemos frente ao tamanho do desafio!!! Ninguém é grande ou pequeno demais para deixar de fazer sua parte. Manifestações de rua, apoio financeiro, discussões com amigos e com a família, formação de grupos de estudo, postagens nas redes sociais, participação em fóruns de discussão de jornais e revistas, cartas a deputados e senadores, cartas as redes de televisão, são apenas algumas das várias opções que você pode fazer para ajudar a retomar nosso país das mãos do PT. Se você quer morar num país que valorize o trabalho honesto, a liberdade, a propriedade privada, e o respeito as leis, então você tem responsabilidade nessa luta.

Texto escrito em: 30/12/2010:

A oposição no Brasil é virtualmente inexistente, então nesse final de ano eu deixo aqui um presente para os principais partidos que se dizem de oposição: DEM, PSDB e PPS. Aprendam com Tresckow. Tresckow não estava em Brasília, ele estava na frente russa (a frente de combate mais violenta da história do mundo). Tresckow não combatia um presidente com 85% de popularidade, ele combatia um ditador (Adolfo Hitler) com os mesmos 85% de popularidade.

Que em 2011 o povo brasileiro em geral, e a oposição em particular, aprendam com o que vai escrito abaixo* (esse evento ocorreu logo após a tentativa de golpe contra Hitler de 20 de julho de 1944 fracassar):

"Na manhã de 21 de julho de 1944, o general Henning von Tresckow, que havia sido o coração e a alma da conspiração entre os oficiais da frente oriental, despediu-se de seu amigo e ajudante Schlabrendorff, o qual recordou-se de suas últimas palavras:

"Todos se voltarão agora contra nós, cobrindo-nos de injúrias. Minha convicção, contudo, permanece inabalável (...) Fizemos o que era justo. Hitler não é só o arquiinimigo da Alemanha; é também o arquiinimigo do mundo. Daqui a poucas horas estarei diante de Deus, respondendo pelos meus atos e faltas. Creio que poderei sustentar, com a consciência limpa, tudo o que fiz na luta contra Hitler (...). Todo aquele que aderiu ao movimento de resistência envergou a túnica de Nesso. O homem só tem valor quando está preparado para sacrificar a vida por suas convicções".

Naquela manhã, Trescow dirigiu-se de automóvel à divisão do 28o Corpo de Fuzileiros. Desceu furtivamente na terra de ninguém e puxou o pino de uma granada de mão".

*: extraido do livro "Ascensão e Queda do Terceiro Reich" de William L. Shirer, pg. 609.

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